{"id":15093,"date":"2020-08-23T20:22:18","date_gmt":"2020-08-23T23:22:18","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=15093"},"modified":"2020-08-23T20:41:34","modified_gmt":"2020-08-23T23:41:34","slug":"070-dignidade-senhores-e-servos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/070-dignidade-senhores-e-servos\/","title":{"rendered":"070 &#8211; Dignidade, Senhores e Servos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"15093\" class=\"elementor elementor-15093\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2dd7fb84 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2dd7fb84\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-f7c6c75\" data-id=\"f7c6c75\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-69b84ae0 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"69b84ae0\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">070 &#8211; Dignidade, Senhores e Servos<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-352eeb elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"352eeb\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-40dcb6cf\" data-id=\"40dcb6cf\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-27e92bf2 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"27e92bf2\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><span style=\"color: #000000;\">Autor: Vicente do Prado Tolezano 23\/08\/20<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0<\/span>\u00a0 \u00a0 Arist\u00f3teles (384 a.C. \u2013 322 a.C.) era enf\u00e1tico na exist\u00eancia de duas grandes categorias de homens: 1) os que t\u00eam capacidade de delibera\u00e7\u00e3o; 2) os que h\u00e3o de se submeter.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00c9 obvio que o grande fil\u00f3sofo mencionava os polos de categorias e tamb\u00e9m, ao menos, o car\u00e1ter geral de cada pessoa, pois, em leitura mi\u00fada, todos deliberamos pelo menos um m\u00ednimo e tamb\u00e9m nos submetemos ao menos um m\u00ednimo. Sem rela\u00e7\u00f5es de ordem\/mando e servi\u00e7o (\u201cautoridade\u201d) \u00e9 imposs\u00edvel a vida.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Quem tem car\u00e1ter deliberativo habitual e bem desenvolvido \u00e9 livre e quem n\u00e3o o tem \u00e9 servo.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 O livre tamb\u00e9m \u00e9 chamado de senhor, como \u201csenhor de si\u201d e tal que poder\u00e1 ser senhor doutrem tamb\u00e9m. Servo, a sua vez, goza dos sin\u00f4nimos de servil, servidor, submisso ou at\u00e9 soldado. O conceito tamb\u00e9m alcan\u00e7a, em parte, o senso moderno de masoquista, caso em que se destaca a conota\u00e7\u00e3o pejorativa, por falta de dignidade, tudo como ficar\u00e1 claro adiante.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A rela\u00e7\u00e3o entre senhor e servo \u00e9 similar \u00e0 de alma e corpo. Aquela manda (agente) e este executa (reagente). Bem de ver que, na acurada concep\u00e7\u00e3o, mat\u00e9ria (corpo inclu\u00eddo) \u00e9 tudo o que \u00e9 ordenado (tem senhorio) a partir de fora.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 O termo escravo, por vezes usado como sin\u00f4nimo de servo, reservamo-lo para situa\u00e7\u00f5es muito extremas de externalidades sobre algu\u00e9m. Por exemplo, pessoa mantida em cativeiro for\u00e7ado, sujeita \u00e0 viol\u00eancia f\u00edsica ou moral agudas, comprada e vendida como mercadoria, etc &#8230;, situa\u00e7\u00e3o manifestamente n\u00e3o natural (violenta) a que algu\u00e9m foi submetido.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0N\u00e3o cuidamos, neste artigo, do escravo no sentido acima, mas do mero servo, o qual, n\u00e3o delibera a despeito de n\u00e3o padecer de viol\u00eancia externa que lhe tolhesse essa possibilidade.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Pode perfeitamente o servo gozar de intelecto poderoso, por vezes at\u00e9 mais refinado que o intelecto do seu senhor, mas, sempre, a rela\u00e7\u00e3o entre eles se funda na desigualdade da \u201cfaculdade de deliberar (ordenar)\u201d, que, n\u00e3o obstante, tamb\u00e9m integra o intelecto.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Este articulista \u00e9 testemunha de mir\u00edades de situa\u00e7\u00f5es, em particular mas n\u00e3o exclusivamente nos ambientes corporativos, de gente muito instru\u00edda, at\u00e9 com p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, portadora de habilidades t\u00e9cnicas, cient\u00edficas, de racioc\u00ednios complexos, de discernimentos finos, etc &#8230;, mas assaz d\u00e9bil na exata \u201cfaculdade intelectual de deliberar\u201d, \u00e0s vezes at\u00e9 com rela\u00e7\u00e3o a coisas simpl\u00f3rias.