{"id":9621,"date":"2017-11-14T10:30:00","date_gmt":"2017-11-14T13:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9621"},"modified":"2021-01-13T13:53:50","modified_gmt":"2021-01-13T16:53:50","slug":"023-amor-temperamento-e-carater","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/023-amor-temperamento-e-carater\/","title":{"rendered":"Amor &#8211; Temperamento e Car\u00e1ter"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9621\" class=\"elementor elementor-9621\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-1a0f697f elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"1a0f697f\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-7bd32580\" data-id=\"7bd32580\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5271445d elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"5271445d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Amor \u2013 Temperamento e Car\u00e1ter<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a784f64 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a784f64\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-32ada9e1\" data-id=\"32ada9e1\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-10fc719d elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"10fc719d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><span style=\"color: #000000;\">Autor: Vicente do Prado Tolezano<\/span><\/h4><h4>Em termos precisos, n\u00e3o se fala de pessoa amorosa, mas sim de \u201cpessoa de car\u00e1ter amoroso\u201d, pois amorosidade \u00e9 quest\u00e3o de car\u00e1ter humano, uma certa constante.<\/h4><h4>\u00c9 muito comum a confus\u00e3o entre car\u00e1ter e temperamento e, pois, muito comum tamb\u00e9m, e com resultados com graves distor\u00e7\u00f5es, o ju\u00edzo acerca da amorosidade de algu\u00e9m por perspectivas do temperamento ao inv\u00e9s do car\u00e1ter.<\/h4><h4>Est\u00e1 dentro desta confus\u00e3o grosseira a confus\u00e3o de tratar pessoa meramente \u201csimp\u00e1tica ou gentil\u201d como pessoa amorosa. Quanta decep\u00e7\u00e3o n\u00e3o adv\u00e9m disso, sen\u00e3o mesmo coisa bem pior\u2026<\/h4><h4>Urge, pois, distinguirmos temperamento de car\u00e1ter e bem como os diversos tipos de car\u00e1ter, pois o car\u00e1ter amoroso \u00e9 apenas um contra diversos car\u00e1teres desamorosos.<\/h4><h4>A salada pode ser melhor ou pior temperada, e normalmente essa qualidade vem mais do gosto de quem come que da salada em si. H\u00e1 tamb\u00e9m quem prefira o vinagre ao lim\u00e3o, mais ou menos sal, shoyo ou bals\u00e2mico e por a\u00ed afora. H\u00e1 temperos, que n\u00e3o apenas n\u00e3o agradam prefer\u00eancias de um indiv\u00edduo entre muitos e at\u00e9 mesmo lhe provocam ojeriza.<\/h4><h4>De forma absolutamente independente do tempero, contudo e seja ele qual for, a salada pode, por qualidades suas em concreto, ser saud\u00e1vel ou at\u00e9 nociva (t\u00f3xica) \u00e0 sa\u00fade em graus diversos e, nesse caso, n\u00e3o s\u00e3o prefer\u00eancias gustativas que est\u00e3o a dirimir qualquer ju\u00edzo, pois as condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade s\u00e3o universais, objetivas, independentemente de qual homem come a salada em quest\u00e3o.<\/h4><h4>Podemos com total tranquilidade analogar o humano com a salada. Tal como ela tem temperos, n\u00f3s temos temperamentos que atraem ou repelem prefer\u00eancias de terceiros. Como ela tem pot\u00eancia para ser saud\u00e1vel ou t\u00f3xica por qualidades suas e para qualquer um que a coma, n\u00f3s temos car\u00e1ter pr\u00f3prio que pode ser bondoso (amoroso) ou maldoso (desamoroso) e para qualquer um com que intersectemos.