{"id":9557,"date":"2017-09-29T18:41:00","date_gmt":"2017-09-29T21:41:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9557"},"modified":"2020-03-08T18:54:52","modified_gmt":"2020-03-08T21:54:52","slug":"020-amor-ter-ou-ser-eis-a-questao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/020-amor-ter-ou-ser-eis-a-questao\/","title":{"rendered":"020 &#8211; Amor: Ter ou Ser, eis a quest\u00e3o?"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9557\" class=\"elementor elementor-9557\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">020 &#8211; Amor: Ter ou Ser, eis a quest\u00e3o?<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano 29-09-2017<\/h4><h4>Tente captar a distin\u00e7\u00e3o entre afirmar: \u201ctenho um filho\u201d ou \u201csou pai\u201d. Ainda, entre milhares de possibilidades exemplificativas: \u201ctenho um c\u00f4njuge\u201d ou \u201csou casado\u201d, \u201ctenho namorado\u201d ou \u201csou namorado\u201d, etc\u2026 S\u00f3 em patamar muito grosseiro, largu\u00edssimo, as express\u00f5es comparadas s\u00e3o sin\u00f4nimas entre si, j\u00e1 que o m\u00ednimo de rigor basta para sublinhar o fosso sem\u00e2ntico que as divide.<\/h4><h4>Ou seja, j\u00e1 se v\u00ea, de partida, que a dimens\u00e3o do AMOR, no sentido pr\u00f3prio, est\u00e1 fora do quadrante de significados do TER e cabe muito mais propriamente no quadrante de significados do SER.<\/h4><h4>A quem conhece o be-a-b\u00e1 da ontologia, sabe que a no\u00e7\u00e3o de TER pertence \u00e0 categoria ontol\u00f3gica de ESTADO e que a no\u00e7\u00e3o de SER, por sua vez, pertence \u00e0s categorias da QUALIDADE ou da SUBST\u00c2NCIA mesmo.<\/h4><h4>Ou seja, \u201cTER\u201d denota, via de regra, um senso de predom\u00ednio circunstancial, sem penetra\u00e7\u00e3o ou mesmo integra\u00e7\u00e3o na ess\u00eancia de quem tem, atributos esses da qualidade e subst\u00e2ncia.<\/h4><h4>A categoria do estado denota, em um certo sentido, uma qualidade, mas, superficial, de baixa estabilidade no tempo, como, por exemplo, \u201cfulano est\u00e1 com roupa vermelha\u201d (equivalente a que fulano \u201ctem\u201d roupa vermelha agora). A categoria da qualidade denota, em certo sentido reverso complementar, um estado, mas com alta, ou ao menos maior, estabilidade no tempo, como, por exemplo, \u201cfulano \u00e9 magro\u201d. \u00c9 \u00f3bvio que o fulano pode engordar, mas n\u00e3o na mesma fugacidade como pode ele trocar de roupa.<\/h4><h4>A l\u00edngua portuguesa \u00e9 uma das poucas l\u00ednguas que brinda seus nativos com o verbo ESTAR (irm\u00e3o g\u00eameo do TER) e justamente para melhor sublinhar as distin\u00e7\u00f5es entre ESTADO e QUALIDADE.<\/h4><h4>Agora, voltamos \u00e0 quest\u00e3o j\u00e1 insinuada na partida: temos AMOR ou somos AMOROSOS? Tamb\u00e9m como j\u00e1 adiantado, a conclus\u00e3o \u00e9 que ou SOMOS AMOROSOS ou N\u00c3O SOMOS AMOROSOS, pois AMOR condiz, s\u00f3 e s\u00f3, com o SER, demandando, no m\u00ednimo, a estabilidade da qualidade, n\u00e3o suprida pela condi\u00e7\u00e3o de mero estado.<\/h4><h4>Se algu\u00e9m EST\u00c1 amando, pode-se dizer que, no sentido, pr\u00f3prio n\u00e3o \u00e9 caso de AMOR, sen\u00e3o por figura de linguagem. Ou \u00e9 caso de sentimentos\/paix\u00f5es como enamoramento, sedu\u00e7\u00e3o, admira\u00e7\u00e3o, etc., ou ainda pode ser o caso de um ego-expandido.