{"id":9409,"date":"2017-06-19T15:00:00","date_gmt":"2017-06-19T18:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9409"},"modified":"2020-03-07T15:11:53","modified_gmt":"2020-03-07T18:11:53","slug":"013-o-amor-vereda-da-felicidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/013-o-amor-vereda-da-felicidade\/","title":{"rendered":"013 O Amor &#8211; Vereda da Felicidade"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9409\" class=\"elementor elementor-9409\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">013 0 Amor &#8211; Vereda da felicidade<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor:\u00a0Vicente do Prado Tolezano 19-06-2017<\/h4><h4>J\u00e1 falamos noutro artigo sobre os correlativos da SEDU\u00c7\u00c3O e do DESEJO, mostrando sua fei\u00e7\u00e3o potencialmente triste e coadunada como um \u201cbem de consumo\u201d. Tudo sob um senso geral ER\u00d3TICO, distinto do AMOR, tema esse oce\u00e2nico e sobre o qual vamos ousar aqui pincelar.<\/h4><h4>Mesmo j\u00e1 apartada a acep\u00e7\u00e3o ER\u00d3TICA, sobrevivem muitos os sentidos que o termo AMOR evoca. Seguindo a analogia para com termos econ\u00f4micos, podemos afirmar que \u00e9 comum a todas as acep\u00e7\u00f5es do AMOR, tirante a ER\u00d3TICA, que se cuida de um \u201cbem de capital\u201d e, a rigor, um \u201cbem de capital melhorado\u201d, pois usualmente o bem de capital se presta a dar frutos ao capitalista, ao passo que o AMANTE tamb\u00e9m busca frutos, mas para o AMADO.<\/h4><h4>O AMANTE n\u00e3o consome (ou \u201csome com\u201d) o AMADO; ao reverso, atua em prol do AMADO, para o desenvolvimento reto deste, em um ponto em que, o AMANTE aceita se apequenar para que o AMADO se agigante. AMOR \u00e9 a\u00e7\u00e3o do amante para o AMADO e pelo AMADO, ou seja, \u00e9 BENEVOL\u00caNCIA. Em qualquer caso de AMOR, pois, esse \u00e9 absolutamente contr\u00e1rio ao EGO humano, tal que, mais AMOR, menos EGO.<\/h4><h4>A express\u00e3o vis\u00edvel do AMOR \u00e9 o CUIDADO e tal que, se n\u00e3o h\u00e1 CUIDADO, n\u00e3o h\u00e1 AMOR. N\u00e3o confundir RESPEITO com CUIDADO, pois ainda que CUIDADO costume envolver RESPEITO, \u00e9 perfeitamente poss\u00edvel haver at\u00e9 muito RESPEITO, mas n\u00e3o haver AMOR. RESPEITO pode at\u00e9 funcionar para subterfugiar a falta de AMOR, que, a despeito de ser muito comum, \u00e9 normalmente dissimulado.<\/h4><h4>Mais oposto ao AMOR n\u00e3o \u00e9 o \u00d3DIO, \u00e9 o FALSO AMOR ou AMOR FINGIDO, e v\u00e1rias outras esp\u00e9cies do g\u00eanero CANALHICE. Uma declara\u00e7\u00e3o de \u00d3DIO, se sincera, pode at\u00e9 ter mais estima em prol do odiado que uma declara\u00e7\u00e3o de FALSO AMOR, pois, sempre, o fundamento do AMOR se orienta pela REALIDADE, em contraste com a dimens\u00e3o ER\u00d3TICA que sempre se orienta pela idealiza\u00e7\u00e3o ou mesmo ilus\u00e3o pura. FALSO AMOR, ademais, pode TRAIR, coisa que o \u00d3DIO n\u00e3o faz.<\/h4><h4>Quem AMA, AMA o AMADO como o AMADO exatamente \u00e9 e n\u00e3o se embara\u00e7a em perseguir a constata\u00e7\u00e3o das verdades sobre ele, do\u00eddas que sejam. Se assim n\u00e3o for, n\u00e3o estar\u00e1s diante de AMOR, mas de ILUS\u00c3O, de desejos de ilus\u00e3o, patamar er\u00f3tico que idealiza o ser supostamente amado e nega todas as evid\u00eancias que contrariam essa idealidade.<\/h4><h4>A rigor, os assim pseudoamantes, n\u00e3o amam propriamente o amado, mas amam seus sonhos, o que n\u00e3o deixa de ser uma manifesta\u00e7\u00e3o de EGO! Quem n\u00e3o conhece multid\u00f5es assim?