{"id":9549,"date":"2017-09-22T18:05:00","date_gmt":"2017-09-22T21:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9549"},"modified":"2020-03-08T18:38:37","modified_gmt":"2020-03-08T21:38:37","slug":"019-leis-dos-corpos-do-amor-da-consumacao-feiras-e-boutique","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/019-leis-dos-corpos-do-amor-da-consumacao-feiras-e-boutique\/","title":{"rendered":"019 &#8211; Leis dos Corpos\/Consumo, do Amor\/Consuma\u00e7\u00e3o &#8211; Feiras e Boutique"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9549\" class=\"elementor elementor-9549\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">019 &#8211; Lei dos Corpos\/Consumo, do Amor\/Consuma\u00e7\u00e3o &#8211; Feiras e Boutique<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano 22-09-2017<\/h4><h4>A divis\u00e3o entre mat\u00e9ria e forma foi alcan\u00e7ada pelo g\u00eanio humano j\u00e1 nos tempos da Antiguidade, tanto no Ocidente quanto no Oriente e dentro do contexto de esfor\u00e7o de solu\u00e7\u00e3o de uma tens\u00e3o intelectual maior que \u00e9 dar cabo do problema da coexist\u00eancia do finito e infinito.<\/h4><h4>Nesta banda ocidental do mundo, o debate antigo sobre a mat\u00e9ria e forma e que at\u00e9 hoje ilumina o tema se deu entre Plat\u00e3o, com sua conhecida teoria das formas puras transcendentais, e Arist\u00f3teles, que lhe objetava com a teoria do ser imanente.<\/h4><h4>Para o foco deste artigo, vale atentar que para o homem a forma corresponde \u00e0 nossa ALMA e mat\u00e9ria, evidentemente, ao nosso CORPO.<\/h4><h4>O corpo \u00e9 finito (ou, noutras palavras, corrupt\u00edvel), \u00e9 obviedade, j\u00e1 a alma \u00e9 infinita, como imortal, isso \u00e9 defendido explicitamente desde a cultura eg\u00edpcia. Para n\u00f3s ocidentais, conhecer a defesa da imortalidade da alma protagonizada por S\u00f3crates, no di\u00e1logo F\u00e9don de Plat\u00e3o, \u00e9 de rigor e tem a fun\u00e7\u00e3o de ser como que um dos indispens\u00e1veis primeiros degraus da escada de dom\u00ednio metaf\u00edsico.<\/h4><h4>O corpo humano material, obviamente e como n\u00e3o poderia ser diferente, se sujeita \u00e0s leis da mat\u00e9ria tal como qualquer outro corpo f\u00edsico.<\/h4><h4>A lei mais universal da mat\u00e9ria \u00e9 a LEI DA IN\u00c9RCIA, tal que uma vez posta, por uma causa eficiente, a coisa f\u00edsica-material em movimento este segue por si inercialmente e no ritmo dado. Aten\u00e7\u00e3o que movimento n\u00e3o quer dizer meramente movimento espacial. Integra o senso de movimento a gera\u00e7\u00e3o\/corrup\u00e7\u00e3o, as altera\u00e7\u00f5es quanti\/qualitativas e a transforma\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>Uma vez concebidos, seguimos inercialmente nosso movimento pelo mundo e sob os impactos (afetos) dos demais agentes eficientes externos tal como bolas de bilhar que batem umas nas outras. Diante da imagem do le\u00e3o ou da pessoa linda, Reagimos \u2013 ou, ao menos, tendemos a reagir \u2013 inercialmente segundo um padr\u00e3o de aproxima\u00e7\u00e3o ou afastamento. Nos corpos vivos, a IN\u00c9RCIA se chama INSTINTO (desejos e paix\u00f5es tamb\u00e9m bebem da IN\u00c9RCIA com canecas grandes).<\/h4><h4>A 2\u00aa lei mais universal da mat\u00e9ria e que, a rigor, \u00e9 mera deriva\u00e7\u00e3o da lei da in\u00e9rcia, \u00e9 a LEI DA PRESERVA\u00c7\u00c3O DA MAT\u00c9RIA. Ou seja, mat\u00e9ria, em si, quer se preservar, passe por quais transforma\u00e7\u00f5es passar. \u00c9 um princ\u00edpio de esfor\u00e7o, mas que sempre ser\u00e1 vencido, pois \u00e9 pr\u00f3prio da mat\u00e9ria se corromper\/dissolver.