{"id":9816,"date":"2018-12-18T10:15:00","date_gmt":"2018-12-18T13:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9816"},"modified":"2020-03-15T10:25:57","modified_gmt":"2020-03-15T13:25:57","slug":"042-desamor-dor-sofrimento-masoquismo-e-voluntarismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/042-desamor-dor-sofrimento-masoquismo-e-voluntarismo\/","title":{"rendered":"042 &#8211; (Des)Amor &#8211; Dor, Sofrimento, Masoquismo e Voluntarismo"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9816\" class=\"elementor elementor-9816\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">042 \u2013 (Des)Amor \u2013 Dor, Sofrimento, Masoquismo e Voluntarismo<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano 18\/12\/2018<\/h4><h4>T\u00e3o necess\u00e1rio \u00e0 clareza do mapa existencial, como \u00e9 discernir o PRAZER de FELICIDADE, \u00e9 tamb\u00e9m o discernimento de seus opostos desses que s\u00e3o a DOR e o SOFRIMENTO.<\/h4><h4>DOR, no sentido pr\u00f3prio, \u00e9 sensa\u00e7\u00e3o\/emo\u00e7\u00e3o bruta, que varia de um simples inc\u00f4modo ao mais fundo desprazer. Se enquadra nas categorias da paix\u00e3o ou estado.<\/h4><h4>Ela decorre de um mau afeto com algo do mundo \u2013 um encontro desgra\u00e7ado (agressivo\/violento). Muito a rigor, a dor \u00e9 uma \u201cpercep\u00e7\u00e3o sens\u00edvel\u201d desse mau afeto e que alcan\u00e7a a todos os animais. Dor sempre \u00e9 objetiva e tende, como todas as demais sensa\u00e7\u00f5es, \u00e0 efemeridade. Important\u00edssimo: dor \u00e9 T\u00d3PICA.<\/h4><h4>\u00a0O SOFRIMENTO, por sua vez, e como o pr\u00f3prio sufixo nominal \u201cmento\u201d denuncia, tem natureza de uma elabora\u00e7\u00e3o diferida no tempo, raz\u00e3o porque s\u00f3 pode existir nos animais que j\u00e1 gozem de estrutura de \u201cimagina\u00e7\u00e3o\u201d. No vi\u00e9s puramente negativo, varia de simples abatimento a fundas ang\u00fastia e depress\u00e3o, tal que, no seu crescente, ruma ao AT\u00d3PICO\/DIST\u00d3PICO\/AM\u00d3RFICO. A partir de certos n\u00edveis, pertence \u00e0 categoria da a\u00e7\u00e3o, e \u00e9 predominantemente subjetivo, a cargo do sofredor.<\/h4><h4>Em s\u00edntese, SOFRIMENTO n\u00e3o \u00e9 \u201cemo\u00e7\u00e3o\u201d como a dor, \u00e9 \u201csentimento\u201d, com contornos potencialmente mais \u201cprojetivos\u201d que \u201cperceptivos\u201d.<\/h4><h4>Rigorosamente, o sofrimento depende da dor, no sentido de que n\u00e3o existiria sem ela, na medida em que \u00e9 \u201cprojetivo\u201d de dor ou \u201cretro projetivo\u201d de dor, sejam \u201cdores novas\u201d ou \u201cdores j\u00e1 vividas\u201d. A dor \u00e9 que, por sua vez, pode, a priori, prescindir do sofrimento. Ali\u00e1s, a\u00ed um grande desafio humano: padecer de dor sem sofrer ou, claro, sofrer pouco no p\u00f3s-dor, ou ainda, METABOLIZAR o sofrimento.<\/h4><h4>H\u00e1 in\u00fameros exemplos de vidas com muita dor e com pouco sofrimento bem como n\u00e3o escasseiam exemplos de vidas com pouca dor, mas com muito sofrimento! Seguramente, se o leitor inventariar as personalidades do seu entorno, ir\u00e1 constatar exemplos dos dois tipos.<\/h4><h4>Absolutamente ningu\u00e9m gosta da dor, mas paradoxalmente muitos gostam de sofrer, ou seja, gostam dessa \u201cdor-indireta\u201d complacente com a dor no sentido pr\u00f3prio, que se visa ressuscitar dores passadas (ressentimentos) ou mesmo dar \u00e0 luz dores novas.<\/h4><h4>\u00c9 evidente que ao aduzirmos o car\u00e1ter t\u00f3pico e de efemeridade da dor, dissemos como um movimento de tend\u00eancia. Algum sofrimento, puramente passivo-temporalmente diferido, tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio-natural como condi\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria de que somos seres organicamente constitu\u00eddos.