{"id":9511,"date":"2017-08-31T09:38:00","date_gmt":"2017-08-31T12:38:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9511"},"modified":"2020-03-08T09:57:37","modified_gmt":"2020-03-08T12:57:37","slug":"016-amor-identidade-ego-medo-mitos-classicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/016-amor-identidade-ego-medo-mitos-classicos\/","title":{"rendered":"016 &#8211; Amor, Identidade, Ego, Medo, Mitos Cl\u00e1ssicos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9511\" class=\"elementor elementor-9511\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">016 &#8211; Amor, Identidade, Ego, Medo, Mitos Cl\u00e1ssicos<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor:\u00a0Vicente do Prado Tolezano 31-08-2017<\/h4><h4>A capacidade de algu\u00e9m para AMAR tem rela\u00e7\u00e3o absolutamente direta com a assun\u00e7\u00e3o que esta pessoa faz de sua IDENTIDADE (ao menos de sua auto-imagem) \u2013 tal como uma rela\u00e7\u00e3o que se passa entre semente e fruto: sem semente, sem fruto ou de semente ruim, segue fruto ruim.<\/h4><h4>AMA mais e\/ou melhor, quem busca efetivamente se conhecer. E n\u00e3o AMA, ou ama menos e pior, quem de SI se evade, pois ficar\u00e1 limitado \u00e0s dimens\u00f5es defensivo-reativas e ilus\u00f3rias do seu EGO e de onde, justamente, vem a express\u00e3o do oposto ao AMOR, o EGO\u00cdSMO ou, noutras palavras, o EGOCENTRISMO.<\/h4><h4>O sentido de AMOR de que estamos a tratar \u00e9 o mais geral poss\u00edvel e aplic\u00e1vel a quaisquer formas de AMOR, que consiste na DECIS\u00c3O GRATUITA DE FORTALECER O OUTRO. Vide nesse sentido que:<\/h4><h4>(1) \u00c9 \u201cdecis\u00e3o\u201d porque transcende a sem\u00e2ntica de um mero sentimento, o qual jamais sustenta amor.<\/h4><h4>(2) \u00c9 \u201cgratuita\u201d porque n\u00e3o \u00e9 obriga\u00e7\u00e3o for\u00e7ada contra o amante e deve gerar-lhe felicidade por si.<\/h4><h4>(3) \u00c9 com vistas a \u201cfortalecer\u201d para significar que o amante cuida, faz o bem, aprimora, corrige, orienta, etc\u2026, o amado e n\u00e3o se confunde com mero dar prazer ao amado, o que poderia ser at\u00e9 enfraquecedor.<\/h4><h4>(4) \u00c9 ao \u201coutro\u201d porque sempre \u00e9 para fora, seja o outro um algu\u00e9m em concreto, em g\u00eanero, uma causa, institui\u00e7\u00e3o, a totalidade, etc\u2026<\/h4><h4>Obviamente, quando se arguiu que o AMOR \u00e9 dirigido ao outro, tal se refere a um sentido imediato, pois em sentido mediato, pelo pr\u00f3prio ato de amar, o amante tamb\u00e9m se fortalece. Ali\u00e1s, amar \u00e9 o \u00fanico, sen\u00e3o mais forte meio tonificante de que dispomos para n\u00f3s mesmo na medida exata em que \u00e9, no plano ontol\u00f3gico, por essa a\u00e7\u00e3o que se encontra nossa ess\u00eancia e se dissipam falsas ess\u00eancias eg\u00f3icas. A seu turno, no plano dos sentimentos, \u00e9 por ela que se combate o pior sentimento que \u00e9 o de MEDO.<\/h4><h4>Todos n\u00f3s temos impulso natural interno para o AMOR em nossa ess\u00eancia, conforme j\u00e1 defendem tradi\u00e7\u00f5es religiosas, fil\u00f3sofos e te\u00f3logos h\u00e1 mil\u00eanios. Modernamente, o AMOR j\u00e1 \u00e9 defendido inclusive como fun\u00e7\u00e3o de cunho at\u00e9 biol\u00f3gico e para todos os vivos, n\u00e3o apenas humanos. Quem se interessar por esta vereda que debruce sobre o trabalho do chileno HUMBERTO MATURANA com a seguran\u00e7a de que vai colher materiais bons.