<\/h4><h4>Os temperamentos s\u00e3o nossa SUPERF\u00cdCIE REATIVA ao mundo externo, t\u00eam associa\u00e7\u00e3o direta com nossa composi\u00e7\u00e3o som\u00e1tica, pertencem \u00e0 categoria de PAIX\u00c3O (pathos) e meramente reverberam ao mundo a paix\u00e3o rasa da pessoa face algo, afetando as demais pessoas de forma mais SIMP\u00c1TICA ou ANTIP\u00c1TICA, a partir tamb\u00e9m de paix\u00f5es, cada uma delas, tal como a experi\u00eancia gustativa de quem comeu a salada.<\/h4><h4>O primeiro mapa dos temperamentos humanos remonta a HIP\u00d3CRATES (460 a.C. \u2013 370 a.C.) e que foram, indicados como 4, associados, cada qual\u00a0 a um elemento natural, conforme a contribui\u00e7\u00e3o que j\u00e1 viera de EMP\u00c9DOCLES (495 a.c. \u2013 430 a.c.), conforme quadro abaixo:<\/h4><h4>\u2013 Temperamento Col\u00e9rico, Elemento Fogo; rea\u00e7\u00f5es abruptas, muita energia;<\/h4><h4>\u2013 Temperamento Sangu\u00edneo, Elemento Ar; rea\u00e7\u00f5es expansivas, impulsivo;<\/h4><h4>\u2013 Temperamento Fleum\u00e1tico, Elemento \u00c1gua; rea\u00e7\u00e3o pacifista, d\u00f3cil;<\/h4><h4>\u2013 Temperamento Melanc\u00f3lico, Elemento Terra; rea\u00e7\u00e3o rancorosa, controlador.<\/h4><h4>O temperamento \u2013 padr\u00e3o reativo \u2013 de cada qual de n\u00f3s \u00e9 uma mescla destas possibilidades. O que urge destacar \u00e9 que, seja qual for essa mescla, ela s\u00f3 respeita ao que provocamos de simpatia\/antipatia nas inter-rela\u00e7\u00f5es, vari\u00e1veis, rela\u00e7\u00e3o a rela\u00e7\u00e3o e sem que a amorosidade esteja em quest\u00e3o, at\u00e9 porque seria absurdo que elementos de constitui\u00e7\u00e3o corporal\/quase instintiva atinassem com elementos de alma, de esp\u00edrito, como \u00e9 o car\u00e1ter.<\/h4><h4>Em outras palavras: a forma de reagir (temperamento, tamb\u00e9m chamado de comportamento) n\u00e3o pode determinar a forma de agir (car\u00e1ter, tamb\u00e9m chamado de atitude).<\/h4><h4>\u00c9 \u00f3bvio que existem aspectos positivos e negativos em cada mescla temperamental, mas a medi\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre circunstancial, em um ju\u00edzo, pois, de melhor ou pior adequa\u00e7\u00e3o e n\u00e3o cuida de ju\u00edzo moral\/\u00e9tico, ao qual s\u00f3 as atitudes humanas condizem.<\/h4><h4>J\u00e1 adiantamos, pois, que car\u00e1ter \u00e9 um padr\u00e3o mais ou menos est\u00e1vel de atitudes \u2013 categoria da A\u00c7\u00c3O \u2013 que o humano toma perante a vida\/realidade\/coletividade em rela\u00e7\u00e3o a como ele produz e em rela\u00e7\u00e3o a como ele se relaciona socialmente.<\/h4><h4>ERIC FROMM (1900 &#8211; 1980), com muita propriedade, definia car\u00e1ter: a forma (relativamente permanente) por que a energia humana \u00e9 canalizada no processo de assimila\u00e7\u00e3o e socializa\u00e7\u00e3o (<em>in<\/em> An\u00e1lise do Homem).<\/h4><h4>Ao reverso de nossa constitui\u00e7\u00e3o som\u00e1tica, nosso car\u00e1ter \u00e9 objeto de constitui\u00e7\u00e3o com peso, \u00f3bvio, de condi\u00e7\u00f5es externas, mas com preponder\u00e2ncia de nossa pr\u00f3pria c<b>onscienciosidade<\/b> e por nossa for\u00e7a de vontade em prover transforma\u00e7\u00f5es e nossa integra\u00e7\u00e3o\/coer\u00eancia entre sentir\/pensar\/agir\/expressar.<\/h4><h4>O car\u00e1ter, pois, parafraseando, \u00e9 uma resposta existencial profunda do indiv\u00edduo em alinhamento de sua ess\u00eancia \u00edntima \u00e0 sua biografia expl\u00edcita. S\u00e3o dois os grandes grupos de car\u00e1ter: 1) produtivo\/potente\/amoroso (bom car\u00e1ter) e 2) improdutivo\/impotente\/desamoroso (mau car\u00e1ter).<\/h4><h4>O produtivo \u00e9 o car\u00e1ter da pessoa amorosa, tamb\u00e9m conhecida simplesmente por \u201cpessoa de car\u00e1ter\u201d.