{"id":9766,"date":"2018-07-11T08:24:00","date_gmt":"2018-07-11T11:24:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9766"},"modified":"2020-03-14T08:38:48","modified_gmt":"2020-03-14T11:38:48","slug":"035-amor-verdade-in-tolerancia-perdao-e-fanatismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/035-amor-verdade-in-tolerancia-perdao-e-fanatismo\/","title":{"rendered":"035 &#8211; Amor, Verdade, (in) toler\u00e2ncia, perd\u00e3o e fanatismo"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9766\" class=\"elementor elementor-9766\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">035 \u2013 Amor, Verdade, (in) toler\u00e2ncia, perd\u00e3o e fanatismo<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano 11-07-2018<\/h4><h4>Entre as poucas regras quase desprovidas de exce\u00e7\u00e3o, est\u00e1 aquela que dita que \u201caquele que n\u00e3o ama, est\u00e1 sempre fingindo que ama, ainda que contra todas as evid\u00eancias ululantes\u201d.<\/h4><h4>O AMOR \u00e9 extremamente OBJETIVO e at\u00e9 porque, em acurado rigor, AMAR \u00e9, acima de tudo, tal como uma conditio sinequa non, AMAR A VERDADE. Ou seja, a \u201csubjetividade\u201d \u00e9 coisa muito limitada aos amorosos.<\/h4><h4>N\u00e3o h\u00e1 nenhum exagero em se dizer que amar consiste justa e exatamente em N\u00c3O MENTIR, quer seja sobre fatos, situa\u00e7\u00f5es, valores, impress\u00f5es, inten\u00e7\u00f5es e, acima de tudo, N\u00c3O MENTIR sobre SI, tanto para consigo quanto para OUTREM no sentido de N\u00c3O SE PERMITIR IDENTIDADE FANTASIOSA, aquela coisa vulgarmente chamada de EGO\/PERSONA.<\/h4><h4>Toda pessoa EGO\u00cdSTA \u00e9 criadora de uma fantasia IDENTIT\u00c1RIA e, tamb\u00e9m cria pseudo arranjos de mundo conforme suas fantasias, ou seja, \u00e9 NEGACIONISTA.<\/h4><h4>Quanto menos EGO\u00cdSTA uma pessoa \u00e9, mas ACEITADORA da realidade algu\u00e9m \u00e9. O nome que se d\u00e1 \u00e0 qualidade de ter esp\u00edrito de abertura ao real \u00e9 HUMILDADE.<\/h4><h4>O repert\u00f3rio de varia\u00e7\u00f5es de op\u00e7\u00f5es de a\u00e7\u00e3o ao AMOROSO sempre \u00e9 pequeno, pois \u00e9 pr\u00f3prio de todos os sensos de VERDADE a tend\u00eancia \u00e0 \u201cuniversaliza\u00e7\u00e3o redutora\u201d. Ao passo que ao EGO\u00cdSTA se d\u00e1 o oposto, j\u00e1 que as MENTIRA ou SUBTERF\u00daGIOS tendem \u00e0 propriedade da \u201cparticulariza\u00e7\u00e3o multiplicadora\u201d.<\/h4><h4>O ululante \u00e9 que a verdade \u00e9 uma e \u00e9 de todos e a mentira \u00e9 de cada um, sen\u00e3o at\u00e9 mesmo v\u00e1rias mentiras para cada um!<\/h4><h4>O ponto nodal deste artigo reside na quest\u00e3o da (IN) TOLER\u00c2NCIA pr\u00f3pria do AMOROSO, o que, pelo j\u00e1 exposto at\u00e9 aqui, fica claro que h\u00e1 de ser, obviamente, \u201cbastante restrita\u201d.<\/h4><h4>Com efeito, ser amoroso\/bondoso\/caridoso\/honesto\/franco implica, num sentido, ser muito INTOLERANTE e, pois, muito estraga-prazeres, antip\u00e1tico, antissocial, desconfortante, etc\u2026 pois, a rigor, o AMOROSO n\u00e3o t\u00eam v\u00ednculos nem interesses para com o AMADO, sen\u00e3o de que este \u00e9 apenas um \u201cBENEFICI\u00c1RIO\u201d daquele e tal que est\u00e1 LIVRE dos v\u00edcios de bajula\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>Necessariamente, os v\u00ednculos do AMOROSO s\u00e3o espirituais-verticais e, como j\u00e1 adiantado, pouco interessa propriamente o amado, no sentido de lhe \u201cagradar\u201d.