<\/h4><h4>Coisas materiais s\u00e3o e s\u00e3o finitas, sem exce\u00e7\u00f5es. O principio \u00e9 que toda mat\u00e9ria \u00e9, num sentido, ca\u00f3tica e que, pois, toda estabilidade (forma) que logre seja transitoriamente. A preserva\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria n\u00e3o \u00e9 que ela n\u00e3o mude de incorpora\u00e7\u00e3o de forma, mas que justamente ela n\u00e3o para de mudar, tal que nunca vira forma pura (est\u00e1vel sempre), ficando sempre mat\u00e9ria inst\u00e1vel.<\/h4><h4>Plat\u00e3o conjecturava o problema finito e infinito com exemplos do tipo: que o cavalo, qualquer cavalo, em particular morre, mas cavalos n\u00e3o morrem. O \u201ccavalo-em-si\u201d e que Arist\u00f3teles iria chamar de \u201ccavalice\u201d, essa \u2013 forma \u2013 perene, tal que os cavalos v\u00e3o, mas a cavalice fica. A mesma quest\u00e3o posta, contudo, para o ser individual \u00e9 que o corpo vai e a alma fica.<\/h4><h4>O que \u00e9 relevante destacar sobre a mat\u00e9ria \u00e9 que toda sua l\u00f3gica \u00e9 de ESCASSEZ\/TRANSITORIDADE\/LIMITES.\u00a0 O seu esfor\u00e7o de preserva\u00e7\u00e3o, aos homens, \u00e9 a sensa\u00e7\u00e3o de MEDO (manancial do esp\u00edrito de defesa, ego, etc.). Sua s\u00edntese sem\u00e2ntica est\u00e1 contida na no\u00e7\u00e3o de \u201cCONSUMO\u201d\u00a0 (de sumir \u201ccom\u201d).<\/h4><h4>Nosso foco neste artigo n\u00e3o \u00e9 arguir a imortalidade da alma, mas, assumida a imortalidade, arguir o imbricamento umbilical com o AMOR, sendo este a \u201cantecipa\u00e7\u00e3o\u201d da imortalidade.<\/h4><h4>A LEI DA INICIATIVA (ou VONTADE ou, ainda, DECIS\u00c3O) \u00e9, como se diz, a \u00fanica que pode INICIAR, acelerar, refrear, abafar ou dirigir a IN\u00c9RCIA material. A vontade, pois, \u00e9 AGENTE ou ATIVA e n\u00e3o REAGENTE nem REATIVA.<\/h4><h4>A rigor, a \u00fanica for\u00e7a que pode existir no homem \u00e9 a vontade. A express\u00e3o comum \u201cfor\u00e7a de vontade\u201d \u00e9 pleonasmo.<\/h4><h4>A seu turno, os termos vontade e amor s\u00e3o bastante pol\u00edvocos e em v\u00e1rias acep\u00e7\u00f5es combinam-se entre si em rela\u00e7\u00e3o de igualdade e, nas acep\u00e7\u00f5es em que n\u00e3o se combinam como iguais, s\u00e3o parecidos semanticamente como irm\u00e3os-g\u00eameos. Ou seja, por transitividade, for\u00e7a \u00e9 amor e amor \u00e9 for\u00e7a.<\/h4><h4>A vontade (amor\/decis\u00e3o) est\u00e1 no dom\u00ednio da ALMA e n\u00e3o da MAT\u00c9RIA, tal \u00e9 \u00f3bvio. Do contr\u00e1rio, ser\u00edamos coisas e, por igual, n\u00e3o haveria tanta diferen\u00e7a entre os pr\u00f3prios homens \u2013 que s\u00e3o justamente as diferen\u00e7as de esp\u00edrito ou de consci\u00eancia.<\/h4><h4>Reconhecer a for\u00e7a na vontade tamb\u00e9m \u00e9 uma obviedade, pois \u00e9 ela e s\u00f3 ela que subjuga a mat\u00e9ria. A fortiori, pois, o m\u00e1ximo da for\u00e7a est\u00e1 no amor, j\u00e1 que este \u00e9 a maior convoca\u00e7\u00e3o que a vontade pode receber.<\/h4><h4>Imagina o adolescente altamente DESEJANTE (paix\u00e3o) por um t\u00eanis. At\u00e9 o corpo dele treme com a imagina\u00e7\u00e3o e ante a n\u00e3o realiza\u00e7\u00e3o do desejo. Passa a ter medo de rejei\u00e7\u00e3o, medo de estima, medo de inexistir mais t\u00eanis, etc\u2026<\/h4><h4>Numa dada hora, o DESEJO pode ser satisfeito. Que alegria que ele sente! Mas dura s\u00f3 uns minutos e a\u00ed ele fica com t\u00e9dio da coisa, a rejeita e busca outra e assim, sucessivamente. \u00c9 tal da erraticidade da mat\u00e9ria e seu esfor\u00e7o para autopreserva\u00e7\u00e3o como mat\u00e9ria. Ao cabo, o nosso n\u00e3o apenas consome o t\u00eanis, ele CONSOME A SI, no sentido m\u00ednimo de que n\u00e3o \u201csalta\u201d para algo melhor, sumindo-se em si.