{"id":21972,"date":"2021-11-22T19:06:26","date_gmt":"2021-11-22T22:06:26","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=21972"},"modified":"2021-11-25T11:17:19","modified_gmt":"2021-11-25T14:17:19","slug":"bajulacao-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/bajulacao-2\/","title":{"rendered":"Bajula\u00e7\u00e3o: a cordialidade insincera"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"21972\" class=\"elementor elementor-21972\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6f1da642 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6f1da642\" data-element_type=\"section\" data-settings=\"{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4b9d31f9\" data-id=\"4b9d31f9\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-599b710d elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"599b710d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-xl\">BAJULA\u00c7\u00c3O: A CORDIALIDADE INSINCERA<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5cfb4927 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"5cfb4927\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #000000;\"><b>Artigo do Vicente do Prado Tolezano.\u00a0<\/b><\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">A bajula\u00e7\u00e3o \u2013 tamb\u00e9m chamada por adula\u00e7\u00e3o ou lisonja \u2013 \u00e9 esquema de manipula\u00e7\u00e3o afetiva muito antigo, muito eficaz, que goza de longevidade garantida tanto quanto exista a humanidade, pois se funda em duas human\u00edssimas fraquezas: <em>baixa autoestima<\/em> e <em>vaidade<\/em> (ou orgulho ou arrog\u00e2ncia).<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Plat\u00e3o (428\u2013348 a.C.) dedicou aten\u00e7\u00e3o ao tema em v\u00e1rias passagens de seus di\u00e1logos, principalmente no \u201cG\u00f3rgias\u201d. O gigante grego assentou, com todo acerto, que <em>o bajulador \u00e9 atrativo, mas \u00e9 animal terribil\u00edssimo e de pr\u00e1ticas altamente danosas<\/em>.\u00a0<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Plutarco (46\u2013120 d.C.), fil\u00f3sofo romano e herdeiro expl\u00edcito da tradi\u00e7\u00e3o plat\u00f4nica, lavrou um tratado espec\u00edfico do tema, o op\u00fasculo \u201cComo distinguir o bajulador do amigo\u201d \u2013 a nossa principal fonte para este artigo.\u00a0<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">A bajula\u00e7\u00e3o \u00e9 farinha do mesmo saco da <em>hipocrisia<\/em>, <em>sedu\u00e7\u00e3o<\/em> e <em>outras falsidades<\/em>. A dificuldade em extirp\u00e1-la \u00e9 que al\u00e9m de se fundar, como j\u00e1 dito, nas frequent\u00edssimas baixa autoestima e vaidade, ela veste as roupas daquilo que \u00e9 muito buscado, por muito nobre \u00e0 vida, que \u00e9 a <em>amizade<\/em>. O bajulador sempre se dissimula como se amigo fosse, e \u00e9 agrad\u00e1vel, cordial e simp\u00e1tico na apar\u00eancia.\u00a0<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">As seguintes condutas, quando praticadas com <em>insinceridade<\/em>, <em>cinismo<\/em> ou <em>hipocrisia<\/em> e (ou) com fins <em>utilitaristas<\/em> ou <em>danosas<\/em>, s\u00e3o pr\u00f3prias da bajula\u00e7\u00e3o:<\/span><\/h4><ol><li><h4><span style=\"color: #000000;\">Elogiar, exaltar, qualificar algu\u00e9m, validar, aplaudir ou manifestar admira\u00e7\u00e3o, louvor, etc. Coloquialmente, chamam-se de \u201cmassagens no ego\u201d;<\/span><\/h4><\/li><li><h4><span style=\"color: #000000;\">Declarar-se inferior ao bajulado, prestando-lhe rever\u00eancias ou prostra\u00e7\u00f5es que podem chegar ao servilismo; oferta de mimos, favores, mesuras; declarar concord\u00e2ncia com as mesmas opini\u00f5es ou interesses do bajulado sobre v\u00e1rios assuntos e mudar opini\u00e3o sempre que o bajulado tamb\u00e9m mudar. Coloquialmente, chamam-se \u201cpuxa\u00e7\u00f5es de saco\u201d.