<\/h4><h4>Quem EST\u00c1 amando (?), o est\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o a um OBJETO, no caso um OBJETO DE AMOR, ou seja, est\u00e1 atra\u00eddo POR fora de si. Por outro lado, quem \u00c9 amoroso, o \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o a si como SUJEITO DE SI e tal que est\u00e1 impelido PARA fora de si, ou seja, \u00e9 SUJEITO DE AMOR.<\/h4><h4>Muita aten\u00e7\u00e3o \u00e0s preposi\u00e7\u00f5es POR e PARA, pois mudam o sentido em 180 graus e \u00e9 essa nuance, quando vigente o PARA, que caracteriza o AMOR.<\/h4><h4>AMOR \u00e9 sempre UNIVERSAL no sentido de dizer que QUEM AMA (QUEM \u00c9 AMOROSO) AMA TUDO (A GENERALIDADE DAS COISAS), de maneira que, no m\u00ednimo, h\u00e1 de ser uma QUALIDADE, estado predominante, como vimos do SUJEITO, \u00e9 uma caracter\u00edstica penetrada nele.<\/h4><h4>O AMOROSO vai buscar m\u00faltiplos objetos de amor para desaguar seu \u00edmpeto de AMOR e em uma rela\u00e7\u00e3o de acumula\u00e7\u00e3o crescente de objetos de amor, pois \u00e9 caracter\u00edstica do AMOROSO n\u00e3o se conter, nem conter os objetos. \u00c9 o tipo de pessoa que AMA o seu filho, ama a juventude, ama o filho do vizinho, o pr\u00f3prio vizinho, o pai, as pessoas idosas em geral, respeita a lei de tr\u00e2nsito porque \u00e9 para respeitar as pessoas e n\u00e3o porque tenha c\u00e2mera do Detran no local, etc. Enfim, o SUJEITO DE AMOR \u00e9 CONSCIENCIOSO e vice-versa. O seu afeto interior geral \u00e9 de GRATID\u00c3O para com a exist\u00eancia.<\/h4><h4>Claro que uma pessoa pode ser AMOROSO\/CONSCIENCIOSA e deixar de ser, bem como o inverso pode se dar. O caminho do n\u00e3o ser AMOROSO ao o ser, ser\u00e1 uma muta\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter geral da pessoa, processo que, se ocorrer, tende \u00e0 morosidade de anos. \u00c9 natural que qualidades, uma vez incorporadas, sejam dif\u00edceis de alterar.<\/h4><h4>Se a altera\u00e7\u00e3o qualitativa, contudo, \u00e9 imposs\u00edvel de ocorrer, seja no tempo, seja no aspecto de que tamb\u00e9m n\u00e3o tem oscila\u00e7\u00f5es quantitativas quaisquer, estaremos no caso de se cuidar da pr\u00f3pria substancialidade.<\/h4><h4>Uma pessoa AMOROSA n\u00e3o \u00e9 perfeita, tenha-se em mente, pois mesmo as pessoas de car\u00e1ter muito integrado e muito forte padecem de oscila\u00e7\u00f5es, o que, em si, n\u00e3o implica a perda absoluta do car\u00e1ter, tanto quanto as oscila\u00e7\u00f5es sejam pontuais.<\/h4><h4>Dizer-se-\u00e1 que algu\u00e9m n\u00e3o \u00e9 qualitativamente amoroso, mas sim substancialmente amoroso, se alcan\u00e7ar o patamar de amor puro, ou seja, de JESUS CRISTO, de BUDA, de not\u00e1veis l\u00edderes espirituais, divindades, etc., porque as suas identidades s\u00e3o reconhecidas como amor-puro ao SER.<\/h4><h4>A vasta maioria das pessoas, em todos os tempos e lugares, n\u00e3o \u00e9 AMOROSA nem no n\u00edvel qualitativo. O afeto interior regente da vasta maioria das pessoas \u00e9 o RESSENTIMENTO, ainda que difuso, n\u00e3o a gratid\u00e3o.<\/h4><h4>Ressentimento \u00e9 fermento do EGO, o obst\u00e1culo s\u00e9rio do AMOR e cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 inversa a ele, pois o AMOR tende a n\u00e3o conten\u00e7\u00e3o e o EGO, justamente, tende \u00e0 conten\u00e7\u00e3o ou posse de si e das coisas.