{"id":9313,"date":"2017-04-27T21:11:00","date_gmt":"2017-04-27T21:11:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9313"},"modified":"2020-03-05T22:20:52","modified_gmt":"2020-03-05T22:20:52","slug":"008-literatura-movimentos-vitais-e-algumas-dicas-de-leitura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/008-literatura-movimentos-vitais-e-algumas-dicas-de-leitura\/","title":{"rendered":"008 Literatura, movimentos vitais e algumas dicas de leitura"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9313\" class=\"elementor elementor-9313\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">008 Literatura, movimentos vitais e algumas dicas de leitura<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><span style=\"color: #000000;\">Autor:\u00a0Vicente do Prado Tolezano 27-04-2017<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Todo ser vivo, sem exce\u00e7\u00e3o, tem 3 movimentos vitais: o afastamento, a media\u00e7\u00e3o e a assimila\u00e7\u00e3o (s\u00edntese). Experimente ver isso em uma samambaia, em um gato e no homem e vai constatar que n\u00e3o h\u00e1 furo.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">O incremento que temos em rela\u00e7\u00e3o aos demais viventes \u00e9 que, em n\u00f3s homens, esses movimentos se d\u00e3o, n\u00e3o apenas em termos materiais\/corp\u00f3reos, mas tamb\u00e9m se d\u00e3o relativamente \u00e0 nossa alma.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Em termos materiais, \u00e9 f\u00e1cil perceber que corpo-vivo qualquer se afasta de algo que lhe comprometa a vitalidade, que se aproxima e se ajusta (media\u00e7\u00e3o) com o que precisa para viver e que assimila outros elementos, retornando uma transforma\u00e7\u00e3o, nem que seja, no m\u00ednimo o pr\u00f3prio movimento de sua vida (s\u00edntese).<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Em um animal, a percep\u00e7\u00e3o disso \u00e9 muito trivial. Vejamos, agora, uma planta. Ponha-a em um lugar em que de um lado h\u00e1 uma fonte de calor excessivo e ver\u00e1s que ela se afasta, desenvolvendo-se para o outro lado (afastamento). Ela vai se desenvolver para o lado em que h\u00e1 luz, vai tomar\/se moldar conforme o contorno do vaso, do ambiente espacial em geral, etc\u2026 (media\u00e7\u00e3o). Ela vai se alimentar (assimila\u00e7\u00e3o) com \u00e1gua, sais minerais, luz e vai liberar oxig\u00eanio, na chamada fotoss\u00edntese.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Na nossa dimens\u00e3o material, se passa o mesmo. No particular da s\u00edntese, ao menos, ela \u00e9 a \u201cobra\u201d que aqui deixamos, o resultado externo de tudo o que assimilamos. O bus\u00edlis deste artigo, contudo, \u00e9 observar os movimentos vitais na perspectiva da alma e os associar com a literatura.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">No bom sentido do movimento de afastamento pela alma, valemo-nos da DIVERS\u00c3O, que justamente \u00e9 um afastamento da gravidade da realidade sobre n\u00f3s.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Por \u201cverso\u201d se denota a interioridade da alma impressa pela tens\u00e3o exterior, da realidade objetiva e de onde vem que o \u201cverso\u201d, de um poema, \u00e9 a extrus\u00e3o de um estado de alma. Di + verso + a\u00e7\u00e3o \u00e9 um movimento que nos divide\/tira da tens\u00e3o do real. Pense em dias seguidos com v\u00e1cuo absoluto de divers\u00e3o e constatar\u00e1s a \u201cloucura ou tortura\u201d que seriam.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00c9 de ver que a adequada DIVERS\u00c3O auxilia deveras nas fun\u00e7\u00f5es de criatividade. Demanda alguma sutileza e aguda seletividade, mas muitas vezes a DIVERS\u00c3O \u00e9 que tem mais realidade que a realidade em si, apesar se ser \u201caparente paradoxo\u201d. \u00c9 \u00f3bvio que n\u00e3o estamos a nos referir a \u201caberra\u00e7\u00f5es\u201d que possam existir sob o \u201cpretexto\u201d de divers\u00e3o.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Para ilustrar, veja, agora, que o mal sentido do movimento de afastamento \u00e9 o TEMOR, que pode se manifestar pelos estados de alma de VERGONHA, INSEGURAN\u00c7A ou DESCONFIAN\u00c7A.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Reflita sobre uma gangorra que quase nunca falha: numa p\u00e1 a DIVERS\u00c3O e noutra p\u00e1 o MEDO. O que em comum, contudo, tanto a DIVERS\u00c3O quanto o TEMOR t\u00eam \u00e9 que ambas se fundem na IMAGINA\u00c7\u00c3O. De uma forma em que quanto mais rica a imagina\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m, de mais DIVERS\u00c3O a pessoa pode gozar e de menos MEDO padecer. Essa \u00e9 uma zona de dimens\u00e3o intrapessoal.