<\/h4><h4>Nem poderia ser diferente, pois assumido que o pr\u00f3prio miolo do p\u00e3o do amor \u00e9 a no\u00e7\u00e3o de VERDADE, a qual \u00e9 igualmente TRANSCENDENTAL\/METAF\u00cdSICA, logo tem vistas para al\u00e9m de qualquer conveni\u00eancia ou mesmo conven\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>Veja que se houver bondade, doa\u00e7\u00e3o, sacrif\u00edcio, etc\u2026 em (suposto) favor do amado, mas houver excessiva ocupa\u00e7\u00e3o em quem o amado efetivamente \u00e9, no sentido de o esfor\u00e7o do doador depende bastante de qual exata pessoa se cuida, a hip\u00f3tese de que INEXISTA propriamente amor, mas sim que exista apenas \u201cEGO EXPANDIDO\u201d \u00e9 muito prevalecente.<\/h4><h4>Isso, ali\u00e1s, \u00e9 muito comum nas rela\u00e7\u00f5es para com filhos, com o tipo de ego\u00edsta que \u201codeia crian\u00e7as\u201d, mas que diz e parece amar o \u201cfilho pr\u00f3prio\u201d. Esse terreno fica muito f\u00e9rtil para patologias com frutos muito cru\u00e9is, at\u00e9 porque \u00e9 pr\u00f3prio do que \u00e9 sutil ser mais cruel. Noutros artigos, trataremos das \u201cbondades il\u00edcitas\u201d, melhor aclarando a problem\u00e1tica desta digress\u00e3o.<\/h4><h4>Na dimens\u00e3o apenas do mundo, social-horizontal, o AMOR altru\u00edsta faz muito pouco sentido, sen\u00e3o, at\u00e9 mesmo nenhum sentido, sendo o amoroso tratado como IDIOTA, IMBECIL, etc\u2026<\/h4><h4>A rigor, na racionalidade exclusiva e pura de mundo, o EGO\u00cdSMO \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o inteligente, j\u00e1 que prov\u00ea mais defesa\/apego em detrimento da for\u00e7a\/desapego pr\u00f3prias do amor, ainda que as posturas de defesa sejam useiras da cosm\u00e9tica da for\u00e7a.<\/h4><h4>A no\u00e7\u00e3o de TOLER\u00c2NCIA vulgarmente difundida entre n\u00f3s como um valor bom, democr\u00e1tico, moderno, etc\u2026, \u00e9, no mais das vezes, apenas um estoque de cosm\u00e9ticos aplicado sobre feiuras diversas de DESAMOR mesmo, em conson\u00e2ncia com a premissa da partida de que \u201cquem n\u00e3o ama finge que o faz\u201d.<\/h4><h4>Ao inv\u00e9s de CUIDAR do viciado\/fraco\/mentiroso no sentido, duro\/custoso\/transformador, de raspar a peneira (criticar) nas impurezas do amado para buscar\/avivar brilho no \u201csubjacente\u201d, o TOLERANTE vulgar opta por at\u00e9 \u201cconfirmar\u201d o v\u00edcio do viciado, seja com uma mui pseudo misericordiosa ou sentimentalista aceita\u00e7\u00e3o\/bajula\u00e7\u00e3o do feioso por aquilo que nele \u00e9 feio e frequentemente com um c\u00ednico RELATIVISMO do que fosse o belo\/bom.<\/h4><h4>O jogo \u00e9 cruel, mas \u00e9 simples e tal que um viciado pede \u201cme engana que meus v\u00edcios n\u00e3o s\u00e3o v\u00edcios\u201d e o \u201ctolerante\u201d responde tal que \u201cte mantenho no engano sim, e ambos nos enganamos reciprocamente de que n\u00e3o estamos a, inclusive, enganar-nos e auto enganar\u201d.