<\/h4><h4>A extens\u00e3o pr\u00f3pria do diferimento temporal org\u00e2nico pode ser elucidada como o processo de digest\u00e3o, que n\u00e3o deixa de ser um \u201cencontro\u201d com o mundo \u2013 \u201calimento\u201d.<\/h4><h4>Ante a ingest\u00e3o saud\u00e1vel, a digest\u00e3o n\u00e3o implica dor nem sofrimento e, a seu tempo, metaboliza o que \u00e9 para ser metabolizado e excreta o que \u00e9 para se excretado. No extremo oposto, ante a uma ingest\u00e3o manifestamente p\u00fatrida \u2013 dolorid\u00edssima de plano ao paladar \u2013 o organismo vomita a comida imediatamente, em movimento de autodefesa que tenta preservar a vida de sofrimentos.<\/h4><h4>Ante a ingest\u00f5es t\u00f3xicas, de mir\u00edades de \u201cvenenos doces\u201d ou de paladar at\u00e9 azedo, mas n\u00e3o extremo, a ingest\u00e3o\/dor pode se realizar at\u00e9 com algum consentimento de quem pseudo nutre-se. Dever\u00e1 ficar com ressaibo ruim na boca (dor) e ter\u00e1 o sofrimento da \u201cdigest\u00e3o pesada\u201d, longeva, tormentosa e vacilante no alcance da excre\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>Se o processo dessa digest\u00e3o pesada for muito extenso, a pessoa tende a ficar sem nutri\u00e7\u00e3o nova, de onde defici\u00eancias (at\u00e9 de anemia) ser\u00e3o \u00f3bvias e, em situa\u00e7\u00f5es muito extremas, roubadas as possibilidades de excretar (cessar o sofrimento), o ser morrer\u00e1 de congest\u00e3o.<\/h4><h4>Quem n\u00e3o conhece os que passaram a ser subnutridos ou mesmo mortos por n\u00e3o excretar (cessar de sofrer) dores metabolizando alguma experi\u00eancia? Obviamente, n\u00e3o nos limitamos aqui a dores\/agress\u00f5es\/viol\u00eancias meramente f\u00edsicas (mais simples at\u00e9), mas inclu\u00edmos as dores\/agress\u00f5es\/viol\u00eancias morais-afetivas (mais significativas), como rejei\u00e7\u00e3o, injusti\u00e7a, abandono, humilha\u00e7\u00e3o e trai\u00e7\u00e3o, entre tantas outras, que s\u00e3o mesmo de digest\u00f5es mais lentas, mas, obviamente, \u201cdiger\u00edveis\u201d tamb\u00e9m.<\/h4><h4>Tal como um se uma digest\u00e3o org\u00e2nica se retarda al\u00e9m do natural, urgem os sais de fruta, o v\u00f4mito induzido, a interven\u00e7\u00e3o externa e etc\u2026 Se, \u00e0 sua vez, o sofrimento moral-afetivo tamb\u00e9m n\u00e3o se esvai ap\u00f3s o razo\u00e1vel, urge a interven\u00e7\u00e3o, seja ps\u00edquica, espiritual, terap\u00eautica, ressignificava ou outra, mas sempre de car\u00e1ter VOLITIVO \u2013 da VONTADE DE N\u00c3O SOFRER!<\/h4><h4>O preceito \u00e9 aceitar a dor\u00b9 e repudiar o sofrimento no que exceda ao razo\u00e1vel, garantindo a efic\u00e1cia da excre\u00e7\u00e3o e da metaboliza\u00e7\u00e3o. Sem meias palavras: a partir de um ponto, n\u00e3o interferir no processo de sofrimento \u00e9 VONTADE DE SOFRER, equivalente \u00e0 VONTADE DE N\u00c3O VIVER \u201cMETABOLIZADO\u201d e \u201cMETABOLIZANDO-SE\u201d.<\/h4><h4>Se a digest\u00e3o (com metaboliza\u00e7\u00e3o e excre\u00e7\u00e3o) n\u00e3o se realiza e o sofrimento reina para al\u00e9m do razo\u00e1vel, como esse \u00e9 dist\u00f3pico\/am\u00f3rfico, a pessoa PERDE A PR\u00d3PRIA IDENTIDADE.<\/h4><h4>A dor, por ser t\u00f3pica, nos afirma. A pr\u00f3pria linguagem denuncia. Dizemos \u201ctemos\/estamos com dor\u201d. Ao sofrimento, j\u00e1 usam \u201cestamos sofrendo\u201d como \u201csomos sofredores\u201d, mostrando a transitividade f\u00e1cil e sutil das a\u00e7\u00f5es de \u201cestar\u201d e de \u201cser\u201d.