{"id":13445,"date":"2020-06-24T19:14:44","date_gmt":"2020-06-24T22:14:44","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=13445"},"modified":"2020-06-24T19:24:31","modified_gmt":"2020-06-24T22:24:31","slug":"066-desejo-idiossincracia-vontade-e-constituicao-da-vida-humana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/066-desejo-idiossincracia-vontade-e-constituicao-da-vida-humana\/","title":{"rendered":"066 &#8211; Desejo, Idiossincracia, Vontade e Constitui\u00e7\u00e3o da Vida Humana"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"13445\" class=\"elementor elementor-13445\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">066 \u2013 Desejo, Idiossincracia, Vontade e Constitui\u00e7\u00e3o da Vida Humana<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><span style=\"color: #000000;\">Autor: Vicente do Prado Tolezano 24\/06\/2020<\/span><\/h4><h4>01<\/h4><h4>Desejos (nas esp\u00e9cies de apetites e ardores) s\u00e3o, via de regra, involunt\u00e1rios e impelem \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o pronta de prazer a eles associados. Passam-se predominantemente na nossa dimens\u00e3o material e integram a categoria da paix\u00e3o.<\/h4><h4>T\u00eam extens\u00e3o exata da nossa vida org\u00e2nica, pois s\u00f3 n\u00e3o h\u00e1 mais desejos quando se morre.<\/h4><h4>O t\u00e3o s\u00f3 fato de algu\u00e9m padecer de desejos quaisquer (inclusive os maus, obscenos, criminosos, hediondos, etc &#8230;) n\u00e3o implica responsabilidade moral qualquer. A n\u00e3o resist\u00eancia ou incontin\u00eancia a desejos maus \u00e9 que pode ser rasgo moral.<\/h4><h4>02<\/h4><h4>Podemos tamb\u00e9m nos auto sugerir desejos ou subterfugiarmo-nos a n\u00e3o resist\u00eancia aos desejos. Ou seja, podemos nos valer de a\u00e7\u00e3o expl\u00edcita ou sutil para instigar paix\u00e3o em n\u00f3s mesmos, abrindo as portas a seus efeitos \u201ccom apar\u00eancia de que n\u00e3o fazemos isso\u201d.<\/h4><h4>A essa situa\u00e7\u00e3o, normalmente consentimos com fundamento em \u201copini\u00f5es\u201d (saberes irrefletidos, levianos ou desprovidos de racioc\u00ednio) ou narrativas diversas, as quais Arist\u00f3teles (385 \u2013 323 a.C.) chamava de \u201c<em>pr\u00e9via escolha<\/em>\u201d (\u201carb\u00edtrio\u201d em algumas tradu\u00e7\u00f5es), uma zona de lusco-fusco entre as dimens\u00f5es desejantes e volitivas propriamente ditas. Os nomes de \u201cachismo\u201d, \u201csentimentalismo\u201d, \u201cidiossincracia\u201d, \u201csubterf\u00fagio\u201d ou \u201cleviandade\u201d tamb\u00e9m s\u00e3o aplic\u00e1veis.<\/h4><h4>O \u201cq\u201d marcante da \u201cpr\u00e9via escolha\u201d \u00e9 que \u00e9 dita pr\u00e9via no sentido de que vem de uma superficialidade ou externalidade. N\u00e3o \u00e9 uma elabora\u00e7\u00e3o efetiva pr\u00f3pria. Praticamente cuida de arruma\u00e7\u00e3o de \u201cvalores de ocasi\u00e3o\u201d.<\/h4><h4>Atentemos que podemos todos perfeitamente (e \u00e9 comum) ter opini\u00f5es sobre diversos assuntos sem jamais nem termos propriamente entendido a pr\u00f3pria opini\u00e3o, suas causas e at\u00e9 sem verificar sem elas t\u00eam algum foro de razoabilidade ou se s\u00e3o s\u00f3 ilus\u00e3o.