<\/h4><h4>Imagine o exemplo simples de uma pessoa que ama o filho dela, mas odeia crian\u00e7as. Que ama o c\u00f4njuge ou a m\u00e3e, mas n\u00e3o gosta ou despreza gente. \u00c9 o que mais h\u00e1.<\/h4><h4>Essas pessoas s\u00e3o EGO\u00cdSTAS. Dizem e at\u00e9 podem pensar que amam esses objetos do amor, mas n\u00e3o se cuida de AMOR, cuida-se de mero EGO-EXPANDIDO, uma forma sutil de ego, mas n\u00e3o menos eg\u00f3ica.\u00a0 Essas rela\u00e7\u00f5es t\u00eam tudo para fomento de posse, pretens\u00e3o de controle, modelagem ps\u00edquica, etc\u2026, pois, ainda que at\u00e9 inconscientes, s\u00e3o orientadas a uma fun\u00e7\u00e3o pol\u00edtica ou de prote\u00e7\u00e3o do EGO\u00cdSTA.<\/h4><h4>O sujeito ego\u00edsta estabelece uma rela\u00e7\u00e3o para com o seus objetos de (dito) amor que desintegra, na medida em que s\u00e3o rela\u00e7\u00f5es que impedem a abund\u00e2ncia pr\u00f3pria do amor de que \u201cquanto mais se ama, mais se ama\u201d. O pr\u00f3prio do ego\u00edsta \u00e9 que, porque (pensa que) ama um objeto, h\u00e1 de ama-lo em DETRIMENTO dos demais. Normalmente, tem at\u00e9 orgulho de proclamar isso em pulm\u00f5es cheios, tal como que preterir ou at\u00e9 desprezar outros objetos de amor implicasse uma \u201cpureza\u201d ao seu pseudo amor que leva ao objeto limitante.<\/h4><h4>Ego\u00edsmo e orgulho andam de m\u00e3os dadas e dedos entrela\u00e7ados. Essa regra n\u00e3o costuma falhar e quando a rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 percebida, provavelmente ela segue existindo, mas em n\u00edvel sutil.<\/h4><h4>Amor sempre \u00e9 ato de fus\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o nossa ao SER, ao movimento expansivo cont\u00ednuo, que \u00e9, pois, o oposto do TER, que mira a posse, a conten\u00e7\u00e3o. N\u00e3o vamos amar porque em algum momento vamos achar o objeto perfeito do amor, conforme uma estupidez rom\u00e2ntica inculca. Quando tiverdes essa impress\u00e3o de ter achado o objeto perfeito do amor, saiba, sem risco de erro, que est\u00e1s vitimado por seu ego, por sedu\u00e7\u00e3o externa ou por ambos. Vamos AMAR quando decidirmos AMAR (ser sujeitos de amor) e a\u00ed os objetos dignos de amor ser\u00e3o sempre abundantes. N\u00e3o h\u00e1 falha na lei do SER e ABUND\u00c2NCIA.<\/h4><h4>A divis\u00e3o entre mat\u00e9ria e forma foi alcan\u00e7ada pelo g\u00eanio humano j\u00e1 nos tempos da Antiguidade, tanto no Ocidente quanto no Oriente e dentro do contexto de esfor\u00e7o de solu\u00e7\u00e3o de uma tens\u00e3o intelectual maior que \u00e9 dar cabo do problema da coexist\u00eancia do finito e infinito.<\/h4><h4>Nesta banda ocidental do mundo, o debate antigo sobre a mat\u00e9ria e forma e que at\u00e9 hoje ilumina o tema se deu entre Plat\u00e3o, com sua conhecida teoria das formas puras transcendentais, e Arist\u00f3teles, que lhe objetava com a teoria do ser imanente.<\/h4><h4>Para o foco deste artigo, vale atentar que para o homem a forma corresponde \u00e0 nossa ALMA e mat\u00e9ria, evidentemente, ao nosso CORPO.