<\/h4><h4>Se ele tiver, contudo, VONTADE \u2013 for\u00e7a \u2013 para n\u00e3o comprar o t\u00eanis, mesmo que tenha o dinheiro, mas logre CONTROLAR a paix\u00e3o desejante e, pois, fique com o capital para alocar em algo melhor, h\u00e1 chances de que este algo adquirido por FOR\u00c7A DE VONTADE n\u00e3o seja, a priori, algo que v\u00e1 lhe gerar t\u00e9dio, ao menos logo. Como se diz em termos populares, se n\u00e3o tem esfor\u00e7o n\u00e3o se d\u00e1 valor.<\/h4><h4>Uma caracter\u00edstica da CONSUMA\u00c7\u00c3O da VONTADE \u2013 e das coisas espirituais em geral \u2013 \u00e9 que uma vez alcan\u00e7ado um patamar, a outro, mais alto se tende. A regra das coisas da ALMA n\u00e3o \u00e9 a PRESERVA\u00c7\u00c3O, mas a EXPANS\u00c3O. Sim, deve ter observado que mat\u00e9ria e alma s\u00e3o antag\u00f4nicas em suas l\u00f3gicas\u2026<\/h4><h4>O mo\u00e7o do nosso \u00faltimo exemplo tende a expandir sua for\u00e7a e, pois, as possibilidades gerais da vida dele, desde conseguir subir os muitos degraus do crescimento em que n\u00e3o s\u00f3 se seleciona e mant\u00eam o capital \u201cn\u00e3o consumido\u201d, mas o frutifica, ou, seja \u201cCONSUMA\u201d O SEU SER em um patamar mais alto. Que alegria tem o plantador ao ver o fruto e o fruto do fruto e por a\u00ed vai.<\/h4><h4>Aten\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica: CON-SUMAR, ficar com, dar\u00a0 ou fazer a SUMA, a ess\u00eancia.<\/h4><h4>Se esse processo for bom e chegar ao seu \u00e1pice, ser\u00e1 o caso da pessoa conseguir AMAR, ou seja, gozar do m\u00e1ximo de espiritualidade neste mundo material, o m\u00e1ximo poss\u00edvel de antecipa\u00e7\u00e3o da infinitude nesta vida.<\/h4><h4>Se tiveres d\u00favida, dirima a quest\u00e3o pela pr\u00f3pria sensa\u00e7\u00e3o corp\u00f3rea: a mat\u00e9ria tem como emo\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria o MEDO e a alma, ao oposto, o MARAVILHAMENTO.<\/h4><h4>\u00c9 comum o erro de associar o oposto do MEDO \u00e0 CORAGEM, mas n\u00e3o \u00e9 o caso. A CORAGEM \u00e9 o oposto da COVARDIA, ambas atitudes humanas, mas n\u00e3o emo\u00e7\u00f5es no sentido pr\u00f3prio, como s\u00e3o MEDO e MARAVILHAMENTO.<\/h4><h4>Recorda tu, leitor, de momentos em que vivestes ambas as sensa\u00e7\u00f5es e expressa, com sinceridade, os contrastes dos efeitos de contra\u00e7\u00e3o ou expans\u00e3o e bem como a sua pr\u00f3pria percep\u00e7\u00e3o do TEMPO sob os distintos estados.<\/h4><h4>Vide quem tem mais \u201ceternidade antecipada\u201d, se o acumulador (ego\u00edsta\/indeciso) ou se o doador (altru\u00edsta\/decidido). As evid\u00eancias s\u00e3o evidentes, com o perd\u00e3o do trocadilho.<\/h4><h4>O AMOR, por ser o cume das coisas da alma, tende ao cume da l\u00f3gica da ABUND\u00c2NCIA\/ESTABILIDADE\/EXPANS\u00c3O, ou seja, o oposto das coisas da mat\u00e9ria e at\u00e9 porque ele se realiza tanto mais quanto menos materialidade nos permitimos.<\/h4><h4>O consumador enriquece na medida em que ama e o consumidor empobrece na medida em que se consome.<\/h4><h4>Veja exemplo do \u201cmercado do amor de par\u201d. Conhece gente que atrai outras pessoas por sua \u201cESCASSEZ\u201d (perfil furtivo, evasivo, at\u00e9 de desprezo, como l\u00f3gica de oferta e procura). Isso \u00e9 altamente eficaz para seres materializados, regidos pela mesma l\u00f3gica que o consumo das coisas, coerente em: mais mat\u00e9ria mais \u201ccoisa\u201d.<\/h4><h4>Em uma rela\u00e7\u00e3o dessas, quem mostra decis\u00e3o pelo outro fica at\u00e9 em situa\u00e7\u00e3o pior em rela\u00e7\u00e3o a quem d\u00e1 desprezo. Quem d\u00e1 decis\u00e3o refor\u00e7a o MEDO no outro, j\u00e1 que, lembre-se, o materializado quer preservar a mat\u00e9ria e, logo, foge de decis\u00e3o, ou seja, de coisa da alma. Pode at\u00e9 acontecer um cen\u00e1rio necr\u00f3filo de quem d\u00e1 AMOR padecer do MEDO de dar amor ao outro e a\u00ed segue um ciclo pernicioso.