<\/h4><h4>Esse esquema mental existe de forma inevit\u00e1vel porque h\u00e1 incessante demanda de prefer\u00eancias e preteri\u00e7\u00f5es sobre n\u00f3s, mas tantas e tantas vezes, ele \u00e9 meio das auto-manipula\u00e7\u00f5es de consci\u00eancias, auto sabotagens, dissocia\u00e7\u00f5es internas, escapismos, etc &#8230; t\u00e3o comuns quanto peixes no mar.<\/h4><h4>Grosso modo, o pr\u00f3prio processo de hipnotiza\u00e7\u00e3o de algu\u00e9m passa por lhe (ou \u201cse\u201d) fazer confundir a mera \u201cpr\u00e9via escolha\u201d como se um ju\u00edzo s\u00f3brio-pr\u00f3prio fosse.<\/h4><h4>Quem n\u00e3o conhece tipos de gente \u201cdescontrolada\u201d frequentemente mas quase sempre quando lhes conv\u00eam? S\u00e3o, em boa parte, jogadores do jogo acima, de um descontrole que foi \u201cconsentido\u201d ao menos levianamente.<\/h4><h4>A concess\u00e3o da \u201cpr\u00e9via escolha\u201d implica dever\/infra\u00e7\u00e3o moral. As pr\u00f3prias legisla\u00e7\u00f5es tratam a quest\u00e3o sob institutos jur\u00eddicos bem contornados da culpa (neglig\u00eancia, imprud\u00eancia e imper\u00edcia), dolo eventual (assun\u00e7\u00e3o ou descuidados levianos de riscos de dano) e veda\u00e7\u00e3o de comportamento contradit\u00f3rio. \u00a0<\/h4><h4><strong>03<\/strong><\/h4><h4>A sua vez, a dimens\u00e3o propriamente formal-espiritual-volitiva nossa se comp\u00f5e da raz\u00e3o (pensamento, racioc\u00ednio e senso de propor\u00e7\u00e3o), a qual (<em>i<\/em>) percebe e julga desejos, (<em>ii<\/em>) verte\/reverte\/converte as \u201cpr\u00e9vias escolhas\u201d e mesmo as condi\u00e7\u00f5es delas (processo de elabora\u00e7\u00e3o) e (<em>iii<\/em>) estatui FINS e VALORES propriamente constitutivos, combinada (a raz\u00e3o) com a VONTADE DELIBERADA E EXERCIDA, que \u00e9 o nos FAZ SERMOS propriamente, purgando das \u201cilus\u00f5es de ser\u201d (pseudo raz\u00f5es e fracaas vontades).<\/h4><h4>Toda pr\u00e9via escolha ou arb\u00edtrio, no sentido usado aqui, implica, como asseverado, um m\u00ednimo de assentimento (lusco-fusco) da vontade, mas a delibera\u00e7\u00e3o propriamente volitiva pode ocorrer sem pr\u00e9via escolha: \u201c<em>deliberamos sobre tudo o que fazemos pr\u00e9via escolha, mas n\u00e3o fazemos pr\u00e9via escolha sobre tudo o que deliberamos<\/em>\u201d (Arist\u00f3teles in <em>\u00c9tica a Eudemo<\/em>).<\/h4><h4>A delibera\u00e7\u00e3o propriamente dita \u00e9 ato de QUERER\/PREMEDITAR\/PROJETAR\/TOMAR INICIATIVA, \u00e9 objetiva, no sentido de que se refere a algo objetivamente considerado, e \u00e9 claro que se sujeita sob plena responsabilidade moral, oscilando entre polos que as legisla\u00e7\u00f5es nomearam de BOA F\u00c9 (se h\u00e1 justi\u00e7a na vontade) e DOLO (se h\u00e1 injusti\u00e7a na vontade).<\/h4><h4>Ningu\u00e9m escapa da balan\u00e7a moral, eis que n\u00e3o deliberar \u00e9 o mesmo que \u201cdeliberar n\u00e3o deliberar\u201d e jogar o jogo fingido da limita\u00e7\u00e3o \u00e0 mera \u201cpr\u00e9via escolha\u201d como apontado acima \u2013 o leviano pela op\u00e7\u00e3o de ser leviano \u2013 que nada mais \u00e9 que a cl\u00e1ssica quest\u00e3o de trocar \u201cess\u00eancia\u201d por \u201capar\u00eancia\u201d.<\/h4><h4>Toda nossa liberdade ou livre ren\u00fancia dela est\u00e1 nesse quadrante.