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Por igual, o testemunho alcan\u00e7a pessoas com parcos recursos cognitivos, mas desenvoltas com tomada de delibera\u00e7\u00f5es constantes. Seguramente, a maior parte dos empreendedores deste pa\u00eds goza de \u201capenas razo\u00e1vel\u201d instru\u00e7\u00e3o, mas t\u00eam alta for\u00e7a deliberativa interior, tanto criadora quanto executiva.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ademais, urge destacar que h\u00e1 gente deliberativa em \u201cx\u201d dom\u00ednio e que \u00e9 serva em \u201cy\u201d dom\u00ednio e vice-versa. Quem n\u00e3o conhece pessoas leoas em neg\u00f3cios mas gatinha em casa e vice-versa!<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 N\u00f3s (o articulista) abonamos a proposta aristot\u00e9lica de que a distribui\u00e7\u00e3o senhorio (l\u00edder) \u2013 servo (liderado) \u00e9 de \u00edndole natural, a despeito de tantas bandeiras politicamente corretas se hastearem contra essa obviedade.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 O masoquista \u00e9 servo, mas, frisemos, nem todo servo \u00e9 masoquista. O autorit\u00e1rio, a sua vez, \u00e9 senhor, mas nem todo senhor \u00e9 autorit\u00e1rio.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Em latim, &#8220;acutoritas&#8221; denotava \u201cquem faz crescer\/produzir\u201d, cepa de origem dos termos \u201cautoridade\u201d e \u201cautoria\u201d, que designam respectivamente: i) \u201cprodu\u00e7\u00e3o com outros\u201d, no sentido de com ou por ordena\u00e7\u00e3o de outros; e ii) produ\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria, mais individual.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Uma rela\u00e7\u00e3o senhor\u2013servo \u00e9 dita DIGNA se articulada de forma a uma produ\u00e7\u00e3o eficaz e com crescimento dos pr\u00f3prios. Veja que o soldado \u00e9 feliz por ser submetido ao bom comandante e vice-versa. Podem ganhar a guerra e ambos se desenvolvem ao longo desse processo. Se um deles for inepto, ambos perdem.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Outro excelente paradigma de rela\u00e7\u00e3o de autoridade (digna) \u00e9 a que se passa entre mestre e disc\u00edpulo. Este colhe muito da rela\u00e7\u00e3o ordenadora que recebe e aquele se aprofunda bastante. Ao cabo, a frutifica\u00e7\u00e3o externa tamb\u00e9m vir\u00e1 por conta de que ambos se desenvolvem (crescem), restando mais produtivos a outrem. Como se diz no jarg\u00e3o corrente, s\u00e3o rela\u00e7\u00f5es ganha-ganha.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Rela\u00e7\u00f5es indignas de autoridade h\u00e1 milhares para exemplificar, seja por in\u00e9pcia dos fruticultores (do senhor e\/ou servo ou ambos) ou pelos aspectos endopredat\u00f3rios deles.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 A sociedade goza de esquemas m\u00faltiplos de distribui\u00e7\u00e3o de \u201ct\u00edtulos de autoridade\u201d, garantidos por lei, aos quais se presume que pessoas v\u00e3o se submeter \u201cpela pr\u00f3pria for\u00e7a do t\u00edtulos\u201d, organizados em forma piramidal de hierarquia. A administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, corporativa, militar, escolar, universit\u00e1ria, eclesial, etc &#8230; s\u00e3o assim.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 90% das rela\u00e7\u00f5es de autoridade a\u00ed fundadas (nos t\u00edtulos) s\u00e3o t\u00e3o s\u00f3lidas quanto a for\u00e7a que um pai tem sobre filho adolescente apenas pelo \u201cargumento do p\u00e1trio poder outorgado por lei civil\u201d &#8230; T\u00edpica hipocrisia de ineptos, reciprocamente est\u00e9ril e predat\u00f3ria.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 O bus\u00edlis, contudo, do artigo, j\u00e1 posta claramente a formula\u00e7\u00e3o do contexto, \u00e9 o que \u00e9 a DIGNIDADE!?<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Dignidade \u00e9 uma virtude, com for\u00e7a de uma montanha, que se p\u00f5e entre dois vales de fraquezas sobre o tema da AUTORIDADE entre Senhor e Servo, ou entre a ordena\u00e7\u00e3o e o servi\u00e7o.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Do senhor digno se espera que, al\u00e9m de bem se ordenar (condi\u00e7\u00e3o elementar para o respeito pelo servo), seja apto, equilibrado, justo e promovente da frutifica\u00e7\u00e3o do trabalho como um todo e do desenvolvimento do servo. Se incorrer nos excessos de autoritarismo, arrog\u00e2ncia, jact\u00e2ncia por t\u00edtulo, mesquinharia, etc &#8230; ou nas defici\u00eancias como in\u00e9pcia, fraqueza, complac\u00eancia, etc &#8230; ser\u00e1 um senhor INDIGNO.