<\/h4><h4>O corpo \u00e9 finito (ou, noutras palavras, corrupt\u00edvel), \u00e9 obviedade, j\u00e1 a alma \u00e9 infinita, como imortal, isso \u00e9 defendido explicitamente desde a cultura eg\u00edpcia. Para n\u00f3s ocidentais, conhecer a defesa da imortalidade da alma protagonizada por S\u00f3crates, no di\u00e1logo F\u00e9don de Plat\u00e3o, \u00e9 de rigor e tem a fun\u00e7\u00e3o de ser como que um dos indispens\u00e1veis primeiros degraus da escada de dom\u00ednio metaf\u00edsico.<\/h4><h4>O corpo humano material, obviamente e como n\u00e3o poderia ser diferente, se sujeita \u00e0s leis da mat\u00e9ria tal como qualquer outro corpo f\u00edsico.<\/h4><h4>A lei mais universal da mat\u00e9ria \u00e9 a LEI DA IN\u00c9RCIA, tal que uma vez posta, por uma causa eficiente, a coisa f\u00edsica-material em movimento este segue por si inercialmente e no ritmo dado. Aten\u00e7\u00e3o que movimento n\u00e3o quer dizer meramente movimento espacial. Integra o senso de movimento a gera\u00e7\u00e3o\/corrup\u00e7\u00e3o, as altera\u00e7\u00f5es quanti\/qualitativas e a transforma\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>Uma vez concebidos, seguimos inercialmente nosso movimento pelo mundo e sob os impactos (afetos) dos demais agentes eficientes externos tal como bolas de bilhar que batem umas nas outras. Diante da imagem do le\u00e3o ou da pessoa linda, Reagimos \u2013 ou, ao menos, tendemos a reagir \u2013 inercialmente segundo um padr\u00e3o de aproxima\u00e7\u00e3o ou afastamento. Nos corpos vivos, a IN\u00c9RCIA se chama INSTINTO (desejos e paix\u00f5es tamb\u00e9m bebem da IN\u00c9RCIA com canecas grandes).<\/h4><h4>A 2\u00aa lei mais universal da mat\u00e9ria e que, a rigor, \u00e9 mera deriva\u00e7\u00e3o da lei da in\u00e9rcia, \u00e9 a LEI DA PRESERVA\u00c7\u00c3O DA MAT\u00c9RIA. Ou seja, mat\u00e9ria, em si, quer se preservar, passe por quais transforma\u00e7\u00f5es passar. \u00c9 um princ\u00edpio de esfor\u00e7o, mas que sempre ser\u00e1 vencido, pois \u00e9 pr\u00f3prio da mat\u00e9ria se corromper\/dissolver.<\/h4><h4>Coisas materiais s\u00e3o e s\u00e3o finitas, sem exce\u00e7\u00f5es. O principio \u00e9 que toda mat\u00e9ria \u00e9, num sentido, ca\u00f3tica e que, pois, toda estabilidade (forma) que logre seja transitoriamente. A preserva\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria n\u00e3o \u00e9 que ela n\u00e3o mude de incorpora\u00e7\u00e3o de forma, mas que justamente ela n\u00e3o para de mudar, tal que nunca vira forma pura (est\u00e1vel sempre), ficando sempre mat\u00e9ria inst\u00e1vel.<\/h4><h4>Plat\u00e3o conjecturava o problema finito e infinito com exemplos do tipo: que o cavalo, qualquer cavalo, em particular morre, mas cavalos n\u00e3o morrem. O \u201ccavalo-em-si\u201d e que Arist\u00f3teles iria chamar de \u201ccavalice\u201d, essa \u2013 forma \u2013 perene, tal que os cavalos v\u00e3o, mas a cavalice fica. A mesma quest\u00e3o posta, contudo, para o ser individual \u00e9 que o corpo vai e a alma fica.<\/h4><h4>O que \u00e9 relevante destacar sobre a mat\u00e9ria \u00e9 que toda sua l\u00f3gica \u00e9 de ESCASSEZ\/TRANSITORIDADE\/LIMITES.\u00a0 O seu esfor\u00e7o de preserva\u00e7\u00e3o, aos homens, \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o de MEDO (manancial do esp\u00edrito de defesa, ego, etc.). Sua s\u00edntese sem\u00e2ntica est\u00e1 contida na no\u00e7\u00e3o de \u201cCONSUMO\u201d\u00a0 (de sumir \u201ccom\u201d).