<\/h4><h4>O sentido de amor que usamos aqui \u00e9 o sentido amplo, de \u201cdecis\u00e3o volunt\u00e1ria, via de regra, gratuita, em fortalecer\/vitalizar outrem\u201d. Isso \u00e9 \u201cproduzir\u201d no sentido pr\u00f3prio, tal como na acep\u00e7\u00e3o aritm\u00e9tica, de resultado da multiplica\u00e7\u00e3o bondosa.<\/h4><h4>Usando de termos metaf\u00f3ricos, o amoroso semeia, aduba, cuida da planta, protege, visa aos frutos, reparte os frutos e ajuda os frutos a dar mais frutos, ou seja, tem vi\u00e9s de socializa\u00e7\u00e3o doadora.<\/h4><h4>Nunca se esque\u00e7a de uma m\u00e1xima que nunca mente: o amor se v\u00ea pelos frutos (multiplica\u00e7\u00e3o). A pr\u00f3pria B\u00edblia j\u00e1 advertia para isso, que uma \u00e1rvore se conhece pelos frutos e que \u00e0s \u00e1rvores que n\u00e3o d\u00e3o frutos, ou d\u00e3o frutos ruins, o fogo \u00e9 destino justo.<\/h4><h4>\u00c9 t\u00e3o \u00edntima a rela\u00e7\u00e3o entre amor e produ\u00e7\u00e3o que se pode afirmar taxativamente que quem n\u00e3o produz, n\u00e3o ama. N\u00e3o se confunda produ\u00e7\u00e3o com simples trabalho, o qual tende a ser apenas somat\u00f3rio (conforme a opera\u00e7\u00e3o de adi\u00e7\u00e3o na aritm\u00e9tica) e n\u00e3o multiplicador\/gerador\/criador.<\/h4><h4>O princ\u00edpio \u00e9 que o corpo, na melhor das hip\u00f3teses, apenas soma (atenta \u00e0 quest\u00e3o etimol\u00f3gica em que \u201csoma\u201d significa corpo) e a \u201cpresen\u00e7a de esp\u00edrito amoroso\u201d, pr\u00f3prio do car\u00e1ter amoroso, multiplica.<\/h4><h4>A lei da INICIATIVA\/VONTADE est\u00e1 na alma, \u00e9 meta-corp\u00f3rea e amor \u00e9 produ\u00e7\u00e3o por iniciativa do amoroso.<\/h4><h4>Normalmente, quem simplesmente trabalha \u00e9 aut\u00f4mato, opera sem ser por sua iniciativa, cria coisa, mas n\u00e3o cria pot\u00eancia de criar, coisa pr\u00f3pria do car\u00e1ter amoroso propriamente dito.<\/h4><h4>Quem s\u00f3 trabalha, quanto mais trabalha mais exaure sua capacidade de trabalhar \u2013 lei da escassez \u2013 e quem ama, quanto mais ama mais potente para amar fica \u2013 lei da abund\u00e2ncia. O amoroso, fica claro, \u00e9 empreendedor no sentido amplo do termo, de gerador de valor.<\/h4><h4>O grupo de car\u00e1teres improdutivos (ou dos \u201csem car\u00e1ter\u201d), dos que n\u00e3o amam, ou amam deficientemente \u2013 vasta maioria \u2013 se divide em 4 tipos:<\/h4><h4>1) Parasit\u00e1rio-Recebedores;<\/h4><h4>2) Destrutivo-Necr\u00f3filos;<\/h4><h4>3) Destrutivo-Vendedores;<\/h4><h4>4) Parasit\u00e1rio-Acumuladores.<\/h4><h4>Claro que nenhum tipo \u00e9 absoluto e as pessoas mesclam-se em v\u00e1rios deles. Examinemos as linhas de cada orienta\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter.<\/h4><h4>O parasit\u00e1rio-recebedor, o tipo mais comum na popula\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m chamado por aut\u00f4mato; \u00e9 o med\u00edocre geral. \u00c9 pessoa que nunca cr\u00ea em nada que parta de seu interior e, em caso extremo, s\u00f3 tem por refer\u00eancia o que vem de fora, donde depende de tudo, j\u00e1 que n\u00e3o decide, sen\u00e3o para fazer desarmar a\u00e7\u00f5es externas que implicariam alguma mudan\u00e7a sobre si. Alguns s\u00e3o f\u00fateis, alguns trabalham sem produzir, no sentido j\u00e1 explicado, ou s\u00e3o meros utilitaristas-rasos. Em termos de socializa\u00e7\u00e3o, t\u00eam tend\u00eancia para o masoquismo.