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Do servo se digno, a sua vez, se espera que bem acate o que h\u00e1 de ser acatado por crit\u00e9rio do razo\u00e1vel, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 miss\u00e3o de frutificar e quanto \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o de sua integridade. O corpo do servo, \u00f3bvio, n\u00e3o deve ser mole e a sua alma, tamb\u00e9m \u00f3bvio, nunca deve ser entregue. Se incorrer em injusto esp\u00edrito de revolta, insubordina\u00e7\u00e3o, in\u00e9pcia, cinismo, deslealdade, etc &#8230; ou nos seus opostos de obedi\u00eancia cega, masoquismo, bajula\u00e7\u00e3o do senhor, perda de crit\u00e9rio, auto-anula\u00e7\u00e3o, castra\u00e7\u00e3o, etc &#8230;, ser\u00e1 um servo INDIGNO.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Sem autoridade no sentido de virtude de mediania aqui tratado n\u00e3o se vive ou se vive pessimamente. Os arranjos relacionais meramente autorit\u00e1rios ou de desmando t\u00eam vida ef\u00eamera.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 A dignidade \u00e9 senso fino e exerc\u00edcio ativo de respeito de limites m\u00fatuos entre a liberdade de uns e o servi\u00e7o de outros por crit\u00e9rio de razoabilidade, por vezes, muito dif\u00edcil de apurar, mas n\u00e3o imposs\u00edvel e sem o qual os fluxos de a\u00e7\u00f5es nunca ter\u00e3o consist\u00eancia.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0N\u00e3o apenas a dignidade, mas, em efeito, toda virtude \u00e9 \u00e1rdua de se conquistar e manter e se \u00e9 que manter n\u00e3o seja mais dif\u00edcil que conquistar. A raz\u00e3o h\u00e1 que estar ativa em alerta constante quanto aos valores dos fins envolvidos na rela\u00e7\u00e3o de autoridade, quanto \u00e0 adequa\u00e7\u00e3o e propor\u00e7\u00e3o dos meios, \u00e0 supera\u00e7\u00e3o de subjetividades, \u00e0 apura\u00e7\u00e3o de contextos, enfim, manter-se digno \u00e9 uma atividade prudencial, seja na ponta ativa ou passiva do v\u00ednculo de autoridade.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Uma regra que nunca mente: a pervers\u00e3o-v\u00edcio do senhor implica a pervers\u00e3o-v\u00edcio do servo e vice-versa. A pervers\u00e3o dessa rela\u00e7\u00e3o implica o sadomasoquismo, que pode variar de apresenta\u00e7\u00e3o muito expl\u00edcita ou muito sutil.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Se persecu\u00e7\u00e3o bilateral da exig\u00eancia racional dos limites, modos e proveitos integrados de mando e de servi\u00e7o n\u00e3o funciona, a rela\u00e7\u00e3o tem que ser desfeita, por iniciativa do servo ou do senhor; do contr\u00e1rio, \u00e9 caso de INDIGNIDADE, cuja conta \u00e0 integra\u00e7\u00e3o da personalidade \u00e9 car\u00edssima. A manuten\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica de rela\u00e7\u00f5es de autoridade ineptas ou predat\u00f3rias \u00e9 ato pr\u00f3prio do masoquista e do s\u00e1dico.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A rigor e para fins morais, existenciais e de crescimento \u00e9 irrelevante distin\u00e7\u00e3o entre senhor e servo entre as pessoas. O que \u00e9 relevant\u00edssimo, bem de ver, \u00e9 a distin\u00e7\u00e3o entre os dignos e os indignos. A dignidade do servo para com o senhor transcende a pessoa do senhor e a rec\u00edproca \u00e9 igualmente v\u00e1lida.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-59657e88 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"59657e88\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1011474c\" data-id=\"1011474c\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-543b0a38 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"543b0a38\" data-element_type=\"widget\" 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de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-58d59a0e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"58d59a0e\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element elementor-element-2a46cf52\" data-id=\"2a46cf52\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div 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Dignidade \u00e9 ponto medianico, virtuoso, contra os v\u00edcios de autoridade, seja por autoritarismo ou masoquismo.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":15098,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[44],"class_list":["post-15093","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria","tag-aristoteles"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15093","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15093"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15093\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15099,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15093\/revisions\/15099"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/15098"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15093"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15093"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15093"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}