<\/h4><h4>Trocando em mi\u00fados: um EGO mant\u00e9m outro EGO reciprocamente.<\/h4><h4>Sabe o leitor um nome de tend\u00eancia amplamente difundida dentro dessa TOLER\u00c2NCIA tosca e desamorosa, simulacro de amor por pseudo aceita\u00e7\u00e3o: o POLITICAMENTE CORRETO, cujo nome at\u00e9 j\u00e1 \u00e9 ind\u00edcio de insubstancialidade, j\u00e1 que \u201ccorre\u00e7\u00e3o\u201d e pol\u00edtica (em sentido amplo) n\u00e3o s\u00e3o farinha do mesmo saco.<\/h4><h4>Sob a pluma bonita e n\u00e3o leve, mas leviana, da TOLER\u00c2NCIA h\u00e1 espectro de covardias desde pais que deixam de impor a filhos dever de respeito, aplausos ao funk, palestras motivacionais para desvocacionados, nihilismo, esfor\u00e7o mirabolante de justificativa para pervers\u00f5es mil, de droga, de aborto, de hedonismo e por a\u00ed vai a vereda sem fim.<\/h4><h4>Quem TOLERA muito n\u00e3o ama nada e justamente a dita \u201ctoler\u00e2ncia\u201d \u00e9 ESCAPISMO do AMOR, uma tentativa de exonera\u00e7\u00e3o do esfor\u00e7o de CUIDAR de outrem com o manuseio \u00e1rduo da j\u00e1 falada peneira e, mais ainda, tamb\u00e9m \u00e9 tentativa de EXONERA\u00c7\u00c3O do maior desafio que o AMOR \u2013 e s\u00f3 ele \u2013 imp\u00f5e, que \u00e9 o PERD\u00c3O.<\/h4><h4>Veja que a quest\u00e3o \u00e9 at\u00e9 l\u00f3gica. Quem muito tolera tem em muito baixo grau o senso e mesmo \u201cn\u00e3o teria\u201d a necessidade de PERDOAR, j\u00e1 que \u201cmais ou menos\u201d tudo vale, como \u00e9 pr\u00f3prio das exonera\u00e7\u00f5es morais do relativismo.<\/h4><h4>S\u00f3 que, com o perd\u00e3o do trocadilho, o \u201cmais ou menos\u201d \u00e9 muito \u201cmais ou menos\u201d mesmo, j\u00e1 que em sentido acurado o n\u00e3o perd\u00e3o n\u00e3o vem de \u201cdesnecessidade\u201d, mas mesmo de desamor relativista que tende a se converter em \u00d3DIO\/RANCOR\/IRA\/VINGAN\u00c7A, etc\u2026<\/h4><h4>Como j\u00e1 dissemos, s\u00f3 se mant\u00e9m uma situa\u00e7\u00e3o social RELATIVISTA com um pacto rec\u00edproco de engano (EGOL\u00c1TRICO) rec\u00edproco. Isso \u00e9 a farinha, fermento, ovo e tempero da atividade POL\u00cdTICA no seu sentido ampl\u00edssimo.<\/h4><h4>E, a seu turno, POL\u00cdTICA n\u00e3o permite \u201ctrai\u00e7\u00e3o\/quebra de pactos\u201d, n\u00e3o obstante qu\u00e3o esp\u00farios possam ser os pactos. A quebra dos pactos de EGO tem cond\u00e3o de \u201ctroca de personalidade\u201d, coisa pavorosa \u00e0 maioria.<\/h4><h4>Uma vez vendida a alma, o comprador n\u00e3o costuma \u201ctolerar\u201d a suspens\u00e3o da entrega da mercadoria e pode bem esperar da\u00ed MUITA INTOLER\u00c2NCIA \u2026<\/h4><h4>Ou seja, e aqui vamos nos valer de par\u00f3dia de asserto cl\u00e1ssico de CHESTERTON para afirmar que \u201co relativista TOLERA\/ACEITA tudo e n\u00e3o perdoa NADA\u201d, sendo este \u201cnada\u201d a quebra do pacto de autoenganos rec\u00edprocos\/cumplicidade\/servilismo, etc\u2026, ou seja, pacto pol\u00edtico\/grupal\/HORIZONTAL \u2013 EGOL\u00c1TRICO.<\/h4><h4>Doutro lado, \u201co AMOROSO \u00e9 INTOLERANTE para com muita coisa, mas PERDOA muito quanto \u00e0s transgress\u00f5es ao intoler\u00e1vel\u201d. Veja que o PERD\u00c3O segue sendo a extens\u00e3o do CUIDADO, do uso a posteriori da peneira filtrante\/purgativa.