<\/h4><h4>Nosso foco neste artigo n\u00e3o \u00e9 arguir a imortalidade da alma, mas, assumida a imortalidade, arguir o imbricamento umbilical com o AMOR, sendo este a \u201cantecipa\u00e7\u00e3o\u201d da imortalidade.<\/h4><h4>A LEI DA INICIATIVA (ou VONTADE ou, ainda, DECIS\u00c3O) \u00e9, como se diz, a \u00fanica que pode INICIAR, acelerar, refrear, abafar ou dirigir a IN\u00c9RCIA material. A vontade, pois, \u00e9 AGENTE ou ATIVA e n\u00e3o REAGENTE nem REATIVA.<\/h4><h4>A rigor, a \u00fanica for\u00e7a que pode existir no homem \u00e9 a vontade. A express\u00e3o comum \u201cfor\u00e7a de vontade\u201d \u00e9 pleonasmo.<\/h4><h4>A seu turno, os termos vontade e amor s\u00e3o bastante pol\u00edvocos e em v\u00e1rias acep\u00e7\u00f5es combinam-se entre si em rela\u00e7\u00e3o de igualdade e, nas acep\u00e7\u00f5es em que n\u00e3o se combinam como iguais, s\u00e3o parecidos semanticamente como irm\u00e3os-g\u00eameos. Ou seja, por transitividade, for\u00e7a \u00e9 amor e amor \u00e9 for\u00e7a.<\/h4><h4>A vontade (amor\/decis\u00e3o) est\u00e1 no dom\u00ednio da ALMA e n\u00e3o da MAT\u00c9RIA, tal \u00e9 \u00f3bvio. Do contr\u00e1rio, ser\u00edamos coisas e, por igual, n\u00e3o haveria tanta diferen\u00e7a entre os pr\u00f3prios homens \u2013 que s\u00e3o justamente as diferen\u00e7as de esp\u00edrito ou de consci\u00eancia.<\/h4><h4>Reconhecer a for\u00e7a na vontade tamb\u00e9m \u00e9 uma obviedade, pois \u00e9 ela e s\u00f3 ela que subjuga a mat\u00e9ria. A fortiori, pois, o m\u00e1ximo da for\u00e7a est\u00e1 no amor, j\u00e1 que este \u00e9 a maior convoca\u00e7\u00e3o que a vontade pode receber.<\/h4><h4>Imagina o adolescente altamente DESEJANTE (paix\u00e3o) por um t\u00eanis. At\u00e9 o corpo dele treme com a imagina\u00e7\u00e3o e ante a n\u00e3o realiza\u00e7\u00e3o do desejo. Passa a ter medo de rejei\u00e7\u00e3o, medo de estima, medo de inexistir mais t\u00eanis, etc\u2026<\/h4><h4>Numa dada hora, o DESEJO pode ser satisfeito. Que alegria que ele sente! Mas dura s\u00f3 uns minutos e a\u00ed ele fica com t\u00e9dio da coisa, a rejeita e busca outra e assim, sucessivamente. \u00c9 tal da erraticidade da mat\u00e9ria e seu esfor\u00e7o para autopreserva\u00e7\u00e3o como mat\u00e9ria. Ao cabo, o nosso n\u00e3o apenas consome o t\u00eanis, ele CONSOME A SI, no sentido m\u00ednimo de que n\u00e3o \u201csalta\u201d para algo melhor, sumindo-se em si.<\/h4><h4>Se ele tiver, contudo, VONTADE \u2013 for\u00e7a \u2013 para n\u00e3o comprar o t\u00eanis, mesmo que tenha o dinheiro, mas logre CONTROLAR a paix\u00e3o desejante e, pois, fique com o capital para alocar em algo melhor, h\u00e1 chances de que este algo adquirido por FOR\u00c7A DE VONTADE n\u00e3o seja, a priori, algo que v\u00e1 lhe gerar t\u00e9dio, ao menos logo. Como se diz em termos populares, se n\u00e3o tem esfor\u00e7o n\u00e3o se d\u00e1 valor.