{"id":9525,"date":"2017-09-15T11:01:00","date_gmt":"2017-09-15T14:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9525"},"modified":"2020-03-08T11:24:25","modified_gmt":"2020-03-08T14:24:25","slug":"018-amor-politica-oraculo-e-esfinges","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/018-amor-politica-oraculo-e-esfinges\/","title":{"rendered":"018 &#8211; Amor, Pol\u00edtica, Or\u00e1culo e Esfinges"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9525\" class=\"elementor elementor-9525\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">018 &#8211; Amor, Pol\u00edtica, Or\u00e1culos e Esfinges e Amor<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano 15-09-2017<\/h4><h4>A rela\u00e7\u00e3o entre AMOR e POL\u00cdTICA se d\u00e1 tal como uma rela\u00e7\u00e3o entre cara e coroa de uma moeda: s\u00e3o insepar\u00e1veis entre si a ponto em que n\u00e3o existe uma sem a outra e vice-versa e, mais, que ou se exibe uma ou a outra, mas jamais ambas ao mesmo tempo.<\/h4><h4>POL\u00cdTICA e AMOR s\u00e3o, ambos, rela\u00e7\u00f5es de poder envolvendo ao menos dois algu\u00e9ns ou algu\u00e9m e algo (uma causa, a humanidade, uma institui\u00e7\u00e3o, um bem da vida, etc.).<\/h4><h4>As distin\u00e7\u00f5es est\u00e3o em que POL\u00cdTICA \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o de poder de algu\u00e9m \u201csobre\u201d algu\u00e9m ou algo e, a seu turno, AMOR \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o de poder de algu\u00e9m \u201cpara\u201d algu\u00e9m ou algo.<\/h4><h4>A m\u00e9trica do poder pol\u00edtico \u00e9 o quanto o pol\u00edtico consegue dirigir, afetar ou influenciar os outros e a m\u00e9trica do amor \u00e9 quanto o amante consegue ordenar a si pelos outros. Ou seja, a fonte de for\u00e7a pol\u00edtica est\u00e1 nos outros e no amor o reverso.<\/h4><h4>Necessariamente, sem exce\u00e7\u00e3o, todos participamos da POL\u00cdTICA, pois \u201csobrevivemos\u201d em sociedade e temos de nela construir nosso espa\u00e7o vital, interagindo em multiplicidade de rela\u00e7\u00f5es agressivas, defensivas ou mediadoras, todas ora mais ativa, ora mais passivamente. Absolutamente imposs\u00edvel a din\u00e2mica pol\u00edtica sem cria\u00e7\u00e3o de egos, personas ou m\u00e1scaras, etc\u2026<\/h4><h4>Esse processo de politiza\u00e7\u00e3o \u00e9 intuitivo e se inicia muito cedo. Crian\u00e7as tratam diferentemente (como sob roupas ou personas distintas) pai e m\u00e3e na busca de satisfa\u00e7\u00e3o de necessidades diversas e tamb\u00e9m agem como camale\u00f5es no trato de distintos coleguinhas. A regra da pol\u00edtica \u00e9 apreens\u00e3o, adapta\u00e7\u00e3o ou media\u00e7\u00e3o das circunst\u00e2ncias. A quem n\u00e3o se politiza, o encontro bruto com as hostilidades \u00e9 quase imediato e expl\u00edcito.<\/h4><h4>\u00c9 errado tratar toda dimens\u00e3o pol\u00edtica sob uma \u00f3tica manique\u00edsta tal como se toda pol\u00edtica fosse m\u00e1. Se \u00e9 atividade indispens\u00e1vel na persecu\u00e7\u00e3o da vida, por \u00f3bvio, n\u00e3o teria o monop\u00f3lio da maldade. Comandar outrem, disciplinar grupos, ordenar produ\u00e7\u00e3o, estabelecer valores, fixar limites de liberdade, etc., s\u00e3o atividades necess\u00e1rias e n\u00e3o necessariamente integrantes da cadeia de destrui\u00e7\u00e3o, ainda que as possibilidades de desvios corruptivos sejam manifestas.<\/h4><h4>A mat\u00e9ria prima da pol\u00edtica \u00e9 o grau de consci\u00eancia\/ilus\u00e3o ou cren\u00e7a dos inter-atores que o pol\u00edtico h\u00e1 de captar e acatar sem pretens\u00e3o de elev\u00e1-los. O foco pol\u00edtico, pois, \u00e9 como o homem \u00e9, ou est\u00e1, em uma perspectiva predominantemente imediatista e conservadora.<\/h4><h4>Nem todos participamos do AMOR (ao menos dos demais homens). Todos podemos refor\u00e7ar a condi\u00e7\u00e3o para d\u00e1-lo, mas n\u00e3o podemos o exigir. Muitas vezes, \u00e9 necess\u00e1rio desenvolvermos a condi\u00e7\u00e3o para receb\u00ea-lo. Est\u00e1 longe de ser rara a situa\u00e7\u00e3o de padecer de medo e de sucumbir ante a oferta de AMOR.<\/h4><h4>Ao menos nos ambientes urbanizados, longe cada vez em maior grau da organicidade natural, o AMOR tem que ser ensinado. Obviamente, se trata de ensinar por meio afetivo-vivencial, n\u00e3o \u00e9 de \u00edndole conceitual. T\u00e3o grave \u00e9 o desconhecimento corrente do AMOR na vida urbana que tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 incomum que, ante a um ato de AMOR, este n\u00e3o s\u00f3 provoque medo como j\u00e1 aludimos, mas sequer seja entendido.