<\/h4><h4>Apesar de natural, \u00e9 fato que AMOR, no sentido pr\u00f3prio, \u00e9 coisa muito rara, e o EGO\u00cdSMO prevalece com vantagens enormes sobre o AMOR. O foco deste artigo, j\u00e1 adiantado na partida, \u00e9 apontar que AMOR \u00e9 raro porque \u00e9 igualmente rara a exist\u00eancia de indiv\u00edduos, gente com assun\u00e7\u00e3o da IDENTIDADE pr\u00f3pria.<\/h4><h4>A\u00ed reside a liga\u00e7\u00e3o indissoci\u00e1vel entre AMOR e VERDADE. O peso do AMOR e o peso da VERDADE s\u00e3o iguais. O primeiro se pseudo alivia com o EGO e o segundo se pseudo alivia com a MENTIRA. Por comutatividade l\u00f3gica \u00f3bvia tamb\u00e9m EGO e MENTIRA ligam-se indissociavelmente. Obviamente, estamos falando da VERDADE sobre SI, a primeira pedra do edif\u00edcio da personalidade.<\/h4><h4>Tanto quanto temos impulso natural ao AMOR, todos temos uma estrutura de EGO, o qual, em si mesmo, n\u00e3o \u00e9 mal e \u00e9 at\u00e9 necess\u00e1rio para viabilizar a vida social. A patologia est\u00e1 no seu excesso, na sua n\u00e3o dissipa\u00e7\u00e3o ao longo do processo de matura\u00e7\u00e3o da vida ou no n\u00e3o discernimento da distin\u00e7\u00e3o entre o EGO e o EU, seja o EU DE ALMA ou, por outro nome, a CONSCI\u00caNCIA.<\/h4><h4>O EGO \u00e9 uma proje\u00e7\u00e3o externa da nossa alma, criadora de um personagem mais ou menos fiel \u00e0 alma subjacente, personagem que vai mediar sua exist\u00eancia social, seja em uma pol\u00edtica grande ou mesmo intrafamiliar. Os padr\u00f5es gerais do EGO j\u00e1 se desenvolvem na inf\u00e2ncia nas rela\u00e7\u00f5es para com genitores, irm\u00e3os, etc\u2026 Desde o despejo for\u00e7ado do mundo intrauterino, a crian\u00e7a ainda est\u00e1 cheia de MEDO, n\u00e3o sabe discernir as suas dimens\u00f5es existenciais, nem mesmo entre imagina\u00e7\u00e3o e sentimento da realidade, e busca posse\/prote\u00e7\u00e3o\/ac\u00famulo, etc\u2026, atrav\u00e9s da constitui\u00e7\u00e3o do EGO.<\/h4><h4>O EGO, pois, sempre ter\u00e1 ressaibo defensivo-reativo-acumulativo, pois \u00e9 nascido do MEDO para com as rela\u00e7\u00f5es sociais. Tenha-se em mente que as pr\u00f3prias rela\u00e7\u00f5es sociais das quais o EGO se defende s\u00e3o tamb\u00e9m muito mais \u201cproje\u00e7\u00f5es\u201d de rela\u00e7\u00f5es sociais do que realidade, tal como um personagem j\u00e1 decide qual seu figurino para uma situa\u00e7\u00e3o projetada e partir de proje\u00e7\u00f5es e atua\u00e7\u00f5es de outros personagens. MEDO \u00e9 como uma bola de neve\u2026<\/h4><h4>O apego ou n\u00e3o dissipa\u00e7\u00e3o do EGO a patamares saud\u00e1veis implica ou na confus\u00e3o ou tamb\u00e9m sobre nossa IDENTIDADE, que pode passar a ser justamente a maior fonte de MEDO, pois a revela\u00e7\u00e3o traz a conta da mis\u00e9ria eg\u00f3ica que j\u00e1 ter\u00e1 fixado todos os contornos de h\u00e1bito. \u201cQuem sou eu?\u201d, pois, \u00e9 uma pergunta amedrontadora e de cuja fuga tanta, tanta e tanta hipocrisia, cinismo e outros subterf\u00fagios nascem.