<\/h4><h4>AMOR n\u00e3o precisa de reciprocidade, sempre \u00e9 unilateral, ainda que, \u00f3bvio, AMOR reciprocamente exercido seja uma d\u00e1diva. Em quaisquer rela\u00e7\u00f5es em que a reciprocidade \u00e9\u00a0 condi\u00e7\u00e3o para a sua subsist\u00eancia, n\u00e3o se cuida de rela\u00e7\u00e3o de AMOR, tende a ser uma rela\u00e7\u00e3o de SOCIEDADE. Conheces leitor, mir\u00edades de casais que se fundam em regras muito detalhadas sobre a \u201ccomutatividade\u201d dos \u201cAMORES-DEVERES\u201d de cada um? Pactuam regras sobre divis\u00e3o de dinheiro, o tempo alocado nisto, naquilo, a quantidade de afeto, os tempos privados, etc\u2026 Pois \u00e9, s\u00e3o, em efeito, s\u00f3 SOCIEDADES mesmo. Pega leitor, ainda uma dica mais: a fixa\u00e7\u00e3o de regras inicia onde acaba o AMOR, pois onde esse reside, regras ordinariamente s\u00e3o desnecess\u00e1rias, sen\u00e3o ofensivas mesmo.<\/h4><h4>O retorno justo que o AMADO pode dar ao AMANTE se chama GRATID\u00c3O, que, a seu turno, \u00e9 outra forma de AMOR. \u00c9 evidente que \u00e9 assaz maravilhoso gozar de GRATID\u00c3O de um AMADO, mas ela \u00e9 RARA e ao AMANTE elevado isso n\u00e3o deve abater, pois, como j\u00e1 visto reciprocidade n\u00e3o \u00e9 da ess\u00eancia do AMOR. A rigor, o \u00eaxtase do AMANTE elevado se d\u00e1 com o \u00eaxito do AMADO, com a frutifica\u00e7\u00e3o que o AMOR alocado a ele pode lograr.<\/h4><h4>Ainda que se regozije com a frutifica\u00e7\u00e3o do AMOR no AMADO, o AMANTE \u00e9 tanto mais elevado quanto menos pretens\u00e3o de CONTROLE tem sobre o AMADO. Pois, AMOR n\u00e3o \u00e9 \u201cneg\u00f3cio seguro\u201d, mas \u201cneg\u00f3cio de risco\u201d mesmo. CONTROLE e CUIDADO podem ser dif\u00edceis de serem discernidos entre si v\u00e1rias vezes.<\/h4><h4>Ali\u00e1s, tudo no tema do AMOR \u00e9 dif\u00edcil mesmo, pois demanda propor\u00e7\u00f5es herc\u00faleas de for\u00e7a e muita sabedoria. Por isso \u00e9 t\u00e3o comum termos as vers\u00f5es falsificadas de AMOR. T\u00e3o primariamente intuitivo \u00e9 o AMOR como componente essencial da natureza humana que mesmo quem n\u00e3o ama, quase sempre finge que ama. O que equivale a dissimular a perda da sua humanidade. Pode-se perfeitamente, sem vacilo algum, dizer que algu\u00e9m \u00e9 t\u00e3o humano quanto amante e vice-versa.<\/h4><h4>Na perspectiva social, onde justamente h\u00e1 escassez de humanidade, o AMANTE tem tudo para passar por IDIOTA. Aspecto sobre o\u00a0 qual DOSTOI\u00c9VSKI se debru\u00e7ou em seu romance-joia, de mesmo nome, exibindo a trama do pr\u00edncipe M\u00cdCHKIN, um ser pur\u00edssimo, amante destitu\u00eddo de qualquer maldade, mescla de Cristo e Dom Quixote, que era simplesmente inadapt\u00e1vel ao seu meio porque era bondoso e distribuidor de AMOR.<\/h4><h4>No mais das vezes, o AMANTE resta n\u00e3o apenas n\u00e3o entendido, para ser mesmo nem percebido, t\u00e3o habituadas que est\u00e3o as pessoas com o DESAMOR. Por outras vezes, se \u00e9 entendido, ele se torna uma amea\u00e7a, pois desequilibra diversas situa\u00e7\u00f5es perversas do entorno social, sem embargo de gerar funda inveja\/ressentimento aos canalhas ou aos med\u00edocres em geral.<\/h4><h4>Nunca se perca de vista que, tudo a que todas as pessoas, incluindo canalhas e med\u00edocres,\u00a0 aspiram \u00e9 AMAR e serem AMADOS, mas s\u00e3o poucos que conseguem, sejam por auto sabotagem eg\u00f3ica ou qualquer outro problema normalmente pr\u00f3prio. O princ\u00edpio \u00e9 que a luz ao amor \u00e9 dispon\u00edvel sempre a todos, mas poucos abrir\u00e3o os olhos. Ou seja, AMOR \u00e9 coisa para certa ELITE de pessoas. Chamo-a de \u201celite ontol\u00f3gica\u201d.<\/h4><h4>Nessa altura em que j\u00e1 fica claro que AMAR \u00e9 praticar corrida de obst\u00e1culos, naturalmente v\u00eam \u00e0 indaga\u00e7\u00e3o de para que amar?