<\/h4><h4>Uma caracter\u00edstica da CONSUMA\u00c7\u00c3O da VONTADE \u2013 e das coisas espirituais em geral \u2013 \u00e9 que uma vez alcan\u00e7ado um patamar, a outro, mais alto se tende. A regra das coisas da ALMA n\u00e3o \u00e9 a PRESERVA\u00c7\u00c3O, mas a EXPANS\u00c3O. Sim, deve ter observado que mat\u00e9ria e alma s\u00e3o antag\u00f4nicas em suas l\u00f3gicas\u2026<\/h4><h4>O mo\u00e7o do nosso \u00faltimo exemplo tende a expandir sua for\u00e7a e, pois, as possibilidades gerais da vida dele, desde conseguir subir os muitos degraus do crescimento em que n\u00e3o s\u00f3 se seleciona e mant\u00eam o capital \u201cn\u00e3o consumido\u201d, mas o frutifica, ou, seja \u201cCONSUMA\u201d O SEU SER em um patamar mais alto. Que alegria tem o plantador ao ver o fruto e o fruto do fruto e por a\u00ed vai.<\/h4><h4>Aten\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica: CON-SUMAR, ficar com, dar\u00a0 ou fazer a SUMA, a ess\u00eancia.<\/h4><h4>Se esse processo for bom e chegar ao seu \u00e1pice, ser\u00e1 o caso da pessoa conseguir AMAR, ou seja, gozar do m\u00e1ximo de espiritualidade neste mundo material, o m\u00e1ximo poss\u00edvel de antecipa\u00e7\u00e3o da infinitude nesta vida.<\/h4><h4>Se tiveres d\u00favida, dirima a quest\u00e3o pela pr\u00f3pria sensa\u00e7\u00e3o corp\u00f3rea: a mat\u00e9ria tem como emo\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria o MEDO e a alma, ao oposto, o MARAVILHAMENTO.<\/h4><h4>\u00c9 comum o erro de associar o oposto do MEDO \u00e0 CORAGEM, mas n\u00e3o \u00e9 o caso. A CORAGEM \u00e9 o oposto da COVARDIA, ambas atitudes humanas, mas n\u00e3o emo\u00e7\u00f5es no sentido pr\u00f3prio, como s\u00e3o MEDO e MARAVILHAMENTO.<\/h4><h4>Recorda tu, leitor, de momentos em que vivestes ambas as sensa\u00e7\u00f5es e expressa, com sinceridade, os contrastes dos efeitos de contra\u00e7\u00e3o ou expans\u00e3o e bem como a sua pr\u00f3pria percep\u00e7\u00e3o do TEMPO sob os distintos estados.<\/h4><h4>Vide quem tem mais \u201ceternidade antecipada\u201d, se o acumulador (ego\u00edsta\/indeciso) ou se o doador (altru\u00edsta\/decidido). As evid\u00eancias s\u00e3o evidentes, com o perd\u00e3o do trocadilho.<\/h4><h4>O AMOR, por ser o cume das coisas da alma, tende ao cume da l\u00f3gica da ABUND\u00c2NCIA\/ESTABILIDADE\/EXPANS\u00c3O, ou seja, o oposto das coisas da mat\u00e9ria e at\u00e9 porque ele se realiza tanto mais quanto menos materialidade nos permitimos.<\/h4><h4>O consumador enriquece na medida em que ama e o consumidor empobrece na medida em que se consome.<\/h4><h4>Veja exemplo do \u201cmercado do amor de par\u201d. Conhece gente que atrai outras pessoas por sua \u201cESCASSEZ\u201d (perfil furtivo, evasivo, at\u00e9 de desprezo, como l\u00f3gica de oferta e procura). Isso \u00e9 altamente eficaz para seres materializados, regidos pela mesma l\u00f3gica que o consumo das coisas, coerente em: mais mat\u00e9ria mais \u201ccoisa\u201d.<\/h4><h4>Em uma rela\u00e7\u00e3o dessas, quem mostra decis\u00e3o pelo outro fica at\u00e9 em situa\u00e7\u00e3o pior em rela\u00e7\u00e3o a quem d\u00e1 desprezo. Quem d\u00e1 decis\u00e3o refor\u00e7a o MEDO no outro, j\u00e1 que, lembre-se, o materializado quer preservar a mat\u00e9ria e, logo, foge de decis\u00e3o, ou seja, de coisa da alma. Pode at\u00e9 acontecer um cen\u00e1rio necr\u00f3filo de quem d\u00e1 AMOR padecer do MEDO de dar amor ao outro e a\u00ed segue um ciclo pernicioso.