{"id":18579,"date":"2021-01-09T22:17:40","date_gmt":"2021-01-10T01:17:40","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=18579"},"modified":"2021-01-10T12:11:27","modified_gmt":"2021-01-10T15:11:27","slug":"liberalidade-amorosa-x-avareza-e-prodigalidade-desamorosas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/liberalidade-amorosa-x-avareza-e-prodigalidade-desamorosas\/","title":{"rendered":"Liberalidade Amorosa X Avareza e Prodigalidade Desamorosas"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"18579\" class=\"elementor elementor-18579\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0002952 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0002952\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-837ef45\" data-id=\"837ef45\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c7860a8 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c7860a8\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">Liberalidade Amorosa X Avareza e Prodigalidade Desamorosas<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2573deb elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2573deb\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-c84acf6\" data-id=\"c84acf6\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-6378091 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"6378091\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><span style=\"color: #000000;\">Autor: Vicente do Prado Tolezano<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">H\u00e1 quem tem senso de que dar \u00e9 um dever moral (e, efetivamente, \u00e9), n\u00e3o sendo precipuamente importante o quanto de riqueza que a pessoa efetivamente tenha. A quest\u00e3o aqui envolvida \u00e9 de disposi\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter moral e n\u00e3o de riquezas objetivas (sejam econ\u00f4micas, de tempo ou mesmo de afetos). \u00c9 perfeitamente poss\u00edvel um pobre de posses ser \u201cliberal\u201d dando pouco do que tem e um rico n\u00e3o o ser, ainda que, objetivamente, d\u00ea at\u00e9 mais que o pobre.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">As pessoas \u201cliberais\u201d como acima indicadas s\u00e3o tais que podem sentir-se tristes se n\u00e3o tiverem o que dar ou servir. A elas, tal como assinala Erich Fromm (1900 \u2013 1980) \u201c<em>d<\/em><em>ar \u00e9 a mais alta express\u00e3o da pot\u00eancia<\/em>\u201d e renova a vitalidade. Fazem eco ao ad\u00e1gio de que \u00e9 rico n\u00e3o quem tem mais, mas quem d\u00e1 mais, nem que tenha que gerar a riqueza de dinheiro, tempo, afeto, etc &#8230; justamente para ter o que dar.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0Outra caracter\u00edstica que acompanha os liberais \u00e9 que n\u00e3o aceitam receber qualquer riqueza de fonte errada ou, se de fonte justa, recebem-na s\u00f3 moderadamente.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Seguramente, o leitor sabe testemunhar a raridade da louv\u00e1vel virtude da liberalidade, antessala cont\u00edgua, sen\u00e3o mesmo c\u00f4modo interior da amorosidade, caracter\u00edstica do mais raro tipo de car\u00e1ter. Ali\u00e1s, a mais acurada r\u00e9gua de medi\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter humano \u00e9 justamente a disposi\u00e7\u00e3o para dar.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0A sua vez, o v\u00edcio mais predominante quanto ao uso da riqueza \u00e9 a avareza\/mesquinharia, que consiste numa defici\u00eancia quanto a dar e, em certas vezes, gan\u00e2ncia\/excesso no recebimento, tudo num contexto de prest\u00edgio da conhecida \u201cvida acumulativa\u201d.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0Avareza n\u00e3o implica necessariamente desonestidade ou falta de veracidade, ao menos do ponto de vista imediato.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">A falta envolvida na avareza, em ess\u00eancia, \u00e9 de generosidade. O avaro n\u00e3o d\u00e1, sen\u00e3o eventualmente migalhas; paga as coisas apenas por obriga\u00e7\u00e3o e pode at\u00e9 sofrer exatamente por pagar o que seja efetivamente devido.