{"id":15673,"date":"2020-09-17T23:26:38","date_gmt":"2020-09-18T02:26:38","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=15673"},"modified":"2020-09-19T13:41:31","modified_gmt":"2020-09-19T16:41:31","slug":"071-integracao-e-integridade-pessoais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/071-integracao-e-integridade-pessoais\/","title":{"rendered":"071 &#8211; Integra\u00e7\u00e3o e Integridade Pessoais"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"15673\" class=\"elementor elementor-15673\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6ccaa93 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6ccaa93\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-ee21e78\" data-id=\"ee21e78\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f323c8e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"f323c8e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">071 &#8211; Integra\u00e7\u00e3o e Integridade Pessoais<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-81c77ff elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"81c77ff\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-d7e9f1a\" data-id=\"d7e9f1a\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-f7830f4 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"f7830f4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano<\/h4><h4>A perspectiva cl\u00e1ssica sobre a alma, desde a tradi\u00e7\u00e3o plat\u00f4nica, divide-a em 3 partes: a) perceptiva; b) intelectiva; c) volitiva.<\/h4><h4>\u00c0 percep\u00e7\u00e3o propriamente dita, regida pelos sentidos e sensa\u00e7\u00f5es, agrega-se a faculdade de imaginar, que, em apertado resumo, \u00e9 um prolongamento sensorial.<\/h4><h4>A captura (impress\u00e3o) do fato \u00e9 o menor n\u00facleo da percep\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m chamado de o \u201cque\u201d das coisas. A disciplina cl\u00e1ssica da sensibilidade em geral \u00e9 a gram\u00e1tica. Modernamente, chama-se de INPUT a perspectiva sens\u00edvel.<\/h4><h4>A atividade intelectual, a sua vez, tem seu menor n\u00facleo no conceito, uma abstra\u00e7\u00e3o das percep\u00e7\u00f5es dos fatos brutos e que tamb\u00e9m \u00e9 dito do \u201co qu\u00ea\u201d das coisas. Algo conceituado pode ser organizado em classes de compara\u00e7\u00e3o e desencadear racioc\u00ednios, caso em que a\u00ed j\u00e1 haver\u00e1 o pensamento propriamente dito.<\/h4><h4>A disciplina cl\u00e1ssica que se ocupa da intelec\u00e7\u00e3o \u00e9 a l\u00f3gica\/dial\u00e9tica. A atividade intelectiva tamb\u00e9m\u00a0 se chama modernamente de ELABORA\u00c7\u00c3O.<\/h4><h4>A parte volitiva, quem vem da express\u00e3o voli\u00e7\u00e3o, sin\u00f4nimo de vontade, \u00e9 propriamente a mais propriamente humana das pot\u00eancias da alma. \u00c9, a rigor, nossa a\u00e7\u00e3o, como uma resposta (express\u00e3o) \u00e0 exist\u00eancia ou a ordena\u00e7\u00e3o de nossos efeitos sobre o mundo.<\/h4><h4>A disciplina pr\u00f3pria da expressividade \u00e9 a ret\u00f3rica e seu menor elemento \u00e9 a afetividade humana (emo\u00e7\u00f5es aglutinadas). Modernamente, se chama de OUTPUT essa atividade.<\/h4><h4>Uma pessoa \u00e9 dita INTEGRADA se sua percep\u00e7\u00e3o, sua intelec\u00e7\u00e3o e express\u00e3o est\u00e3o alinhadas entre si. H\u00e1 DESINTEGRA\u00c7\u00c3O se ao menos uma parte se desalinha, seja por debilidade ou manipula\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>A mentira, por exemplo, \u00e9 o caso \u00e1ureo da manipula\u00e7\u00e3o. V\u00ea-se, pensa-se ou cr\u00ea-se em algo, mas expressa-se algo distinto.<\/h4><h4>Ademais de efeitos maliciosos no mundo, a mentira implica a desintegra\u00e7\u00e3o intrapessoal, cujos efeitos negativos podem at\u00e9 tardar a ser percebidos, mas teimosamente resistem.