<\/span><\/h4><\/li><\/ol><h4><span style=\"color: #000000;\">Por uma simples bajula\u00e7\u00e3o, algu\u00e9m pode \u201cdar at\u00e9 a alma\u201d, sofrer del\u00edrios de grandeza, virar galo-de-briga, jactar-se, inflamar-se de orgulho\/vaidade, etc dentre tantas insensatezes e arruinamentos t\u00edpicos dos iludidos.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Frise-se que elogiar e ser sol\u00edcito s\u00e3o, objetivamente, a\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias de amizade. Contudo, a amizade demanda, de forma inegoci\u00e1vel, o elemento subjetivo inexistente na bajula\u00e7\u00e3o: a <em>franqueza<\/em>. Ou seja, o amigo efetivo elogia o elogi\u00e1vel, censura ou adverte at\u00e9 duramente o censur\u00e1vel ou conden\u00e1vel do amigo e por crit\u00e9rios objetivos (sinceros, ao menos), e n\u00e3o para \u201cmeramente agradar, validar ou aprovar\u201d.\u00a0<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Sem qualquer exagero, o amigo \u00e9 o maior \u201cguardi\u00e3o da lucidez\u201d de algu\u00e9m sobre si pr\u00f3prio, ou simplesmente n\u00e3o \u00e9 amigo. Plutarco menciona o amigo como o nosso \u201credutor dos excessos do orgulho\u201d. Exatamente por isso, amizade \u00e9 forma de amor e n\u00e3o de poder, como s\u00f3i ser a bajula\u00e7\u00e3o.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">O bajulador \u2013 que de amigo s\u00f3 tem as vestes \u2013 rouba do bajulado algo de proveito essencial da intera\u00e7\u00e3o humana. Diz Plutarco que o bajulador \u201c(&#8230;) <em>est\u00e1 sempre em oposi\u00e7\u00e3o ao conhece-te a ti mesmo, introduzindo o engano em cada um com rela\u00e7\u00e3o a si pr\u00f3prio e a ignor\u00e2ncia de si mesmo<\/em>\u201d.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">S\u00e3o t\u00e3o predat\u00f3rios os bajuladores que os advers\u00e1rios, rivais ou at\u00e9 mesmo inimigos, se declarados, t\u00eam mais serventia no que respeita \u00e0s corre\u00e7\u00f5es de rumo e quebra das ilus\u00f5es.\u00a0<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">O fil\u00f3sofo romano esclarece que a assun\u00e7\u00e3o das inimizades \u00e9 meio que instiga os homens a \u201cpermanecerem s\u00f3brios em sua vida e se manterem afastados da fraqueza de car\u00e1ter\u201d e que \u201c(&#8230;) frequentemente, uma cr\u00edtica lan\u00e7ada pela c\u00f3lera ou pela inimizade cura um v\u00edcio da alma ou porque era ignorado ou era negligenciado\u201d.\u00a0<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Alcan\u00e7ar julgamentos objetivos, justos e razo\u00e1veis de si, extirpados de orgulhos, egos e ilus\u00f5es, \u00e9 fruto colhido na travessia ao menos razo\u00e1vel da matura\u00e7\u00e3o; e \u201ccr\u00edticas\u201d, inclu\u00eddas as antip\u00e1ticas, vindas da alteridade benevolente s\u00e3o indispens\u00e1veis.\u00a0<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Importante destacar que o bajulado, muitas vezes, n\u00e3o \u00e9 mera v\u00edtima passiva do achaque casual dos bajuladores. Ele, por ingenuidade difusa (associada \u00e0 baixa autoestima) ou mesmo pervers\u00e3o (associado \u00e0 vaidade), pode ser um pid\u00e3o ativo da lisonja e manifestar hostilidade a cr\u00edticas, mesmo as razo\u00e1veis e benevolentes.