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">O v\u00ednculo do avaro, fica claro, \u00e9 com os bens e n\u00e3o com algum senso de atitude ou excel\u00eancia no manejo desses, sen\u00e3o pelo esp\u00edrito de reten\u00e7\u00e3o, reten\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o. Isso tanto decorre quanto inculca um senso de descren\u00e7a na vida e desconfian\u00e7a generalizada, que podem ser crescentes.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Em muitos casos, o avaro carece de generosidade para consigo. Pode at\u00e9 privar-se de fruir de coisas razo\u00e1veis que seriam em seu prol justamente por louvor \u00e0 acumula\u00e7\u00e3o dos bens. Pode tamb\u00e9m entesourar tanto seus bens ao ponto de que at\u00e9 castre o que viria a ser suas frutifica\u00e7\u00f5es naturais.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Seguramente o leitor tamb\u00e9m sabe testemunhar casos em que ocorre a subvers\u00e3o em que o avaro se tornou servo da riqueza e n\u00e3o esta dele. Ou seja, \u00e9 caso em que o meio vira fim, como, ali\u00e1s, s\u00f3i ser comum na estrutura dos v\u00edcios em geral.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0Erich Fromm manteve a costumeira acuidade cir\u00fargica ao delinear as pessoas avaras: \u201c<em>&#8230; sua seguran\u00e7a baseia-se na acumula\u00e7\u00e3o e na poupan\u00e7a, sendo que gastar \u00e9 visto como uma amea\u00e7a. Elas se rodearam como que de uma muralha protetora, e sua meta principal \u00e9 trazer o m\u00e1ximo poss\u00edvel para dentro dessa posi\u00e7\u00e3o fortificada e deixar sair dela o m\u00ednimo poss\u00edvel. Sua riqueza refere-se tanto a dinheiro e a posses materiais quanto a sentimentos e pensamentos. O amor \u00e9 em \u00faltima an\u00e1lise uma posse: elas n\u00e3o d\u00e3o amor, mas procuram obt\u00ea-lo mediante a posse do amado<\/em>\u201d.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0Arist\u00f3teles (384 \u2013 322 a.C.) j\u00e1 apontava que \u00e9 muito dif\u00edcil e at\u00e9 mesmo improv\u00e1vel curar a avareza. N\u00e3o poderia, ali\u00e1s, ser diferente eis que como a liberalidade \u00e9 das maiores virtudes (m\u00e1ximo de entrega), a avareza h\u00e1 de ser um dos piores v\u00edcios (v\u00e1cuo ou m\u00ednimo de entrega), tal que a corre\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter por fazer \u00e9 muito ampla, praticamente uma revolu\u00e7\u00e3o.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0Menos grave e menos comum que a avareza, mas n\u00e3o isento de nocividades, \u00e9 o v\u00edcio complementar \u00e0 avareza, que \u00e9 o v\u00edcio da prodigalidade, o qual consiste, a sua vez, nos excessos em gastar ou dar e na defici\u00eancia no receber.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0A prodigalidade pela perspectiva do puro excesso no gastar tende a ser a mais deplor\u00e1vel (pois mais ego\u00edsta) e ami\u00fade se associa \u00e0 inc\u00faria ou at\u00e9 \u00e0 incontin\u00eancia do pr\u00f3digo quanto a prazeres, sejam de desordem sensual, consumismo ou mesmo de um v\u00e3o senso de orgulho em esbanjar por esbanjar.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0A sua vez pela perspectiva do pr\u00f3digo n\u00e3o de gastar consigo, mas de dar excessivamente, de ver que n\u00e3o se cuida apenas de aspecto quantitativo em si, mas tamb\u00e9m se inclui tamb\u00e9m dar a pessoas erradas (sem m\u00e9rito ou car\u00e1ter devidos para receber e fazer bom uso da d\u00e1diva) ou, ainda, dar em momentos e circunst\u00e2ncias erradas ou por motivos errados. Ou seja, \u00e9 como uma transgress\u00e3o \u00e0 advert\u00eancia evang\u00e9lica de que n\u00e3o se deve \u201cdar p\u00e9rolas aos porcos\u201d, pois estes podem as triturar e at\u00e9 cuspi-las contra o doador.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0F\u00e1cil ver que o pr\u00f3digo, egoista ou altruisticamente, desperdi\u00e7a riqueza, podendo at\u00e9 \u2013 e n\u00e3o \u00e9 raro \u2013 incorrer em vulnerabilidade (eventualmente at\u00e9 virar um parasita) pela dissipa\u00e7\u00e3o est\u00e9ril dos seus bens (tanto materiais quanto ps\u00edquicos) por irreflex\u00e3o ou por ignor\u00e2ncia\/ingenuidade.