{"id":9357,"date":"2017-05-30T19:59:00","date_gmt":"2017-05-30T22:59:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9357"},"modified":"2020-03-06T20:18:11","modified_gmt":"2020-03-06T23:18:11","slug":"011-poesia-profecia-e-metafora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/011-poesia-profecia-e-metafora\/","title":{"rendered":"011 Poesia, Profecia e Met\u00e1fora"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9357\" class=\"elementor elementor-9357\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">011 Poesia, Profecia e Met\u00e1fora<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor:\u00a0Vicente do Prado Tolezano 30-05-2017<\/h4><h4>Poesia e profecia t\u00eam muito mais em comum que a mera rima de nomes ou o emprego frequente de met\u00e1foras, e isso tudo n\u00e3o \u00e9 mera coincid\u00eancia.<\/h4><h4>Ao contr\u00e1rio do que o senso vulgar costuma pensar, poesia \u00e9 coisa muito s\u00e9ria para a alma humana. A rigor, \u00e9 prov\u00e1vel que seja a mais s\u00e9ria forma de discurso humano. Civiliza\u00e7\u00f5es se fundam ou se arrimam em \u201cpoetas-profetas\u201d. Homero, Virg\u00edlio, Cam\u00f5es, s\u00e3o alguns exemplos entre mont\u00f5es poss\u00edveis.<\/h4><h4>O que poesia essencialmente N\u00c3O \u00e9, \u00e9 uma mera brincadeira de palavras, ainda que, \u00f3bvio, chistes possam ser feitos poeticamente. O discurso po\u00e9tico faz a alma humana se virar para o FUTURO, no sentido de que fala das POSSIBILIDADES HUMANAS. Mesmo que retrate um feito ou um drama do passado, o faz para imprimir na alma possibilidades que esta pode vir a \u201cVERSAR\u201d.<\/h4><h4>O VERSO \u00e9 uma abrevia\u00e7\u00e3o do nome completo \u201cVERSO DA ALMA\u201d, como a \u201coutra parte\u201d da alma, a parte que \u00e9 MATERIAL, vis\u00edvel, sens\u00edvel, aud\u00edvel, etc., em contraste \u00e0 parte que \u00e9 esp\u00edrito puro, de acesso apenas pela raz\u00e3o.<\/h4><h4>Para um corpo, a poesia teria fun\u00e7\u00e3o de AR. Inspiramo-lo e ascendemo-lo para \u201cver a partir de maior altura\u201d, para ganhar pot\u00eancia, contemplar mais beleza e fixar o melhor rumo. O paralelo, a seu turno, que o AR \u00e9 para o corpo \u00e9, para a alma, a fun\u00e7\u00e3o IMAGINA\u00c7\u00c3O. Quem IMAGINA mais, se eleva mais \u2013 rumo ao sublime \u2013 est\u00e1, pois, mais forte, filtra\/peneira mais beleza, exp\u00f5e eleg\u00e2ncia no movimento, etc.<\/h4><h4>Que o leitor capte a sutileza de que, inspira\u00e7\u00e3o de AR para os vivos em geral e de IMAGENS para o homem, s\u00e3o ambas as fun\u00e7\u00f5es inclusive BIOL\u00d3GICAS (sem embargo de todo o reino da naturalidade humana).<\/h4><h4>O imagin\u00e1rio \u00e9 a nossa PROTO-INTELIG\u00caNCIA, sendo ineg\u00e1vel que \u201cinteligir \u00e9 fun\u00e7\u00e3o vital ao homem\u201d e tal que, em um sentido, quem n\u00e3o intelige, j\u00e1 morreu. O esquema tamb\u00e9m \u00e9 tal que quem pouco imagina, pouco intelige e, logo, pouco\u2026 vive!<\/h4><h4>Se quiseres viver mais e melhor, pois, que inale mais e melhor poesia. E tenha que essa profecia n\u00e3o \u00e9 mera teimosia, com o perd\u00e3o do trocadilho r\u00edtmico! O sin\u00f4nimo de \u201cviver mais e melhor\u201d \u00e9 \u201cviver inteligentemente\u201d.<\/h4><h4>O sentido de INTELIG\u00caNCIA que aqui empregamos \u00e9 o sentido CL\u00c1SSICO, BOM, pr\u00f3prio, antes da CORRUP\u00c7\u00c3O SEM\u00c2NTICA que assaltaram o termo para reduzi-lo \u00e0 mera \u201cintelig\u00eancia l\u00f3gico-conceitual\u201d.<\/h4><h4>Em termos pr\u00f3prios, inteligimos bem uma coisa quando a aprendemos CONCEITUAL e VIVENCIALMENTE, sendo a viv\u00eancia a base do conceito, e n\u00e3o o reverso.\u00a0 Por conta da dramaticidade da vida, s\u00e3o criados conceitos para servir a opera\u00e7\u00f5es de comunica\u00e7\u00e3o desta, mas n\u00e3o o reverso.