<\/h4><h4>O mero \u201cachismo\u201d \u00e9 outra via desintegrativa, ainda que seja sem \u00e2nimo direto de manipular e s\u00f3 por v\u00edcio de desconcentra\u00e7\u00e3o mesmo.<\/h4><h4>Por achismo, expressa-se ou assume-se algo que at\u00e9 eventualmente seja verdadeiro, mas se o faz sem propriedade do saber ou sem o rigor do pensamento, tal que ainda que n\u00e3o seja falsidade pr\u00f3pria, n\u00e3o se ancora em percep\u00e7\u00e3o ou raz\u00e3o efetiva, situa\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m trinca a mente\/personalidade.<\/h4><h4>A express\u00e3o, a sua vez, se n\u00e3o ocorre alinhadamente ou se \u00e9 castrada (muito comum) tamb\u00e9m rasga o equil\u00edbrio entre as faculdades d`alma, eis que o fluxo impress\u00e3o, express\u00e3o e express\u00e3o perde o vi\u00e7o.<\/h4><h4>A rigor, somos um fluxo impressivo, elaborativo e expressivo. Declarar e tamb\u00e9m interlocucionar sobre sentimentos, ideias, sensa\u00e7\u00f5es, etc &#8230; faz parte da nossa ess\u00eancia. N\u00e3o expressar equivale quase que a n\u00e3o gerar efeitos, tal como gente sem arte qualquer.<\/h4><h4>O analfabeto funcional \u00e9 um desintegrado cr\u00f4nico, seja porque est\u00e1 castrado em alguma das pot\u00eancias ou as desenvolve debilmente ou ainda as desalinha, tantas vezes por manipula\u00e7\u00e3o autogerada ou consentida.<\/h4><h4>Uma pessoa \u00e9 bem integrada se <strong>(1)<\/strong> bem percebe, bem imagina, bem conceitua, bem raciocina, bem compara, bem avalia\/pondera, bem se afeta (emociona\/deseja), bem se ordena (exerce vontade), bem se expressa (quantidade e qualidade), <strong>(2)<\/strong> e tamb\u00e9m alinha tudo isso entre si.<\/h4><h4>Tudo acima n\u00e3o \u00e9 uma descoberta fant\u00e1stica da modernidade. As tradi\u00e7\u00f5es antigas grega e latina j\u00e1 gozavam dessa lucidez. O pr\u00f3prio TRIVIUM CL\u00c1SSICO (<a href=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/curso-trivium-turma-nova\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">clique aqui para conhecer nosso curso<\/a>) cumpre fielmente essas proposi\u00e7\u00f5es no fito de integrar.<\/h4><h4>A alma desintegrada tende \u00e0 erraticidade, tende a giros falsos, inibe a intelig\u00eancia plena, pois uma pot\u00eancia desalinhada implica desarranjos nas demais.<\/h4><h4>Isso \u00e9 muito f\u00e1cil de ver no caso dos NEGACIONISTAS, aqueles que negam os fatos diante de si. Por conta disso, a mente demanda pseudo racionaliza\u00e7\u00f5es compensat\u00f3rias, num processo que pode n\u00e3o ter fim e que gera efeitos muito maiores que o problema concreto da partida (de perda de intelig\u00eancia, dessensibiliza\u00e7\u00e3o, atitude em geral, etc &#8230;).<\/h4><h4>Integra\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9, por sua vez, sin\u00f4nimo exato de integridade, conceito este que, contudo, \u00e9 um derivado daquele e no vi\u00e9s moral.<\/h4><h4>Integridade (condi\u00e7\u00e3o do \u00edntegro) denota um esfor\u00e7o de car\u00e1ter em ser integrado por uma assun\u00e7\u00e3o moral. \u00c9 a ideia de nudez dos gregos, s\u00edmbolo de quem nada tem a esconder e que busca a harmonia. O conceito carrega em si um senso de lealdade existencial e responsabilidade pela constitui\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia clara.<\/h4><h4>Toda tradi\u00e7\u00e3o antiga, ali\u00e1s (Plat\u00e3o, Arist\u00f3teles, Agostinho) \u00e9 taxativa na vincula\u00e7\u00e3o interdependente dos esfor\u00e7os da cogni\u00e7\u00e3o reta e car\u00e1ter reto.<\/h4><h4>A pessoa meramente superficial, bajuladora, subterfugiosa, de escapismos parasit\u00e1rios, embromadora, etc &#8230; joga o jogo dos desintegrados e, via de consequ\u00eancia, n\u00e3o \u00e9 \u00edntegra, no sentido rigoroso aqui tratado.