<\/h4><h4>\u00c9 raro que as impurezas sejam depuradas somente por conselhos, sem ter de refinar muitas e muitas vezes mais, quase que como um perd\u00e3o a mais, um perd\u00e3o a mais, um perd\u00e3o a mais e assim adiante.<\/h4><h4>\u00c9 pr\u00f3prio do amoroso n\u00e3o cansar de REFUTAR o v\u00edcio nem cansar de ACOLHER o viciado. Ou seja, h\u00e1 de PERDOAR. \u00c9 dif\u00edcil\u2026. s\u00e3o poucos os H\u00c9RCULES!<\/h4><h4>Contudo, n\u00e3o se olvida que h\u00e1 \u2013 e quantos h\u00e3o\u2013 os tipos, em especial nas adjac\u00eancias religiosas, que bradam ao mesmo tempo as INTOLER\u00c2NCIAS dos amorosos contra os desvios da realidade e as IRAS dos relativistas tolhedoras de perd\u00e3o dos \u201cirm\u00e3os desviados\u201d. S\u00e3o os FAN\u00c1TICOS, gente que tamb\u00e9m n\u00e3o aprecia \u201cpegar na peneira para CUIDAR concretamente de ningu\u00e9m\u201d.<\/h4><h4>A seu modo, os FAN\u00c1TICOS tamb\u00e9m buscam s\u00f3 confirma\u00e7\u00e3o eg\u00f3ica, nunca transcend\u00eancia. Tamb\u00e9m a seu modo entendem os n\u00e3o aderentes como traidores.<\/h4><h4>Pode haver mudan\u00e7a nos temperos, mas as farinhas do fan\u00e1tico e do relativista s\u00e3o a mesma, nenhuma se disp\u00f5e mesmo a CUIDAR, para buscar um subjacente bom que esteja sob x, y ou z problema.<\/h4><h4>Queres CUIDAR de algu\u00e9m sem ter de PERDOAR? Te engana, pois, que tu gostas disso e escolha entre o subterf\u00fagio do EGO relativista ou do EGO fan\u00e1tico. Afinal, quem n\u00e3o ama sempre finge que ama, j\u00e1 que de verdade n\u00e3o gosta e isso fecha todo o circuito que come\u00e7a e termina no EGO!<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" 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do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6f47b3e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6f47b3e\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element 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O AMOR \u00e9 extremamente OBJETIVO e at\u00e9 porque, em acurado rigor, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":2074,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[85,50],"tags":[24,281,136,284,138,130,283,120,282,280],"class_list":["post-9766","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-artigos-amor-consciencia-e-liberdade","tag-amor","tag-chesterton","tag-ego","tag-fanatismo","tag-hercules","tag-identidade","tag-intolerancia","tag-metafisica","tag-perdao","tag-persona"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9766","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9766"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9766\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9770,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9766\/revisions\/9770"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2074"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9766"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9766"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9766"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}