<\/h4><h4>Se a rela\u00e7\u00e3o no \u201cmercado de amor de par\u201d, contudo, for entre seres pouco materializados (mais espiritualizados, pois), a l\u00f3gica \u00e9 absolutamente a inversa: o valor cambial est\u00e1 justamente na ABUND\u00c2NCIA de tomada de decis\u00e3o positiva e num esquema em que a FIRMEZA de um evoca e provoca a firmeza do outro, desprezado,\u00a0 nesse ambiente o \u201chesitante eterno\u201d. A l\u00f3gica neste caso \u00e9 tal que, quanto mais decis\u00e3o um prov\u00ea, a moeda de troca h\u00e1 de ser tamb\u00e9m decis\u00e3o, mas em um esquema em que 1 decis\u00e3o + 1 decis\u00e3o s\u00e3o mais do que apenas 2 decis\u00f5es, ou seja, \u00e9 o efeito de multiplica\u00e7\u00e3o mais que o de soma. O razo\u00e1vel nesses casos seria que, quem n\u00e3o decide (n\u00e3o tem iniciativa, nem amor, nem vontade) precisasse achar uma feira de corpos para se vender, mas n\u00e3o insistir na boutique de almas.<\/h4><h4>\u00c9 muito f\u00e1cil achar essas feiras de corpos. Algumas delas s\u00e3o apelidadas de BALADAS \u2013 simples assim. A boutique de almas, a seu turno, j\u00e1 \u00e9 coisa mais escassa neste mundo consumista\u2026 Vamos \u00e0 feira ou boutique?<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ba4128 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9ba4128\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8934 size-medium\" src=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png 300w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-150x150.png 150w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-768x768.png 768w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-162d43e\" data-id=\"162d43e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ef0d6db elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ef0d6db\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Vicente do Prado Tolezano \u00e9 graduado em direito pe\u00e7a PUC\/SP e Mestre em Filosofia pela Faculdade do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>019 &#8211; Lei dos Corpos\/Consumo, do Amor\/Consuma\u00e7\u00e3o &#8211; Feiras e Boutique Autor: Vicente do Prado Tolezano 22-09-2017 A divis\u00e3o entre mat\u00e9ria e forma foi alcan\u00e7ada pelo g\u00eanio humano j\u00e1 nos tempos da Antiguidade, tanto no Ocidente quanto no Oriente e dentro do contexto de esfor\u00e7o de solu\u00e7\u00e3o de uma tens\u00e3o intelectual maior que \u00e9 dar [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6208,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[85,50],"tags":[160,77,24,44,153,151,152,166,164,155,156,162,157,163,120,84,161,154,159],"class_list":["post-9549","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-artigos-amor-consciencia-e-liberdade","tag-agente","tag-alma","tag-amor","tag-aristoteles","tag-consumacao","tag-consumo","tag-corpo","tag-escassez","tag-expansao","tag-fedon","tag-finitude","tag-forca","tag-infinitude","tag-materia","tag-metafisica","tag-platao","tag-reagente","tag-socrates","tag-vontade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9549","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9549"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9549\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9556,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9549\/revisions\/9556"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6208"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9549"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9549"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9549"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}