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Por excel\u00eancia, o nutriente da imagina\u00e7\u00e3o \u00e9 a LITERATURA de um modo geral, sem embargo, claro, da preponder\u00e2ncia da FIC\u00c7\u00c3O narrada em forma de CONTO.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">N\u00e3o somos conhecedores fundos da hist\u00f3ria liter\u00e1ria. Deixamos, contudo e conforme nossa predile\u00e7\u00e3o. Duas dicas ao leitor brasileiro que quiser debru\u00e7ar-se sobre contos de simples acesso, sem embargo de que s\u00e3o riqu\u00edssimos, divertidos e altamente f\u00e9rteis para edificar seu imagin\u00e1rio e com bastante foco no tema do MEDO: Lima Barreto (1881-1922) e Monteiro Lobato (1.882-1.948), nos seus contos para adultos. Sobre a primazia da realidade da fantasia em detrimento da realidade real, uma boa sugest\u00e3o de autor moderno-recente \u00e9 Gabriel Garcia Marquez (1.927 \u2013 2014).<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">As media\u00e7\u00f5es, a seu turno, que temos s\u00e3o tanto para com o meio natural como para com o meio social, seja esse meio social mais \u00edntimo ou mais abrangente at\u00e9 a escala do mundo, mas sempre tingido com a cor da pol\u00edtica. Essa \u00e9 a dimens\u00e3o intersocial. Esses movimentos incluem a dimens\u00e3o do imagin\u00e1rio, mas demandam-nos mais do que isso, incluindo um n\u00edvel de CONHECIMENTO OBJETIVO da realidade.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Para a media\u00e7\u00e3o relativa ao meio natural, precisamos praticar a faculdade do ENGENHO (de onde vem o termo engenharia), o que pressup\u00f5e, obviamente, um grau de objetividade da natureza. Na literatura, a seu turno, a clareza sobre a objetividade natural se cultiva por meio dos ENSAIOS ou TRATADOS t\u00e9cnicos, cient\u00edficos ou cong\u00eaneres. Os efeitos da defici\u00eancia do ENGENHO s\u00e3o \u00f3bvios, de pobreza material, inadaptabilidade, etc\u2026<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Na perspectiva da media\u00e7\u00e3o para com o meio social, precisamos praticar a POL\u00cdTICA, termo esse bem mais amplo do que seu senso meramente coloquial de \u201cpol\u00edtica partid\u00e1ria-de estado-institucional-p\u00fablica\u201d. Toda intera\u00e7\u00e3o humana \u00e9 pol\u00edtica; mesmo crian\u00e7as em fase pr\u00e9-escolar j\u00e1 praticam pol\u00edtica entre si, pois ora cooperam entre si, ora se op\u00f5em, fazem negocia\u00e7\u00f5es diversas, mesmo que inconscientes e etc\u2026<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Ao contr\u00e1rio do que muitas vezes se pensa por ingenuidade, pol\u00edtica n\u00e3o \u00e9 coisa do ACASO e o conhecimento sobre ela \u00e9, sim, um conhecimento de car\u00e1ter OBJETIVO tal como \u00e9 o conhecimento do mundo natural.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">N\u00e3o te desenvolva em nada, ou muito pouco, na seara pol\u00edtica e ter\u00e1s riscos alt\u00edssimos de n\u00e3o adapta\u00e7\u00e3o\/conviv\u00eancia ou, at\u00e9 pior, ficar\u00e1 BOBO, no sentido de ING\u00caNUO, podendo ser facilmente manipulado. Na perspectiva ainda mais funda da alma, conhecer da dimens\u00e3o pol\u00edtica \u00e9 conhecer muito das condi\u00e7\u00f5es antropol\u00f3gicas e, mais, \u00e9 indispens\u00e1vel para as elabora\u00e7\u00f5es preparat\u00f3rias do AUTOCONHECIMENTO.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">O melhor ministro de advert\u00eancias e conselhos para a navega\u00e7\u00e3o nos mares pol\u00edticos segue sendo o velho e sempre novo TEATRO. A pe\u00e7a teatral e a poesia s\u00e3o ora grandes rivais entre si, sobre qual \u00e9 a semente de onde todas as demais express\u00f5es liter\u00e1rias v\u00eam e ora amalgamam-se.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Ao leitor que quiser se vitaminar no fluxo na dimens\u00e3o pol\u00edtica, deixamos uma dica cl\u00e1ssica \u2013 universal e que n\u00e3o incorre em risco algum de abuso por qualquer excesso \u2013 o Teatro de Shakespeare (1564 \u2013 1616).<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Ao cabo, tratamos do movimento da assimila\u00e7\u00e3o (s\u00edntese), o qual, n\u00e3o \u00e9 excesso de dizer, \u00e9 o AUGE da nossa exist\u00eancia e que coroa nossa humanidade. S\u00e3o poucas as almas que logram intuir a SEM\u00c2NTICA da sua vida tomada de forma integral. Multid\u00f5es vibram pelo movimento apenas de afastamento, um punhado, a seu turno, alcan\u00e7a graus de media\u00e7\u00e3o e um punhadinho efetivamente ASSIMILA a vida.