\u00a0 A resposta \u00e9 \u00fanica e cortante de t\u00e3o simples e \u00f3bvia: PARA SER FELIZ.<\/h4><h4>Em certo sentido, pois, o AMOR guarda um ressaibo ego\u00edsta e na extens\u00e3o do bom sentido que o termo pode ter. Nenhum outro tipo de inebriamento, \u00eaxtase ou prazer ombreia com a FELICIDADE decorrente de AMAR. Todos buscam felicidade, alguns na coca\u00edna, uns na avareza ou mesquinharias infinitas, uns no status, no sexo, no reconhecimento, no consumismo, no prest\u00edgio, e moltopi\u00f9. Compara as \u201cfelicidades\u201d deles com a dos poucos que AMAM e tira as conclus\u00f5es.<\/h4><h4>Grande mentira que se espalhou aos 4 ventos \u00e9 que AMOR \u00e9 sentimento!\u00a0Obviamente, at\u00e9 h\u00e1 componente sentimental envolvido, mas AMOR \u00e9 mais predominantemente ATO DE VONTADE, ou seja, de FOR\u00c7A-HUMANA e for\u00e7a progressiva.<\/h4><h4>As pessoas mais fortes s\u00e3o as que AMAM. Pense em qualquer coisa dif\u00edcil para ti, como acumular 1 milh\u00e3o de d\u00f3lares, ser poliglota, ser paciente, etc. Para perseguir essas coisas, tu ter\u00e1s, \u00f3bvio, que se superar e enfrentar muitas vezes o abatimento e \u00edmpetos de desist\u00eancia. Pensa agora sobre as mesmas coisas dif\u00edceis e quanto que ser\u00e1 ainda mais dif\u00edcil para que tu fa\u00e7as o teu AMADO as alcan\u00e7ar. Da\u00ed segue f\u00e1cil ver o incremento de tua for\u00e7a se amares. Fa\u00e7a uma observa\u00e7\u00e3o cuidadosa sobre os FRACOS do teu entorno greg\u00e1rio e veja o que eles efetivamente amam\u2026<\/h4><h4>Outra grande mentira sobre o AMOR distribu\u00edda maci\u00e7amente \u00e9 da inexorabilidade de FATALISMO ou TRAGICIDADE que v\u00e3o recair ao AMANTE, que sempre, pois, teria fim DESGRA\u00c7ADO, como uma \u201ctrag\u00e9dia grega\u201d. Tomado em sentido de \u201cju\u00edzo de necessidade\u201d, isso \u00e9 objetivamente FALSO e vamos abordar com precis\u00e3o e profundidade a fal\u00e1cia do fatalismo-tr\u00e1gico-desgra\u00e7ado contra o AMANTE em artigos futuros.<\/h4><h4>Por ora, cabe apontar em adiantamento que a FALSIDADE da tragicidade reside em que o AMANTE, e somente ele, tem acesso \u00e0 REDEN\u00c7\u00c3O, no sentido pr\u00f3prio do termo.<\/h4><h4>O reverso \u00e9 que \u00e9 verdade. E verdade, em car\u00e1ter de ju\u00edzo de necessidade: quem n\u00e3o ama ou muito pouco ama n\u00e3o alcan\u00e7a REDEN\u00c7\u00c3O e se implode com o oposto dela, cujo nome \u00e9 ANG\u00daSTIA.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ba4128 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9ba4128\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8934 size-medium\" src=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png 300w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-150x150.png 150w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-768x768.png 768w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-162d43e\" data-id=\"162d43e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ef0d6db elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ef0d6db\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Vicente do Prado Tolezano \u00e9 graduado em direito pe\u00e7a PUC\/SP e Mestre em Filosofia pela Faculdade do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>013 0 Amor &#8211; Vereda da felicidade Autor:&nbsp;Vicente do Prado Tolezano 19-06-2017 J\u00e1 falamos noutro artigo sobre os correlativos da SEDU\u00c7\u00c3O e do DESEJO, mostrando sua fei\u00e7\u00e3o potencialmente triste e coadunada como um \u201cbem de consumo\u201d. 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