\u00a0<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Nessas situa\u00e7\u00f5es acima, passa-se mesmo um impulso de ojeriza contra a <em>franqueza<\/em>, num esquema de paralelismo entre o exterior e o interior.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Plutarco assentou tamb\u00e9m que \u201ccada um de n\u00f3s \u00e9 o maior bajulador de si\u201d. Disso, segue-se \u00f3bvio de que quanto mais algu\u00e9m se auto bajula ou manipula, mais ele tende a ser bajulado ou manipulado externamente.\u00a0<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Aquele que se bajula \u00e9, sem exageros quaisquer, pessoa de car\u00e1ter \u00edntimo masoquista \u00e0 busca de um (ou mais) bajulador(es) externo(s), que far\u00e1 (\u00e3o) papel de seu (s) s\u00e1dico (s).<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Os malevolentes, s\u00e1dicos, sempre entendem a fraqueza alheia \u2013 e o jogo interno que o bajulado faz consigo \u2013, seja por baixa autoestima ou por vaidade (\u00e0s vezes dif\u00edceis de ser discernidas uma da outra ou mesmo amalgamadas) e \u00e9 a\u00ed que est\u00e1 a chave do poder. O bajulador anestesia essa fraqueza, sem, claro, que o bajulado tenha melhorado qualquer dos elogios, aplausos, conselhos, etc. Ali\u00e1s, vai mesmo piorar, desde ser parasitado at\u00e9 esfolado.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Hans Christian Andersen exibiu, com fina mordacidade, pelo singelo cl\u00e1ssico \u201cAs roupas novas do imperador\u201d duas fei\u00faras:<\/span><\/h4><ol><li><h4><span style=\"color: #000000;\">a imensa efic\u00e1cia ilus\u00f3ria da bajula\u00e7\u00e3o de uns picaretas sobre um rei vaidoso, que se permitiu ir at\u00e9 o c\u00famulo do rid\u00edculo;<\/span><\/h4><\/li><li><h4><span style=\"color: #000000;\">a solidariedade das pessoas pendente mais para os bajuladores que para o bajulado! Afinal de contas, t\u00e3o-somente o menininho teve a franqueza de n\u00e3o aplaudir e dizer a nudez do rei como ele a via. Toda a turba jogava o teatro de \u201cpuxar o saco do rei\u201d.<\/span><\/h4><\/li><\/ol><h4><span style=\"color: #000000;\">S\u00e3o poucas as pessoas \u201cn\u00e3o bajul\u00e1veis\u201d e s\u00f3 essas s\u00e3o pessoas propriamente <em>livres<\/em>.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">As turbas est\u00e3o tanto sendo achacadas por bajula\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas, at\u00e9 grotescas e institucionalizadas (a exemplo, o \u201cpoliticamente correto\u201d), quanto bradando, ainda que inconscientemente \u201cbajula-me sem parar, por amor!\u201d.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Menor ainda \u00e9 o n\u00famero de pessoas que n\u00e3o bajulam em absoluto, pois, no m\u00ednimo, se tornam <em>personae non gratae<\/em> e hostilizadas em quaisquer dom\u00ednios sociais, inclu\u00eddos os de trabalho, as escolas e mesmo no \u00e2mbito das fam\u00edlias, tornando a vida pr\u00e1tica quase imposs\u00edvel.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">O mundo tem a mania incorrig\u00edvel n\u00e3o perdoar os francos, pois, mesmo sob vestes de amigo, o mundo s\u00f3 d\u00e1 e s\u00f3 quer mesmo \u00e9 receber lisonjas.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">SP, 22\/11\/21<\/span><\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-54318fcf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"54318fcf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1ece8651\" data-id=\"1ece8651\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element 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