<\/h4><h4>Quem n\u00e3o digere e fica sofrendo vai perdendo o senso entre causa e efeito, entre o alimento e o alimentado, tal como na congest\u00e3o org\u00e2nica em que demais fun\u00e7\u00f5es vitais v\u00e3o \u201cse estranhando\u201d com a digestiva. N\u00e3o deixa de ser uma esp\u00e9cie de autofagia.<\/h4><h4>Em bom portugu\u00eas, o nome que se d\u00e1 a quem n\u00e3o digere seus traumas\/experi\u00eancias\/dores ou que busca levianamente \u201cencontros sabidamente indigestos\u201d \u00e9 MASOQUISTA\/VITIMISTA\u00b2, cultor de sofrimentos\/ressentimentos e que n\u00e3o METABOLIZA as experi\u00eancias e, pois, se degenera pelo sofrimento.<\/h4><h4>Pede \u00e0 pessoa muito MASOQUISTA\/VITIMISTA para falar de si e ver\u00e1 como ela tem dificuldade grande de \u201cpontuar dores\u201d e ela tende a \u201cgeneralizar sofrimentos\u201d, corroborando a tese de que o sofrimento \u00e9 predominantemente subjetivo. Normalmente, cuida de gente DIST\u00d3PICA, com vi\u00e9s predominante de \u201cproje\u00e7\u00e3o de mundo e de si\u201d.<\/h4><h4>Pede \u00e0s gentes doloridas e sem masoquismo\/vitimismo sofredor (chamadas de VOLUNTARIOSAS) para falar de si e ver\u00e1 como eles conseguem bem pontuar as dores que sofreram, desde as pequenas de ordem f\u00edsica como as grandes de trai\u00e7\u00f5es, injusti\u00e7as, humilha\u00e7\u00f5es, etc\u2026, e mostrar que S\u00c3O SEPARADAS daquilo que EXCRETARAM. Tendem a privilegiar a \u201cpercep\u00e7\u00e3o\u201d do mundo e de si.<\/h4><h4>Em casos de pessoas muito voluntariosas, elas podem at\u00e9 ter \u201calguma aprecia\u00e7\u00e3o\u201d por quem lhes trouxe dor que dera azo \u00e0 metaboliza\u00e7\u00e3o\/excre\u00e7\u00e3o passadas, justamente \u201cafirmando o seu ser\/car\u00e1ter pelo suportar do sofrimento na extens\u00e3o sadia\/inevit\u00e1vel\u201d, mas isso est\u00e1 long\u00ednquo de dizer que \u201cgostam de sofrer\u201d, pois tal \u00e9 pr\u00f3prio dos MASOQUISTAS\/VITIMISTAS.<\/h4><h4>Em profunda ess\u00eancia, somos a VONTADE DE SER, dimens\u00e3o espiritual absoluta, tamb\u00e9m chamada por INICIATIVA (diferente do mero desejo, coisa da in\u00e9rcia material), e o SER QUE \u00c9 EM SI, \u00c9 FELIZ, mesmo com os encontros com o n\u00e3o ser.<\/h4><h4>Quem tem VONTADE DE N\u00c3O SER, N\u00c3O \u00c9 EM SI E \u00c9 SOFREDOR, pouco importando os encontros com o ser e o n\u00e3o ser.<\/h4><h4>\u00b9 A \u201cn\u00e3o dor absoluta\u201d seria geradora de superlativo sofrimento, tema que vamos explorar em artigos futuros.<\/h4><h4>\u00b2 Em termos precisos, o MASOQUISTA \u00e9 o que gosta propriamente de sofrer e o VITIMISTA n\u00e3o necessariamente gosta de sofrer, mas ao menos \u201cmanipula\u201d terceiros como se gostasse.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap 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0);\">Vicente do Prado Tolezano \u00e9 graduado em direito pe\u00e7a PUC\/SP e Mestre em Filosofia pela Faculdade do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6f47b3e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6f47b3e\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container 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target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>CADASTRE-SE AQUI PARA RECEBER NOSSA NEWSLETTER<\/strong><\/a><\/span><\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd8b09d\" data-id=\"cd8b09d\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>042 \u2013 (Des)Amor \u2013 Dor, Sofrimento, Masoquismo e Voluntarismo Autor: Vicente do Prado Tolezano 18\/12\/2018 T\u00e3o necess\u00e1rio \u00e0 clareza do mapa existencial, como \u00e9 discernir o PRAZER de FELICIDADE, \u00e9 tamb\u00e9m o discernimento de seus opostos desses que s\u00e3o a DOR e o SOFRIMENTO. 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