{"id":9282,"date":"2017-04-11T23:03:00","date_gmt":"2017-04-11T23:03:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=9282"},"modified":"2020-03-03T23:33:34","modified_gmt":"2020-03-03T23:33:34","slug":"006-linguagem-e-comunicacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/006-linguagem-e-comunicacao\/","title":{"rendered":"006 Linguagem e Comunica\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"9282\" class=\"elementor elementor-9282\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">006 Linguagem e Comunica\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor:\u00a0Vicente do Prado Tolezano 11-04-2016<\/h4><h4>O melhor lampi\u00e3o contra as trevas que o homem j\u00e1 descobriu e desenvolveu \u00e9, distante de d\u00favidas, a LINGUAGEM. A qual \u00e9, comumente, confundida com mera COMUNICA\u00c7\u00c3O, confus\u00e3o a que este artigo visa amainar.<\/h4><h4>Tudo, absolutamente tudo, COMUNICA, e assim \u00e9, mesmo antes do surgimento do homem. Veja que os pr\u00f3prios rastros etimol\u00f3gicos de COMUNICA\u00c7\u00c3O apontam para os sensos de \u201ccomum\u201d, \u201cjunto\u201d, \u201cintegrado\u201d, somados \u00e0 \u201ca\u00e7\u00e3o\u201d. Tenha agora em mente que tudo est\u00e1 junto \u201cno mundo\u201d e \u00e9 agente e sujeito de a\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>A rigor, uma pedra comunica no m\u00ednimo que \u00e9 um ser em si e integra o movimento do mundo. Mas deixemos o exemplo extremo do inanimado e vejamos exemplos do mundo dos seres vivos. Animais comunicam o seu ser em sinais, seus estados de ser e mesmo movimentos que v\u00e3o tomar.<\/h4><h4>Nesse sentido, um c\u00e3o, s\u00f3 porque \u00e9 c\u00e3o, participa do mundo como c\u00e3o e, pois, isso comunica. O tom em que esse c\u00e3o ladra comunica, desde se ele est\u00e1 em estado de alegria ou acuamento, e mesmo se ele vir\u00e1 ao encontro ou se fugir\u00e1. Exemplos s\u00e3o obviamente infinitos.<\/h4><h4>Tudo acima exemplificado \u00e9 caso de COMUNICA\u00c7\u00c3O, mas n\u00e3o \u00e9 caso algum de LINGUAGEM. Cuidam de aspectos meramente naturais, diretamente ligados \u00e0 estrutura ou \u201cdimens\u00e3o material do ser\u201d e sem qualquer ressaibo de conven\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica.<\/h4><h4>Ou seja, fica claro que, a LINGUAGEM, para se caracterizar, demanda ingresso na \u201cdimens\u00e3o formal do ser\u201d e ajuste convencional. A rela\u00e7\u00e3o entre elas \u00e9 tal que tal que LINGUAGEM sempre comunica, mas n\u00e3o necessariamente, ou nem tudo o que comunica, \u00e9 linguagem.<\/h4><h4>Pense no exemplo de um homem qualquer que sofre um impacto doloroso no seu p\u00e9 e grita: \u201c\u00c1I\u201d, ou algo equivalente. Essa situa\u00e7\u00e3o, tal como os exemplos supra indicados, cuida de um caso apenas de comunica\u00e7\u00e3o, pois a emiss\u00e3o do som em quest\u00e3o \u00e9 meramente natural \u00e0 condi\u00e7\u00e3o material-fisiol\u00f3gica do ser humano sem, grosso modo, se vincular a uma conven\u00e7\u00e3o. Em termos gramaticais precisos, chamamos isso de INTERJEI\u00c7\u00c3O.<\/h4><h4>Pense agora que o mesmo homem liberta seu aparelho fonador e lan\u00e7a ao mundo o som articulado: \u201co meu p\u00e9 d\u00f3i\u201d ou o equivalente em ingl\u00eas \u201cmy foot pains\u201d ou \u201cmein Fu\u00df schmerzt\u201d em alem\u00e3o. Pronto, estamos diante da LINGUAGEM, pois (i) os fonemas lan\u00e7ados s\u00f3 expressam sentido definido por for\u00e7a de conven\u00e7\u00e3o e (ii) tal que VALEM algo diferente de SI, ou seja, s\u00e3o S\u00cdMBOLOS de formas.<\/h4><h4>\u00c9 poss\u00edvel, em alguns contextos de simplicidade sem\u00e2ntica, que as comunica\u00e7\u00f5es por INTERJEI\u00c7\u00c3O e por S\u00cdMBOLOS dos exemplos acima sejam equivalentes em termos de efic\u00e1cia, mas os \u201cefeitos intrapessoais\u201d, entre um agente que se expressa por INTERJEI\u00c7\u00c3O de um agente que se expressa LINGU\u00cdSTICA-SIMBOLICAMENTE, guardam diferen\u00e7as de vulto MONUMENTAL.<\/h4><h4>Isto porque um se limita aos quadrantes da fisiologia natural, irrefletida, imaturada, da terra, e outro ingressa no mundo das formas, a centelha da intelig\u00eancia e cujo limite \u00e9 o c\u00e9u, ou seja, \u00e9 quase ilimitado!<\/h4><h4>A forma das coisas \u00e9 a sua ess\u00eancia propriamente, a sua apreens\u00e3o mental chamamos de CONCEITO. A seu turno, para verbalizar qualquer CONCEITO, nomeamo-lo por S\u00cdMBOLOS, como fonema ou grafema, e com intera\u00e7\u00e3o convencional. Se pensamentos, racioc\u00ednios, hip\u00f3teses, etc., forem como catedrais, os conceitos s\u00e3o os tijolinhos delas.