{"id":9398,"date":"2017-06-12T13:11:00","date_gmt":"2017-06-12T16:11:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9398"},"modified":"2020-03-07T14:49:13","modified_gmt":"2020-03-07T17:49:13","slug":"012-seducao-nao-e-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/012-seducao-nao-e-amor\/","title":{"rendered":"012 Sedu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 amor"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9398\" class=\"elementor elementor-9398\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">012 Sedu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 amor<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor:\u00a0Vicente do Prado Tolezano 12-12-2017<\/h4><h4>Parecem coisas associadas entre si, mas, ao reverso, s\u00e3o at\u00e9 antag\u00f4nicas e inconcili\u00e1veis na maior parte: a SEDU\u00c7\u00c3O e o AMOR.<\/h4><h4>As duas coisas tem em comum que ambas s\u00e3o MOVIMENTOS de algu\u00e9m a algu\u00e9m ou a algo e movimentos que, consciente ou inconscientemente, visam a um PREENCHIMENTO existencial com gozo de um PRAZER.<\/h4><h4>Pertencem at\u00e9 a categorias ontol\u00f3gicas distintas: a SEDU\u00c7\u00c3O se enquadra na categoria PAIX\u00c3O, pelo que o seduzido \u2013 um paciente \u2013 \u00e9 levado ao sedutor predominantemente pela vis atractiva deste e o AMOR, a seu turno, pertence \u00e0 categoria da A\u00c7\u00c3O, tal que a for\u00e7a motriz \u00e9 do pr\u00f3prio agente.<\/h4><h4>SEDU\u00c7\u00c3O \u00e9 DESEJO, e desejo de POSSE. O seduzido tem a pretens\u00e3o \u2013 ILUS\u00c3O \u2013 de ter POSSE sobre o bem, coisa ou pessoa desejado. Ele SOFRER\u00c1 de todo o jeito, pois:<\/h4><h4>a) se n\u00e3o lograr a posse, pode entrar em desespero e todo seu IMAGIN\u00c1RIO vai hiperbolizar uma sensa\u00e7\u00e3o de PERDA, ainda que, objetivamente, nada haja perda. Justamente a partir do movimento, por SEDU\u00c7\u00c3O, \u00e9 que a um festival de amarguras se sujeitar\u00e1;<\/h4><h4>b) se lograr a posse, logo vai descobrir que, na mais branda das hip\u00f3teses, se cuida de PSEUDO-POSSE e que o bem desejado n\u00e3o tem o valor imaginado. As cortinas cair\u00e3o para o brilho escuro do DESENCANTO, ENFADO, (AUTO) ENGANA\u00c7\u00c3O, etc\u2026 As chances dessa posse se converter em \u00d3DIO s\u00e3o imensas.<\/h4><h4>As coisas \u201csedutoras e desejantes\u201d tamb\u00e9m se chamam de ER\u00d3TICAS, express\u00e3o que denota os movimentos sob os lineamentos acima, para n\u00e3o apenas aspectos sexuais, como muitas vezes se pensa. Vide um dos pilares da contemporaneidade, o CONSUMISMO, e ver\u00e1 que est\u00e1 integralmente jungido \u00e0 estrutura ER\u00d3TICA. O t\u00eanis era excessivamente lindo antes de ser comprado e como esse comprador-consumidor-desejante-seduzido sofreu antes de t\u00ea-lo e o quanto se enfadou ap\u00f3s o ter\u2026<\/h4><h4>DESEJOS tendem a n\u00e3o ter limites, at\u00e9 porque s\u00e3o plasmados, n\u00e3o com espeque no ch\u00e3o da realidade, mas com espeque na areia da imagina\u00e7\u00e3o. Via de regra, s\u00e3o ILUS\u00d5ES das mais desarrazoadas e que, n\u00e3o raro, na medida em que obviamente se frustram, acabam por abrir caminho a ilus\u00f5es sucessivas, mais intensas, mais ilus\u00f3rias e mais doloridas. Como n\u00e3o d\u00f3i a implos\u00e3o de edif\u00edcios de sentimentos calcados no nada!