<\/h4><h4>\u00c9 um ABSURDO o ponto a que j\u00e1 se chegou de se formular racioc\u00ednios do tipo: \u201cPenso, logo existo\u201d. Absurdo pur\u00edssimo, consequ\u00eancia da falta de\u2026 poesia! Efeitos delet\u00e9rios e alienantes da\u00ed decorrentes s\u00e3o muitos\u2026<\/h4><h4>Veja um exemplo em linguagem objetivo-descritiva: \u201cOs portugueses fizeram muitos sacrif\u00edcios pessoais para as navega\u00e7\u00f5es, mas foi muito importante\u201d. \u00c9 perfeitamente poss\u00edvel ENTENDER.<\/h4><h4>Compara agora com o cl\u00e1ssico verso de Fernando Pessoa:<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">\u00d3 mar salgado, quanto do teu sal<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">S\u00e3o l\u00e1grimas de Portugal!<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Por te cruzarmos, quantas m\u00e3es choraram,<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Quantos filhos em v\u00e3o rezaram!<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Quantas noivas ficaram por casar<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Para que fosses nosso, \u00f3 mar!<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Valeu a pena?<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Tudo vale a pena<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Se a alma n\u00e3o \u00e9 pequena.<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Quem quer passar al\u00e9m do Bojador<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Tem que passar al\u00e9m da dor.<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Deus ao mar o perigo e o abismo deu,<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Mas nele \u00e9 que espelhou o c\u00e9u.<\/h4><h4>Obviamente, \u00e9 poss\u00edvel ENTENDER e, mais, \u00e9 poss\u00edvel COMPREENDER.<\/h4><h4>Lembre-se que poesia sempre fala de possibilidades e, pois, de exorta\u00e7\u00e3o de vistas ao futuro. Ainda que a poesia em quest\u00e3o cuide de um per\u00edodo hist\u00f3rico passado, o poeta, em precis\u00e3o, evoca o fato para profetizar que podemos alcan\u00e7ar NOBREZA se arcamos com a DOR.<\/h4><h4>Veja uma orienta\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica para a vida expressada em conceitos: \u201cTemos que nos ocupar de n\u00f3s mesmos, independentemente dos outros\u201d. Tamb\u00e9m se cuida de uma frase dotada de sentido e, pois, pass\u00edvel de ser bem ENTENDIDA.<\/h4><h4>Compara, agora, com outra p\u00e9rola po\u00e9tica de Fernando Pessoa:<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Segue o teu destino,<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Rega as tuas plantas,<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Ama as tuas rosas.<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">O resto \u00e9 a sombra<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">De \u00e1rvores alheias.<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">A realidade<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Sempre \u00e9 mais ou menos<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Do que n\u00f3s queremos.<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">S\u00f3 n\u00f3s somos sempre<\/h4><h4 style=\"text-align: center;\">Iguais a n\u00f3s-pr\u00f3prios.<\/h4><h4>Fica notavelmente claro que se aliam ENTENDIMENTO e COMPREENS\u00c3O. Conceito e viv\u00eancia. Ideia e Drama real. Quanta profecia e profecia boa, daquelas que insuflam ar libert\u00e1rio na alma!<\/h4><h4>O que se chama MET\u00c1FORA na po\u00e9tica, chama-se ANALOGIA nas ci\u00eancias da cogni\u00e7\u00e3o. Conhece muito mais quem v\u00ea n\u00e3o apenas uma \u201cCoisa-em-si\u201d, mas a \u201cestrutura-da-coisa-em-si\u201d, ou seja, quem acessa a substancialidade da coisa.