<\/h4><h4>Tantas e tantas vezes, o pr\u00f3prio Analfabeto Funcional n\u00e3o est\u00e1 na sua condi\u00e7\u00e3o meramente por causa propriamente cognitiva (como se fosse, e.g., disl\u00e9xico), mas como efeito da sua falta de integridade (medos de responsabilidade\/liberdade), ou seja, quest\u00e3o de atitude mesmo.<\/h4><h4>\u00c9 ing\u00eanuo taxar que apenas os muito manipuladores, golpistas, necr\u00f3filos, sedutores predadores, estelionat\u00e1rios, etc &#8230; seriam desprovidos de integridade. Quem assim pensa \u00e9 porque j\u00e1 um p\u00e9 na dessensibilidade, pois, de certa forma, nega esquemas at\u00e9 claros.<\/h4><h4>Quem tem razo\u00e1vel integra\u00e7\u00e3o pessoal j\u00e1 capta muito lucidamente que sem esfor\u00e7o ativo, diligente e constante, de integrar-se n\u00e3o se \u00e9 tamb\u00e9m \u00edntegro. Vindo da outra ponta, quem \u00e9 \u00edntegro capta muito facilmente que h\u00e1 de se integrar. Essa captura \u00e9 a pr\u00f3pria consci\u00eancia humana.<\/h4><h4>Perseguir crit\u00e9rios objetivos, inclusive sobre si (sem o que se \u00e9 arbitr\u00e1rio), expressar-se adequadamente (sem o que n\u00e3o h\u00e1 franqueza existencial e nem veracidade), julgar qualquer coisa a partir de discernimento dos fatos (sem o que h\u00e1 simplismo), afirmar s\u00f3 o que se tem propriedade de constata\u00e7\u00e3o ou reflex\u00e3o, etc &#8230; (sem o que se \u00e9 aut\u00f4mato e carente de rigor) s\u00e3o, ao mesmo tempo, causas e efeitos da integra\u00e7\u00e3o e integridade humana.<\/h4><h4>O essa altura o leitor j\u00e1 se deve estar a perguntar, se ent\u00e3o, este artigo assevera que a maioria das pessoas n\u00e3o \u00e9 integrada e nem \u00edntegra. A resposta, sem meias palavras, \u00e9 SIM, A MAIORIA \u00c9 DESINTEGRADA E N\u00c3O \u00cdNTEGRA MESMO.<\/h4><h4>O percentual de analfabetos funcionais entre n\u00f3s \u00e9 objetivamente constatado e gritante, ou seja, tantos e tantos s\u00f3 giram em falso, fora da ess\u00eancia de fluxo de input, elabora\u00e7\u00e3o e output, tal que as almas s\u00e3o d\u00e9beis cognitivamente e t\u00edbias moralmente.<\/h4><p>S\u00e3o Paulo, 17\/09\/20. O Autor.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-65b1be77 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"65b1be77\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-23976fff\" data-id=\"23976fff\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-3472fd7d elementor-widget-divider--view-line elementor-widget elementor-widget-divider\" data-id=\"3472fd7d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"divider.default\">\n\t\t\t\t<div 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do Prado Tolezano A perspectiva cl\u00e1ssica sobre a alma, desde a tradi\u00e7\u00e3o plat\u00f4nica, divide-a em 3 partes: a) perceptiva; b) intelectiva; c) volitiva. \u00c0 percep\u00e7\u00e3o propriamente dita, regida pelos sentidos e sensa\u00e7\u00f5es, agrega-se a faculdade de imaginar, que, em apertado resumo, \u00e9 um prolongamento sensorial. A captura [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":15674,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[85,49],"tags":[],"class_list":["post-15673","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-artigos-educacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15673","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15673"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15673\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15704,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15673\/revisions\/15704"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15674"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15673"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15673"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15673"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}