<\/h4><h4>Se a rela\u00e7\u00e3o no \u201cmercado de amor de par\u201d, contudo, for entre seres pouco materializados (mais espiritualizados, pois), a l\u00f3gica \u00e9 absolutamente a inversa: o valor cambial est\u00e1 justamente na ABUND\u00c2NCIA de tomada de decis\u00e3o positiva e num esquema em que a FIRMEZA de um evoca e provoca a firmeza do outro, desprezado,\u00a0 nesse ambiente o \u201chesitante eterno\u201d. A l\u00f3gica neste caso \u00e9 tal que, quanto mais decis\u00e3o um prov\u00ea, a moeda de troca h\u00e1 de ser tamb\u00e9m decis\u00e3o, mas em um esquema em que 1 decis\u00e3o + 1 decis\u00e3o s\u00e3o mais do que apenas 2 decis\u00f5es, ou seja, \u00e9 o efeito de multiplica\u00e7\u00e3o mais que o de soma. O razo\u00e1vel nesses casos seria que, quem n\u00e3o decide (n\u00e3o tem iniciativa, nem amor, nem vontade) precisasse achar uma feira de corpos para se vender, mas n\u00e3o insistir na boutique de almas.<\/h4><h4>\u00c9 muito f\u00e1cil achar essas feiras de corpos. Algumas delas s\u00e3o apelidadas de BALADAS \u2013 simples assim. A boutique de almas, a seu turno, j\u00e1 \u00e9 coisa mais escassa neste mundo consumista\u2026 Vamos \u00e0 feira ou boutique?<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ba4128 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9ba4128\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8934 size-medium\" src=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png 300w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-150x150.png 150w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-768x768.png 768w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-162d43e\" data-id=\"162d43e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ef0d6db elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ef0d6db\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Vicente do Prado Tolezano \u00e9 graduado em direito pe\u00e7a PUC\/SP e Mestre em Filosofia pela Faculdade do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>020 &#8211; Amor: Ter ou Ser, eis a quest\u00e3o? Autor: Vicente do Prado Tolezano 29-09-2017 Tente captar a distin\u00e7\u00e3o entre afirmar: \u201ctenho um filho\u201d ou \u201csou pai\u201d. Ainda, entre milhares de possibilidades exemplificativas: \u201ctenho um c\u00f4njuge\u201d ou \u201csou casado\u201d, \u201ctenho namorado\u201d ou \u201csou namorado\u201d, etc\u2026 S\u00f3 em patamar muito grosseiro, largu\u00edssimo, as express\u00f5es comparadas s\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1016,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[85,50],"tags":[165,24,169,171,136,173,174,172,170,168,82],"class_list":["post-9557","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-artigos-amor-consciencia-e-liberdade","tag-abundancia","tag-amor","tag-amoroso","tag-categoria","tag-ego","tag-ego-expandido","tag-egoista","tag-gratidao","tag-qualidade","tag-ser","tag-substancia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9557","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9557"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9557\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9562,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9557\/revisions\/9562"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1016"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9557"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9557"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9557"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}