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0Arist\u00f3teles advogava que o pr\u00f3digo goza de mais meios de cura que o avaro, pois seu v\u00edcio n\u00e3o \u00e9 propriamente um v\u00edcio de m\u00e1 disposi\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter, mas de imaturidade, coisa que o fluxo natural da matura\u00e7\u00e3o, carregado de experi\u00eancias de ingratid\u00e3o e trai\u00e7\u00e3o, tem cond\u00e3o de purgar, instigando a migra\u00e7\u00e3o da pessoa aos patamares e limites virtuosos da liberalidade.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Ademais, h\u00e1 elementos comuns, de fundo, entre prodigalidade e liberalidade, tal que a \u201creforma\u201d n\u00e3o h\u00e1 que ser t\u00e3o grande quanto no caso dos avaros. De certa forma e em certo sentido, o liberal \u00e9 o ex-pr\u00f3digo que cresceu, com a v\u00eania pelo empr\u00e9stimo da estrutura frasal do Nelson Rodrigues (1912 &#8211; 1980), que propunha que n\u00e3o existem propriamente corajosos, mas sim ex-covardes.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0Contudo, em casos extremos, cr\u00f4nicos, constantes, de padr\u00e3o sucessivamente repetitivo, etc &#8230; de prodigalidade, n\u00e3o se pode deixar de ver disposi\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter masoquista no pr\u00f3digo, de quem n\u00e3o quer propriamente dar, mas sim vincular-se a outrem de forma passiva.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0Engana-se quem pensa que o masoquista \u00e9 v\u00edtima \u2013 ao menos v\u00edtima exclusiva \u2013 de uma situa\u00e7\u00e3o. Ami\u00fade, o masoquista promove a manipula\u00e7\u00e3o inteira justamente para que seja ca\u00e7ado pelo seu ca\u00e7ador e essa posi\u00e7\u00e3o passiva pode-se dar \u201cprodigamente\u201d at\u00e9 a ru\u00edna dele mesmo, sob v\u00e9us de sentimentalismos e outros expedientes de dissimula\u00e7\u00e3o.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Masoquismo sempre \u00e9 falso altru\u00edsmo, cujo fundo \u00e9 interesseiro, como uma tentativa de comprar e manter v\u00ednculos. Nesses casos, h\u00e1 v\u00edcios de car\u00e1ter sim e a revers\u00e3o \u00e9 assaz dif\u00edcil. Nem o masoquista nem o s\u00e1dico tendem ao car\u00e1ter produtivo-distributivo, ou seja, liberal. Tratamos detalhadamente disso na nossa Masterclass sobre sado masoquismo <strong><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/mc-sadomasoquismo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">(<span style=\"color: #0000ff;\">clique AQUI para saber mais<\/span>)<\/a>.<\/strong><\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0O que urge sublinhar \u00e9 que dar corretamente \u2013 ou seja, ser liberal &#8211; demanda cumulativamente dota\u00e7\u00f5es morais e intelectuais.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">Em termos morais, o liberal h\u00e1 de ter desprendimento\/confian\u00e7a na vida\/senso de entrega e contin\u00eancia. Quanto \u00e0 clareza intelectual, h\u00e1 de saber ler o car\u00e1ter alheio para n\u00e3o agir como incauto, ponderar circunst\u00e2ncias, meios e fins, para dosar quantidades certas e oportunidades certas para dar ou recusar de dar.<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">O alcance e manuten\u00e7\u00e3o da virtude s\u00e3o \u00e1rduos mesmo. At\u00e9 para dar\/doar\/distribuir, ou seja para cumprir mandamento universal, h\u00e1 de haver finos crit\u00e9rios. Sem eles e por causa da falta deles, passa-se o que todos est\u00e3o a testemunhar: que as riquezas material e ps\u00edquica s\u00e3o predominantemente entesouradas ou desperdi\u00e7adas e pouca parte \u00e9 efetivamente alocada para girar a roda edificante da abund\u00e2ncia, sin\u00f4nimo de amor na sua acep\u00e7\u00e3o produtiva.<\/span><\/h4><p><span style=\"color: #000000;\"><strong>SP, 09\/01\/21<\/strong><\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-282c5e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"282c5e\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-77d759b\" 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