<\/h4><h4>Obviamente, h\u00e1 muitos n\u00edveis de DESEJOS e SEDU\u00c7\u00d5ES e nem todos h\u00e3o de ser colocados na vala dos pesares. Havemos sim, dentro de limites, gozar de prazeres desejantes-sedutores e o nome disso \u00e9 DIVERS\u00c3O, como o que \u201cdi\u201d \u2013 separa, divide \u2013 a \u201crealidade\u201d, no sentido da vers\u00e3o da realidade contida em nossa alma.<\/h4><h4>Uma vida v\u00e1cua em absoluto de DIVERS\u00c3O \u00e9 uma vida quase insuport\u00e1vel, de forma que nem todo SEDUTOR \u00e9 necessariamente PREDADOR. As balizas do sadio s\u00e3o modera\u00e7\u00e3o e consci\u00eancia, ou seja, limites e entendimento, noutras palavras.<\/h4><h4>Conceder a um luxo e\/ou a um sup\u00e9rfluo, entendendo o que se lhe passa, sem comprometer outras coisas \u00e9 assaz diferente de cren\u00e7a ou mesmo v\u00edcio no consumo. Sentir-se enamorado de algu\u00e9m tamb\u00e9m segue distinto de flertar algu\u00e9m inconsciente ou levianamente.<\/h4><h4>Sucede que, n\u00e3o raro, o m\u00ednimo se torna m\u00e1ximo. Quem n\u00e3o conhece sofredores CONSUMISTAS ou SEDUTORES sensuais\/sexuais em demasia em seu entorno? N\u00e3o s\u00f3 isso, mas a subvers\u00e3o pode alcan\u00e7ar patamar n\u00e3o apenas de mera despropor\u00e7\u00e3o, mas at\u00e9 de altera\u00e7\u00e3o dos fins da vida, tal que se passe a entender que a RAZ\u00c3O DE SER DA VIDA SERIA DESEJAR ao inv\u00e9s de AMAR, que \u00e9 a \u00fanica m\u00e9trica humana no sentido pr\u00f3prio. Chame isso de MATERIALISMO e\/ou HEDONISMO.<\/h4><h4>A ascens\u00e3o na subvers\u00e3o ainda pode alcan\u00e7ar patamares em que a dimens\u00e3o, DESEJANTE SEDUTORA, seja apenas o motor central de uma personalidade, mas tamb\u00e9m que a sua pretens\u00e3o e satisfa\u00e7\u00e3o (imposs\u00edvel) sejam associadas a um senso de dignidade de EGO, AUTO-ESTIMA ou AMOR-PR\u00d3PRIO (para n\u00e3o dizer \u201c\u00f3dio-pr\u00f3prio\u201d). Quem n\u00e3o conhece os EGO\u00cdSTAS? Querem, querem e querem posse e cada vez exclusivamente para si e tanto que seu senso de valor \u00e9 a posse de coisas e pessoas. A dor ou dilacera\u00e7\u00e3o da pessoa \u201cpossu\u00edda\u201d inclusive alimenta o ego do ego\u00edsta.<\/h4><h4>O EGO\u00cdSTA, at\u00e9 porque consciente ou inconscientemente, \u00e9 um grande SEDUZIDO, tende a ser o maior SEDUTOR e reproduz a sua l\u00f3gica, provocando DESEJOS, desejos e desejos nas pessoas, os quais, como vistos, na l\u00f3gica acima apontada, n\u00e3o s\u00e3o satisfeitos, evidentemente. Ainda que o EGO\u00cdSTA tenha alguma satisfa\u00e7\u00e3o com a dor das presas da ilus\u00e3o por ele plantada, segue em um paradoxo de que, tanto quanto n\u00e3o resolva seu problema prim\u00e1rio de n\u00e3o AMAR, essa satisfa\u00e7\u00e3o incremental gera mais tristeza, que ser\u00e1 vetorizada para mais sedu\u00e7\u00e3o sucessivamente. Igualzinho ao consumidor do t\u00eanis x, que agora quer o t\u00eanis y, depois o t\u00eanis z, etc\u2026<\/h4><h4>A quest\u00e3o \u00e9 que DESEJAR e SEDUZIR ou mesmo SER SEDUZIDO\/ILUDIDO vicia.<\/h4><h4>O princ\u00edpio \u00e9 que, gente alegre espalha alegria ou, noutras palavras, AMOR. Gente triste espalha tristeza, seja por agress\u00e3o expl\u00edcita ou dissimulada, como SEDU\u00c7\u00c3O, nesse caso podendo ser chamada de MANIPULA\u00c7\u00c3O.