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Essa \u00e9 uma zona de dimens\u00e3o sist\u00eamica, \u00e9 a zona do ENTENDIMENTO, de matriz intra-inter-supra-pessoal, ou seja, \u00e9 mans\u00e3o por excel\u00eancia do ESP\u00cdRITO. S\u00f3 o homem REFLEXIONA. S\u00f3 ele percebe, com muito esfor\u00e7o, o seu SI. Reflita o Autor, oportunamente, das distin\u00e7\u00f5es entre o CONHECIMENTO, zona da media\u00e7\u00e3o, e o ENTENDIMENTO, zona da assimila\u00e7\u00e3o. S\u00e3o ora sutis, mas s\u00e3o sempre profundas. Quem entende, conhece, e est\u00e1 presente sem fuga. Ou seja, os movimentos s\u00e3o cumulativos na forma crescente.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Como adiantado, a ASSIMILA\u00c7\u00c3O implica sempre um m\u00ednimo de S\u00cdNTESE. No caso de uma planta, a entrega de oxig\u00eanio, resultado sint\u00e9tico de \u00e1gua, sal mineral e luz. No caso de um predador que come uma presa, toda a sobreviv\u00eancia do predador, que segue a se movimentar e afetar o mundo.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">A obra m\u00ednima que n\u00f3s deixamos \u00e9 sempre o nosso movimento biogr\u00e1fico, que, querendo ou n\u00e3o querendo o homem, afetou o mundo, nem que minimamente. De qualquer forma, \u00e9 \u00f3bvio que h\u00e1 obras de capelinhas e obras de catedrais! A obra da catedral tem que dar todos os movimentos: aproxima pela beleza, prov\u00ea solidez, sentido imediato, congrega, harmoniza, comove e instiga o sentido \u201cpara al\u00e9m\u201d. Ou seja, \u00e9 \u201cem si\u201d e \u201ctranscende a si\u201d, tal que vale pela obra mat\u00e9ria e pela obra espiritual.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">O ba\u00fa de recursos da literatura prov\u00ea para a corrobora\u00e7\u00e3o ENTENDIMENTO fino da vida, que h\u00e1 dois nutrientes not\u00e1veis: poesia e romance. A POESIA com sua m\u00edstica \u00ednsita, difusa, sutil, amb\u00edgua, como que VERTICAL para contrastar com o ROMANCE, integrador de tantos balan\u00e7os HORIZONTAIS, um resultado de tantas intersec\u00e7\u00f5es sen\u00e3o fric\u00e7\u00f5es de almas. Os autores de nossa predile\u00e7\u00e3o para esse particular s\u00e3o Fi\u00f3dor Dostoi\u00e9vski (1.821\u20131.881) e Guimar\u00e3es Rosa (1.908\u20131.967).<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Nosso intento, ao cabo, \u00e9 salientar o \u00f3bvio, \u00f3bvio que, n\u00e3o obstante seja \u00f3bvio, h\u00e1 de ser repetido, repetido e repetido: LITERATURA \u00e9 sempre a melhor CURA, trata e previne. N\u00e3o h\u00e1 um s\u00f3 movimento que a vida te pe\u00e7a que n\u00e3o possa ser vitaminado pela assimila\u00e7\u00e3o de uma obra liter\u00e1ria.<\/span><\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ba4128 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9ba4128\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8934 size-medium\" src=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png 300w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-150x150.png 150w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-768x768.png 768w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-162d43e\" data-id=\"162d43e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ef0d6db elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ef0d6db\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Vicente do Prado Tolezano \u00e9 graduado em direito pe\u00e7a PUC\/SP e Mestre em Filosofia pela Faculdade do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>008 Literatura, movimentos vitais e algumas dicas de leitura Autor:&nbsp;Vicente do Prado Tolezano 27-04-2017 Todo ser vivo, sem exce\u00e7\u00e3o, tem 3 movimentos vitais: o afastamento, a media\u00e7\u00e3o e a assimila\u00e7\u00e3o (s\u00edntese). Experimente ver isso em uma samambaia, em um gato e no homem e vai constatar que n\u00e3o h\u00e1 furo. O incremento que temos em [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1030,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[49],"tags":[48,73,65,72,56,58,63,45,60,62,64,55,52,68,71,67,70,66,61],"class_list":["post-9313","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos-educacao","tag-comunicacao","tag-dostoievsky","tag-gabrielgarciamarques","tag-guimaraesrosa","tag-imaginacao","tag-imaginario","tag-limabarreto","tag-linguagem","tag-literatura","tag-medo","tag-monteirolobato","tag-poesia","tag-poetica","tag-reflexao","tag-romance","tag-semantica","tag-sintese","tag-teatro","tag-vitalidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9313","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9313"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9313\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9318,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9313\/revisions\/9318"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1030"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9313"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9313"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9313"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}