<\/h4><h4>O destrutivo-necr\u00f3filo tamb\u00e9m \u00e9 chamado de explorador, de sanguessuga, de vampiro, etc\u2026 Pode at\u00e9 empreender ou produzir algo, mas tem vistas as destruir mais que o que constr\u00f3i. Serve para castrar a for\u00e7a alheia, coisificar outrem ou arrasar os frutos \u00e9 seu objetivo. Pode atuar de maneira sutil ou expl\u00edcita. Coloquialmente, \u00e9 chamado de psicopata. Em termos de socializa\u00e7\u00e3o, ocupa os lugares dos s\u00e1dicos.<\/h4><h4>O tipo destrutivo-vendedor tamb\u00e9m \u00e9 chamado de jogador-sedutor e tem crescido muito, condiz com a no\u00e7\u00e3o de \u201ctempos l\u00edquidos\u201d. N\u00e3o orientam sua pot\u00eancia para a cria\u00e7\u00e3o de frutos na realidade, mas na cria\u00e7\u00e3o de ilus\u00f5es\/sonhos para ser vendidos e normalmente n\u00e3o entregues, muitas vezes compulsivamente, podendo haver concomit\u00e2ncia de ilus\u00f5es contradit\u00f3rias entre si. Seu afeto central \u00e9 a vaidade. Coloquialmente, s\u00e3o chamados de gente de vida dupla, tripla, qu\u00e1drupla, etc\u2026 S\u00e3o craques na dissimula\u00e7\u00e3o. T\u00eam em comum com os parasitas-recebedores o medo da interioridade essencial (e de da verdade em geral) e algum utilitarismo raso. Podem provocar, por leviandade, efeitos destrutivos tal como os destrutivo-necr\u00f3filos. Seu perfil social \u00e9 o de indiferente\/leviano\/insens\u00edvel para com o outro e at\u00e9 mesmo indiferente \u00e0 realidade.<\/h4><h4>O tipo parasit\u00e1rio-acumulador nunca produz, s\u00f3 acumula. Tem razo\u00e1vel senso de realismo, mas nunca confia em ningu\u00e9m, apesar de, geralmente, ser confi\u00e1vel num sentido imediato. Costuma ser muito expl\u00edcito no seu objetivo que \u00e9 o de preservar. Tem tend\u00eancias a neuroses e seu perfil social tende ao isolamento ou agir reservado.<\/h4><h4>Cabe n\u00e3o ter meias palavras: o verso da alma humana \u00e9 a conduta do car\u00e1ter amoroso, esfor\u00e7o de coer\u00eancia integrativa e orientada \u00e0 multiplica\u00e7\u00e3o proveitosa, a \u00fanica resposta amadurecida \u00e0 exist\u00eancia.<\/h4><h4>As condutas dos demais car\u00e1teres s\u00e3o sim patologia existencial\/moral\/\u00e9tica e n\u00e3o vem ao caso que a maioria esteja perversa, pois a m\u00e9trica amorosa jamais \u00e9 a m\u00e9trica social, mas sim medida c\u00f3smica, de fus\u00e3o individual para com o todo ou Divino e que \u00e9 deflagrada pela centelha da vontade individual.<\/h4><h4>A vontade \u00e9 o que \u00e9 objeto do ju\u00edzo moral e, pois, ser ou n\u00e3o pessoa \u201cde car\u00e1ter\u201d tamb\u00e9m o \u00e9. Ao contr\u00e1rio do que o senso comum costuma reverberar, n\u00e3o existe posi\u00e7\u00e3o neutra no tema de amor ou bondade-maldade: ou amas\/produz ou \u00e9 perverso\/mina (destr\u00f3i) produ\u00e7\u00e3o alheia. \u00c9 igualzinho ao tema da salada que alimenta ou n\u00e3o, independentemente do seu tempero.<\/h4><h4>Que se valha o leitor do sucinto mapa de temperamentos e car\u00e1teres aqui exposto para melhor reconhecer a amorosidade dos seus. Preste muita aten\u00e7\u00e3o e ver\u00e1s que, n\u00e3o raro, os resultados s\u00e3o de tremer.<\/h4><h4><span style=\"color: #0000ff;\"> <a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/masterclass-tipos-de-carater-de-agressividade-e-de-respostas-ao-mal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Se o tema te interessa, conhe\u00e7a nossa Masterclass completa sobre os tipos de Car\u00e1ter cliquando <span style=\"text-decoration: underline;\">AQUI<\/span><\/a>.<\/span><\/h4><p><strong>SP, 14\/11\/2017<\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-905e2e8 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"905e2e8\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div 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