<\/h4><h4>Acredite leitor, que tu est\u00e1s RODEADO de MANIPULADORES assim e para fins diversos. Alguns deles reproduzem fielmente a l\u00f3gica apontada aqui sem grande consci\u00eancia e uns tantos s\u00e3o MUITO L\u00daCIDOS nesse \u201cmarketing predat\u00f3rio\u201d. Quanto mais logo o leitor quebrar a parede de pedra grossa da ilus\u00e3o de que de um SEDUTOR (pessoa ou coisa) possa vir AMOR, de muita dor vai se poupar.<\/h4><h4>Frui vossos prazeres nos limites pertinentes, mas conservai que o objeto do prazer pode te manipular com facilidade e, quanto a tema de prazeres, sempre h\u00e1 buraco perto. Em tempos de feminismo se tornou politicamente incorreto usar express\u00f5es como \u201cmulher honesta\u201d \u2013 justamente para separar das \u201cdesonestas\u201d \u2013 ou de dizer a verdade de que, por natureza, homem n\u00e3o percebe a mulher como esta percebe aquele.<\/h4><h4>Para que n\u00e3o exista d\u00favida: gente honesta \u00e9 a que AMA e, na pior das hip\u00f3teses, a que, se n\u00e3o ama, diz assertivamente que n\u00e3o ama. Gente desonesta \u00e9 a que n\u00e3o AMA e manipula, seduz, finge, se omite, se furta e etc\u2026, em sentido diverso. Em certos sentidos pode-se dizer que, ser \u00e9 AMAR, e n\u00e3o ser \u00e9 n\u00e3o AMAR. A prova\u00e7\u00e3o de Hamlet, no trocadilho do \u201cser ou n\u00e3o ser, eis a quest\u00e3o\u201d, em efeito \u00e9 amar\/honestamente ou n\u00e3o amar\/n\u00e3o honestamente. Muitas deriva\u00e7\u00f5es podem sair daqui como ter ego\/n\u00e3o ter ego, iludir\/abrir \u00e0 realidade, ter consci\u00eancia\/cegar-se e etc\u2026<\/h4><h4>N\u00e3o AMAR est\u00e1 longe de ser coisa rara, mas N\u00c3O DESEJAR, N\u00c3O SEDUZIR nem SER SEDUZIDO \u00e9 sim rar\u00edssimo. A rigor SEDU\u00c7\u00c3O e AMOR se posicionam reciprocamente como se fossem dispostos em uma balan\u00e7a. Se o peso da SEDU\u00c7\u00c3O \u00e9 grande o prato de um lado da balan\u00e7a fica no ch\u00e3o, ao acesso das gentes e o prato do AMOR ficar\u00e1 leve e, pois, alto, sem que as pessoas lhe acessem.<\/h4><h4>Mas agora, a pergunta: o AMOR, o que e como \u00e9? Fica para o pr\u00f3ximo artigo!<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ba4128 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9ba4128\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8934 size-medium\" src=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png 300w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-150x150.png 150w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-768x768.png 768w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-162d43e\" data-id=\"162d43e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ef0d6db elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ef0d6db\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Vicente do Prado Tolezano \u00e9 graduado em direito pe\u00e7a PUC\/SP e Mestre em Filosofia pela Faculdade do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>012 Sedu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 amor Autor:&nbsp;Vicente do Prado Tolezano 12-12-2017 Parecem coisas associadas entre si, mas, ao reverso, s\u00e3o at\u00e9 antag\u00f4nicas e inconcili\u00e1veis na maior parte: a SEDU\u00c7\u00c3O e o AMOR. 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