<\/h4><h4>A met\u00e1fora \u00e9 eficaz para prover entendimento e comunica\u00e7\u00e3o da substancialidade porque a estrutura da realidade \u00e9 ontologicamente an\u00e1loga em sensos de propor\u00e7\u00e3o e de articula\u00e7\u00e3o. Quem quiser aprofundar, se debruce sobre a no\u00e7\u00e3o de ISOMORFIA do mundo, a no\u00e7\u00e3o que prega similitude das estruturas de toda a realidade, partindo desde sensa\u00e7\u00f5es at\u00e9 ao dom\u00ednio Divino.<\/h4><h4>N\u00f3s e o mundo das coisas temos a mesma estrutura em grandes linhas. Nosso sentir, pensar e agir s\u00e3o isom\u00f3rficos. Deve ser predicado de muito, sen\u00e3o muit\u00edssimo, ignorante quem separa raz\u00e3o\/afeto, intelig\u00eancia\/viv\u00eancia como algo s\u00e3o, ao passo que \u00e9 a S\u00cdNTESE da viv\u00eancia e intelig\u00eancia a rota da sanidade.<\/h4><h4>Se assim n\u00e3o fosse, a sabedoria (a posse de um conjunto de alguns princ\u00edpios explicativos de muitos fen\u00f4menos e iluminadora da vida boa) n\u00e3o haveria como existir e nem haveria, pois, o porqu\u00ea de haver poetas e profetas.<\/h4><h4>Nosso foco aqui, de qualquer forma, \u00e9 sublinhar a import\u00e2ncia que h\u00e1 que se dar \u00e0 nutri\u00e7\u00e3o po\u00e9tica em quantidade e qualidade e condi\u00e7\u00e3o de vitalidade.<\/h4><h4>As conclus\u00f5es da cogni\u00e7\u00e3o decorrem diretamente das fronteiras da nossa imagina\u00e7\u00e3o e essa sempre \u00e9 metaf\u00f3rica, at\u00e9 oniricamente. Muito mais importante que isso, contudo, \u00e9 que tamb\u00e9m o fluxo de uma vida, organicamente orientada, parte das met\u00e1foras e imagina\u00e7\u00e3o bem nutridas.<\/h4><h4>A vida pobre em met\u00e1foras e em imagina\u00e7\u00e3o \u00e9 vida que se afasta da ORGANICIDADE e se aproxima da MECANICIDADE. Deveria ser incr\u00edvel, mas s\u00f3i ser cr\u00edvel ante a tantos exemplos reais, que o homem consegue abdicar de ser organismo (e ser an\u00edmico) para ser mecanismo (e ser desalmado).<\/h4><h4>O patamar mais fundo e mais triste da mecaniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas o da aus\u00eancia de poesia e imagina\u00e7\u00e3o em um ser humano, mas quando lhe faltam tanto tais recursos que a \u00faltima for\u00e7a vital que ele acaba por manifestar \u00e9 at\u00e9 suicida, que consiste em zombar desses bens que ele n\u00e3o tem. A\u00ed ele n\u00e3o ter\u00e1 mais verso, porque n\u00e3o h\u00e1 de que haver verso e n\u00e3o \u00e9 mais o caso de se profetizar, pois n\u00e3o existe profecia se n\u00e3o existe mais futuro.<\/h4><h4>Depois que furou a bexiga n\u00e3o enche mais e essa met\u00e1fora, conta tudo.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ba4128 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9ba4128\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8934 size-medium\" src=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png 300w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-150x150.png 150w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-768x768.png 768w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-162d43e\" data-id=\"162d43e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ef0d6db elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ef0d6db\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Vicente do Prado Tolezano \u00e9 graduado em direito pe\u00e7a PUC\/SP e Mestre em Filosofia pela Faculdade do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>011 Poesia, Profecia e Met\u00e1fora Autor:&nbsp;Vicente do Prado Tolezano 30-05-2017 Poesia e profecia t\u00eam muito mais em comum que a mera rima de nomes ou o emprego frequente de met\u00e1foras, e isso tudo n\u00e3o \u00e9 mera coincid\u00eancia. 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