<\/h4><h4>A compreens\u00e3o do AMOR como ele efetivamente \u00e9 \u2013 resposta existencial \u2013 demanda muita matura\u00e7\u00e3o. \u00c9 comum confundir egos expandidos \u2013 meras rela\u00e7\u00f5es pol\u00edticas de uni\u00f5es ou grupos \u2013 com AMOR. A quem n\u00e3o desenvolve amorosidade, as hostilidades existenciais alcan\u00e7ar\u00e3o n\u00e3o imediatamente, mas chegam e iniciam sua chegada de forma sutil.<\/h4><h4>AMOR n\u00e3o coaduna com m\u00e1scaras ou egos, mas com nudez de prop\u00f3sito, de sentimento, coer\u00eancia entre fala e a\u00e7\u00e3o, inclusive em perspectiva biogr\u00e1fica longa (constitui\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter).<\/h4><h4>A regra do AMOR \u00e9 a capta\u00e7\u00e3o do universal e comprometimento para com ele. O AMOR sempre consiste em elevar os n\u00edveis de ilus\u00e3o\/cren\u00e7a dos interlocutores, rumo ao universal. O foco amoroso, pois, \u00e9 como o homem deve ou pode ser em uma perspectiva predominantemente n\u00e3o imediata e progressista.<\/h4><h4>Em todas as nossas a\u00e7\u00f5es, o vi\u00e9s pode ser dado para a POL\u00cdTICA ou para o AMOR, sendo dif\u00edceis situa\u00e7\u00f5es neutras, sen\u00e3o as meramente fisiol\u00f3gicas. Ou apresentamos a este mundo e a n\u00f3s mesmos a VERS\u00c3O da nossa alma (AMOR) ou a DIVERS\u00c3O da nossa alma (POL\u00cdTICA). Todo tempo gasto na vers\u00e3o \u00e9 tempo n\u00e3o gasto na divers\u00e3o e vice-versa. Inexoravelmente, as escolhas t\u00eam peso.<\/h4><h4>Outros nomes para VERS\u00c3O ou DIVERS\u00c3O s\u00e3o SIMETRIA ou ASSIMETRIA. A primeira fortalece as duas pessoas de uma rela\u00e7\u00e3o. Logo, \u00e9 amorosa. A segunda enfraquece ao menos uma (podendo ser as duas) das duas pessoas de uma rela\u00e7\u00e3o. Logo, cuida de coisa do quadrante pol\u00edtico.<\/h4><h4>Vamos aos mitos para exemplificar com vivacidade. Mito que condiz com a ASSIMETRIA, ou seja, com a pol\u00edtica e particularmente com a pol\u00edtica baixa: o mito da ESFINGE. Mito que condiz com o AMOR: o mito do OR\u00c1CULO.<\/h4><h4>A ESFINGE n\u00e3o s\u00f3 \u201ctinha m\u00e1scara\u201d, ela \u201cera uma m\u00e1scara por completo\u201d, com seu belo rosto de mulher, a amenizar o temor que naturalmente deveria provocar seu corpo de leoa. Seu fim era seduzir os incautos e deles judiar justamente por serem incautos. N\u00e3o tinha absolutamente NADA para prover aos incautos \u201cpara\u201d eles, mas s\u00f3 \u201csobre\u201d eles despejava a loucura e bem rapidinho. DECIFRA-ME OU DEVORO-TE era o seu lema. A ASSIMETRIA era \u201cna veia\u201d. Seguramente devorou milhares de vezes mais que fora decifrada. Ilus\u00e3o pol\u00edtica devoradora pur\u00edssima isso, s\u00f3 super\u00e1vel quando decifrada. Mais forte a ESFINGE quanto mais devoravas.<\/h4><h4>O OR\u00c1CULO, a seu reverso, n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o tinha m\u00e1scara como sequer uma representa\u00e7\u00e3o \u201cpessoal\u201d tinha. Era um lugar, ou seja, difuso. E n\u00e3o podia ser diferente, pois seu lema era CONHECE-TE A TI MESMO. Ou seja, provoca \u00e0 nudez mais importante, que \u00e9 a interior. SIMETRIA pura, para que a pessoa v\u00e1 a buscar em si, achando em si os universais, em um processo de matura\u00e7\u00e3o lenta, mas libert\u00e1rio de ilus\u00f5es. Mais forte o OR\u00c1CULO quanto mais libertavas.<\/h4><h4>Olhemos aos nossos circundantes nas nossas selvas urbanas. H\u00e1 muito mais ESFINGES que OR\u00c1CULOS. Mais POL\u00cdTICA que AMOR, pois. Em nossas a\u00e7\u00f5es, podemos tamb\u00e9m ser ESFINGE ou OR\u00c1CULO como uma moeda, que ora mostra uma face ou outra.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ba4128 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9ba4128\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8934 size-medium\" src=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png 300w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-150x150.png 150w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-768x768.png 768w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-162d43e\" data-id=\"162d43e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ef0d6db elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ef0d6db\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Vicente do Prado Tolezano \u00e9 graduado em direito pe\u00e7a PUC\/SP e Mestre em Filosofia pela Faculdade do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>018 &#8211; 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