{"id":13745,"date":"2020-07-17T16:37:35","date_gmt":"2020-07-17T19:37:35","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=13745"},"modified":"2020-07-17T17:00:15","modified_gmt":"2020-07-17T20:00:15","slug":"069-vergonha-e-culpa-alerta-e-curas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/069-vergonha-e-culpa-alerta-e-curas\/","title":{"rendered":"069 &#8211; Vergonha e Culpa \u2013 Alerta e Curas"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"13745\" class=\"elementor elementor-13745\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">069 &#8211; Vergonha e Culpa \u2013 Alerta e Curas<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><span style=\"color: #000000;\">Autor: Vicente do Prado Tolezano <\/span>17<span style=\"color: #000000;\">\/07\/2020<\/span><\/h4><h4><span style=\"color: #000000;\">\u00a0 \u00a0 \u00a0<\/span>\u00a0 \u00a0 \u00a0Pela express\u00e3o SINDERESE, os antigos denotavam uma capacidade inata pela qual se reconhece de \u201cdever ser\u201d, \u00e9tico ou moral sobre todos n\u00f3s, com efeitos desde nossa estrutura som\u00e1tico-afetiva at\u00e9 a fina intelec\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Na perspectiva das emo\u00e7\u00f5es, sentimos mol\u00e9stia, inc\u00f4modo, irritabilidade ou abatimento por for\u00e7a de a\u00e7\u00f5es, omiss\u00f5es ou estados nossos infratores de algum senso de dever, seja porque i) s\u00e3o sabidos ou pensados por terceiros, ou ii) n\u00f3s sabemos deles.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0O primeiro caso \u00e9 pr\u00f3prio da vergonha, emo\u00e7\u00e3o social\/relacional e em que o senso de reputa\u00e7\u00e3o ou opini\u00e3o\/compara\u00e7\u00e3o pelo outro relevam. Essa emo\u00e7\u00e3o carrega um senso de falha ou de inferioridade.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0O v\u00edcio oposto extremo \u00e0 vergonha \u00e9 o orgulho e a virtude de mediania entre tais os opostos \u00e9 a mod\u00e9stia.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Animais domesticados podem sentir vergonha. Um c\u00e3o domesticado se agacha e p\u00f5e o focinho no ch\u00e3o quando o dono flagra que ele urinou fora do lugar. Em humanos, a fisiologia usual\u00a0 \u00e9 enrubescer, em especial no rosto, orelhas e pesco\u00e7o.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0O segundo caso cuida da culpa e cujo audit\u00f3rio \u00e9 a consci\u00eancia interior.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Propriamente, culpa \u00e9 desordem\/desarmonia das entre a vozes interiores pela ruptura de algum dever de amar, pouco importando se se cuida de regra social ou n\u00e3o.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 O oposto extremo da culpa \u00e9 soberba e a virtude de mediania entre esses opostos se chama <em>estado de inoc\u00eancia<\/em>, normalmente revestido de leveza e espontaneidade em decorr\u00eancia da harmonia entre as aludidas vozes interiores.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Culpa \u00e9 exclusividade humana, pois o amor no sentido pr\u00f3prio tamb\u00e9m o \u00e9.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A express\u00e3o fisiol\u00f3gica da culpa \u00e9 similar \u00e0 da tristeza, podendo provocar palidez, olheiras, abatimento e postura curvada.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Alguns (a exemplo, Nietzsche, 1844 \u2013 1900) sustentam que a culpa n\u00e3o seria natural, mas um construto social para manipular pessoas, i.e., mero mecanismo de poder, posi\u00e7\u00e3o que n\u00e3o abonamos.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Salientamos que a inexist\u00eancia de culpa suprimiria a ess\u00eancia humana, eis que \u00e9 justamente a estrutura consciencial (no sentido fino de \u201cconsci\u00eancia do cora\u00e7\u00e3o\u201d) o elo do natural para com o sobrenatural, tal que negar a culpa \u00e9 negar o amor (que tamb\u00e9m \u00e9 sobrenatural).<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Inexist\u00eancia de culpa \u00e9 justamente a marca mais saliente dos psicopatas (desumanos), aquele acometidos da doen\u00e7a existencial mais grave, que \u00e9 a incapacidade de amar (\u00e0s vezes, sequer a si).<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00c9 evidente que, como qualquer afeto, culpa pode ser manipulada. Inclusive o psicopata, apesar de dela n\u00e3o padecer, entende-a, tanto que a subverte contra suas v\u00edtimas para que elas se sintam culpadas sem motivos reais para isso.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0As tradi\u00e7\u00f5es m\u00edsticas costumam dar aos dem\u00f4nios justamente a qualidade de n\u00e3o padecer de emo\u00e7\u00f5es, os quais tamb\u00e9m s\u00e3o desprovidos da possibilidade de arrependimento e aprimoramento existencial, justamente a\u00e7\u00f5es instigadas pela culpa (e pela vergonha), que servem de \u201ccart\u00e3o amarelo\u201d de aten\u00e7\u00e3o para com as condutas pr\u00f3prias.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Ambas emo\u00e7\u00f5es podem andar juntas ou separadas at\u00e9 com respeito a uma mesma a\u00e7\u00e3o, omiss\u00e3o ou estado.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A exemplo, algu\u00e9m pode ter faltado a um compromisso por puro esquecimento e, pois, se envergonhar por isso perante os demais e apenas isso.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Alguns, ademais da vergonha, carregar\u00e3o tamb\u00e9m culpa interior pelo mesmo ato de falta (\u00e0s vezes at\u00e9 aguda e com ressentimentos c\u00edclicos).