<\/h4><h4>Entre o piso da comunica\u00e7\u00e3o que \u00e9 a interjei\u00e7\u00e3o e o seu teto, que \u00e9 o conceito, h\u00e1 andares intermedi\u00e1rios como comunica\u00e7\u00e3o pict\u00f3rica, de indica\u00e7\u00e3o, onom\u00e1stica, etc., mas n\u00e3o ocupam nossa aten\u00e7\u00e3o agora, que fica limitada a descortinar a import\u00e2ncia do CONCEITO.<\/h4><h4>O CONCEITO, mais que se prestar, via os nomes, a comunicar, se presta a viabilizar as fun\u00e7\u00f5es de PENSAMENTO humano.<\/h4><h4>O leitor conhece gente que at\u00e9 sabe FAZER coisas do seu cotidiano, mas n\u00e3o tem a menor condi\u00e7\u00e3o de EXPLICAR em palavras o que exatamente faz? \u00c9 a t\u00edpica situa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o dom\u00ednio dos conceitos. Mesmo que as a\u00e7\u00f5es dessas pessoas n\u00e3o sejam absolutamente inatas como uma interjei\u00e7\u00e3o de grito, espanto, alegria, etc., h\u00e3o de ser necessariamente opera\u00e7\u00f5es SIMPLES e assimiladas apenas por ORTOPETIZA\u00c7\u00c3O externa do corpo, em um esquema puramente material, igualzinho aos sapatos que, com o tempo e tanto usar, laceiam bem no p\u00e9.<\/h4><h4>A grande voca\u00e7\u00e3o humana \u00e9 SE ELEVAR para al\u00e9m da mat\u00e9ria, nosso diferencial de tudo o mais que h\u00e1. Se isso n\u00e3o fizermos, nos REBAIXAMOS. Em outras palavras, nossa voca\u00e7\u00e3o \u00e9 gozar dos S\u00cdMBOLOS e tal que quantos mais s\u00edmbolos precisos, profundos e referentes dominamos mais se ILUMINA a vida.<\/h4><h4>Fica evidente a import\u00e2ncia do culto \u00e0 linguagem, no seu sentido pr\u00f3prio de ser uma simbologia do mundo e das possibilidades de vida no mundo. Cuja assimila\u00e7\u00e3o \u00e9 MUITO MAIS extensa que prover simples COMUNICA\u00c7\u00c3O entre as pessoas.<\/h4><h4>Padece de maior dificuldade de percep\u00e7\u00e3o, inclusive de auto percep\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00e3o mental, mem\u00f3ria biogr\u00e1fica, racioc\u00ednio, etc., quem n\u00e3o tem assimila\u00e7\u00e3o lingu\u00edstica, mesmo que consiga, em v\u00e1rios contextos e sob v\u00e1rios limites, at\u00e9 se comunicar razoavelmente. \u201cOs limites de meu mundo s\u00e3o os limites da minha linguagem\u201d, j\u00e1 provocou o fil\u00f3sofo austr\u00edaco Ludwig Wittgenstein (1889-1951). Desde tamb\u00e9m que a fun\u00e7\u00e3o da imagina\u00e7\u00e3o humana foi mapeada por Arist\u00f3teles (384 ac \u2013 322 ac), a import\u00e2ncia \u201cinclusive intra-existencial\u201d do cultivo da linguagem j\u00e1 era de conhecimento registrado.<\/h4><h4>A pedagogia, pois, que preconiza, que quanto ao ensino do idioma o que sobressai \u00e9 a compet\u00eancia de comunicar, bem como uma pr\u00f3pria cultura que a alberga \u2013 coisas que teimam resistir. Essas coisas lan\u00e7am sobre n\u00f3s luzes de vela preta e estabelecem metas muito aqu\u00e9m de um m\u00ednimo humanizador, pois \u00e9 pr\u00f3prio do humano CONCEITUAR.<\/h4><h4>Reside exatamente neste ponto cr\u00edtico, de haver capacidade de CONCEITUAR ou n\u00e3o, a peneira que divide: alfabetizados de alfabetizados meramente funcionais, ou de educados e meramente instru\u00eddos, para n\u00e3o dizer de inteligentes e do outro tipo de pessoas. Isso \u00e9 mais sutil e, por igual, muito mais profundo que S\u00d3 COMUNICAR para o mundo as coisas meramente fisiol\u00f3gicas ou da rotina dos h\u00e1bitos.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ba4128 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9ba4128\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8934 size-medium\" src=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png 300w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-150x150.png 150w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-768x768.png 768w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-162d43e\" data-id=\"162d43e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ef0d6db elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ef0d6db\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Vicente do Prado Tolezano \u00e9 graduado em direito pe\u00e7a PUC\/SP e Mestre em Filosofia pela Faculdade do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>006 Linguagem e Comunica\u00e7\u00e3o Autor:&nbsp;Vicente do Prado Tolezano 11-04-2016 O melhor lampi\u00e3o contra as trevas que o homem j\u00e1 descobriu e desenvolveu \u00e9, distante de d\u00favidas, a LINGUAGEM. 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