<\/h4><h4>Que o leitor consiga ver a liga\u00e7\u00e3o entre o MEDO e o N\u00c3O AMOR, EGO\u00cdSMO, INCAPACIDADE e amar, nos parece \u00f3bvio a esta altura. Posto o EGO como nosso falso centro e alma ou consci\u00eancia, nossas ess\u00eancias (onde h\u00e1 o amor), vale ver que o dilema cl\u00e1ssico que Shakespeare trouxe na boca de Hammlet de \u201cser ou n\u00e3o ser\u201d \u00e9 mera par\u00e1frase da quest\u00e3o de \u201cme conhe\u00e7o ou n\u00e3o\u201d, \u201cdissipo meu ego-personagem ou n\u00e3o\u201d ou, ainda \u201camo ou n\u00e3o amo\u201d. S\u00e3o todas a mesma coisa.<\/h4><h4>Fazer face a SI em ess\u00eancia ou ao AMOR \u00e9 viagem sem retorno, do ponto de vista da consci\u00eancia, e o ego\u00edsta sabe muito bem disso, ainda que dissimule mesmo com a mais \u00f3bvia inefic\u00e1cia de disfarces que s\u00e3o apenas \u201cmais do mesmo medo de ser\/amar\/se conhecer\u201d.<\/h4><h4>Trazemos in literis o asserto da italiana Sandra Salmaso, didata de Biodanza, expert de renome mundial em biodanza e afetividade, segundo a qual, com muita corre\u00e7\u00e3o: \u201cas pessoas que t\u00eam uma identidade d\u00e9bil, s\u00e3o incapazes de amar; t\u00eam medo da diversidade, seus v\u00ednculos com as outras pessoas s\u00e3o defensivos\u201d. Temos a mais s\u00f3lida convic\u00e7\u00e3o de que o entorno social do leitor est\u00e1 repleto de pessoas com incapacidade de amar, s\u00f3 cheias de esp\u00edrito ego\u00edstico defensivo acumulador e de dissimula\u00e7\u00e3o pirot\u00e9cnica, por mais paradoxal que possa ser dissimular sobre fogos de artif\u00edcio de sua mis\u00e9ria.<\/h4><h4>Os gregos cl\u00e1ssicos j\u00e1 dominavam a quest\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o IDENTIDADE \u2013 AMOR e j\u00e1 cunharam 4 interessantes mitos sobre o particular, mostrando inclusive a perversidade que uma pessoa, sem assun\u00e7\u00e3o de IDENTIDADE, provoca. Quem n\u00e3o se busca conhecer\/n\u00e3o ama, em um grau ou outro sempre \u00e9 ego\u00edsta: n\u00e3o h\u00e1 \u201cposi\u00e7\u00e3o neutra\u201d entre AMOR e EGO\u00cdSMO.<\/h4><h4>O mito que traz uma boa assun\u00e7\u00e3o da identidade e, pois, revela uma da afetividade AMOROSA \u00e9 o MITO DE H\u00c9RCULES. Como mitos sobre assun\u00e7\u00e3o defeituosa\/patol\u00f3gica de IDENTIDADE e com a consequente afetividade EGO\u00cdSTICA\/PERVERSA s\u00e3o os MITOS DA ESFINGE, DA MEDUSA e DE NARCISO.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ba4128 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9ba4128\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8934 size-medium\" src=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png 300w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-150x150.png 150w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-768x768.png 768w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-162d43e\" data-id=\"162d43e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ef0d6db elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ef0d6db\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Vicente do Prado Tolezano \u00e9 graduado em direito pe\u00e7a PUC\/SP e Mestre em Filosofia pela Faculdade do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>016 &#8211; 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