<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Algu\u00e9m pode se sentir plenamente culpado por ter deixado de ajudar uma pessoa em dada situa\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o se envergonhar disso, tanto que pode falar com facilidade desse seu estado interior a terceiros e n\u00e3o se importa com as cr\u00edticas alheias.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Vergonha, n\u00e3o raro, pode existir tamb\u00e9m por ato de terceiro relacionado ao paciente como, por exemplo, a de pais por atos de filhos e vice-versa. Por sua vez, culpa, no sentido pr\u00f3prio, n\u00e3o emerge por ato de terceiro.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A quest\u00e3o importante: como curar e prevenir a vergonha e culpa (ou as faltas delas)?<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A elabora\u00e7\u00e3o apropriada delas \u00e9 \u00e1rdua e complexa e, obviamente, n\u00e3o h\u00e1 solu\u00e7\u00e3o pr\u00eat-\u00e0-porter. E nem um simples artigo gozaria de f\u00f4lego para dar o mapa do tesouro. Faremos considera\u00e7\u00f5es gerais apenas.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Ambas emo\u00e7\u00f5es provocam aguda confus\u00e3o mental no paciente e \u00e9 justamente de \u201cju\u00edzo\u201d equilibrado que urge ter. A rigor, deixar as emo\u00e7\u00f5es sem a media\u00e7\u00e3o racional implica em mais confus\u00e3o mental num fluxo crescente.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00c9 muito \u00fatil, em todo o processo elaborativo, contar com confidente qualificado, que zele por maior objetividade \u00e0s reflex\u00f5es do paciente. Se, contudo, n\u00e3o houver disponibilidade de gente existencialmente mais madura que ele, que, ent\u00e3o, o paciente se vire por si s\u00f3 e sem socorro de \u201cpalpiteiros\u201d.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 A despeito de ser rea\u00e7\u00e3o comum, a pior op\u00e7\u00e3o para tratar qualquer afeto ruim \u00e9 neg\u00e1-lo, situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o afasta os efeitos ruins e abre as portas \u00e0 dessensibiliza\u00e7\u00e3o que, ao cabo, pode desintegrar uma personalidade. Isso sem contar, ainda, com a \u201cperda de oportunidade\u201d de n\u00e3o refletir as condutas, a raz\u00e3o de ser, como j\u00e1 dito, da vergonha e culpa.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Assumido o afeto (ou a falta dele), cabe perscrutar se se funda associadamente a algo real ou a alguma forma de \u00a0ilus\u00e3o\/proje\u00e7\u00e3o\/del\u00edrio\/conjectura.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Ap\u00f3s, que se avalie a razoabilidade da intensidade e dura\u00e7\u00e3o do afeto.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Todos conhecemos muitas pessoas que se pelam de vergonha de seu corpo ou parte dele, situa\u00e7\u00e3o completamente irracional e injustific\u00e1vel, mas que pode gerar danos muito pujantes.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Tamb\u00e9m todos conhecemos mentirosos que n\u00e3o se envergonham, bem como pessoas que enganam outras e n\u00e3o sentem culpa (podem, em ambos os casos, at\u00e9 ter gra\u00e7a e orgulho disso).<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Os exemplos acima podem variar muito em intensidade, estar em circunst\u00e2ncias pontuais ou at\u00e9 constitu\u00edrem padr\u00e3o repetitivo cr\u00f4nico de v\u00e1rios sujeitos.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0O cume patol\u00f3gico s\u00e3o os masoquistas que sentem vergonha e culpa perante seus s\u00e1dicos e os s\u00e1dicos que n\u00e3o t\u00eam culpa alguma em destruir os seus masoquistas.<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0N\u00e3o ser\u00e3o raros os casos em que os apitos emocionais s\u00e3o absolutamente saud\u00e1veis, adequados e importantes, pois n\u00f3s erramos e havemos de nos examinar (propriamente, \u00e9 exame de consci\u00eancia, aquilo que exatamente somos).<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A\u00ed, h\u00e1 de haver, como recursos <em>sine qua non<\/em>, a aceita\u00e7\u00e3o humilde dos fatos, arrependimento efetivo, pedidos de desculpas, repara\u00e7\u00e3o de danos, rein\u00edcios de ciclos e tantas vezes o pleito de perd\u00e3o (at\u00e9 o auto-perd\u00e3o), todas, por sua vez, formas de amor e corretivas (curativas em termos ps\u00edquicos e redentoras em termos an\u00edmicos).<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Sem isso, a dessensibiliza\u00e7\u00e3o galopa e os efeitos da vergonha\/culpa n\u00e3o elaboradas\/purgadas\/redimidas emergir\u00e3o adiante em formas, que mesmo que sutis a olhos brutos, s\u00e3o amplifica\u00e7\u00f5es das mol\u00e9stias iniciais, podendo alcan\u00e7ar efeitos como isolamento, irrita\u00e7\u00e3o, remorso, abatimento (inclu\u00edda depress\u00e3o), ang\u00fastia e embrutecimento (at\u00e9 estupififica\u00e7\u00e3o).<\/h4><h4>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 N\u00e3o examinarmo-nos \u00e9 uma forma de desist\u00eancia de n\u00f3s mesmos e pidona de cart\u00e3o vermelho existencial. O corpo avisa e \u00e0 intelig\u00eancia cabe ordenar.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element 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Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6f47b3e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6f47b3e\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4f8963a\" data-id=\"4f8963a\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div 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