<\/h4><h4>Quem nada quer, ao cabo, quer n\u00e3o ser, pois \u00e9 s\u00f3 o QUERER, no sentido preciso do termo, que nos constitui. A m\u00edstica crist\u00e3 e o aristotelismo se aproximam exatamente na valoriza\u00e7\u00e3o do <em>homem de boa vontade<\/em>, aquele que decide e toma iniciativa.<\/h4><h4><strong>04<\/strong><\/h4><h4>\u00c9 \u00f3bvio que existem desejos e pr\u00e9vias escolhas bons, sem que sejam de \u201cbaixo ventre\u201d, ou s\u00e3o ao menos \u201cinocentes\u201d, em termos objetivos e cuja espontaneidade em ades\u00e3o n\u00e3o deixa rastro doloroso, injusto, maldoso, etc &#8230;<\/h4><h4>\u00c9 poss\u00edvel que o ardor de um homem por uma dada mulher seja exclusivamente pela beleza dela e que por esse ardor ele a siga e que calhe dessa mulher ter excelente car\u00e1ter! Poss\u00edvel sim, apesar da raridade.<\/h4><h4>Eventualmente tamb\u00e9m, a fruta mais gostosa do cesto pode ser jutamente a mais nutritiva. Uma opini\u00e3o, um certo \u201cachismo\u201d, um idiossincracia qualquer, por suas vezes, podem coincidir com o verdadeiro.<\/h4><h4>Quanta alegria h\u00e1 quando convergem o meramente \u201cdesejado\u201d e elaboradamente \u201cquerido\u201d! \u00c9 daquelas coisas que \u201cat\u00e9\u201d ocorrem de vez em quando.<\/h4><h4>O \u201cacerto\u201d contudo entre uma escolha meramente passional\/hipn\u00f3tica pode ser mero \u201cacerto factual, de circunst\u00e2ncia pr\u00e1tica\u201d, mas n\u00e3o tem efeito constitutivo qualquer, sendo s\u00f3 \u201cacaso\u201d.<\/h4><h4>N\u00e3o advogamos proibi\u00e7\u00e3o, secura, supress\u00e3o ou castra\u00e7\u00e3o da dimens\u00e3o desejante, como uma eventual via est\u00f3ica!<\/h4><h4>O bus\u00edlis deste artigo \u00e9 evocar a dimens\u00e3o deliberativa, da tomada de decis\u00e3o por vontade, meio normalmente e tantas vezes \u201cdolorido-for\u00e7ado\u201d de imediato (j\u00e1 que tente a ser anti-desejante e demolidor de \u201cidiossincracias\u201d, fontes, ambas, de prazer imediatista), mas que outorga felicidade no decurso do tempo.<\/h4><h4>Diante de ardor por algo ou algu\u00e9m que se saiba t\u00f3xico, nocivo, perverso, etc &#8230;, MUITA FOR\u00c7A de vontade, pontual e dirigida tem que ser feita. Uma m\u00e3o busca a ma\u00e7\u00e3 envenenada e outra h\u00e1 de frear\/recolher\/bater a tal m\u00e3o. Essa intra-adversidade d\u00f3i.<\/h4><h4>A m\u00e3o da vontade decorrente do pensamento l\u00facido s\u00f3 tem chances razo\u00e1veis de ganhar da m\u00e3o sob paix\u00e3o ou sob subterf\u00fagio narrativo se se cuidar uma m\u00e3o tonificada cronica e sistematicamente e n\u00e3o para o mero caso concreto!<\/h4><h4>Demover algu\u00e9m de um impulso afetivo nocivo apenas com argumento \u00e9 altamente ineficaz, salvo se esse algu\u00e9m j\u00e1 tem um car\u00e1ter resolutivo cunhado ao longo do tempo em buscar delibera\u00e7\u00f5es l\u00facidas para a generalidade das coisas da vida dele.<\/h4><h4>\u00c9 o caso do camarada que j\u00e1 aprendeu a desfazer v\u00ednculos, fez exame vocacional, faz exames de consci\u00eancia, tem racionalidade no consumo e com dinheiro, toma iniciativas em diversos aspectos da vida, etc &#8230;, ou seja, um car\u00e1ter forte (por resolutividade) \u00e9 que \u00e9 forte, n\u00e3o havendo pessoas \u201cfortes de ocasi\u00e3o\u201d.<\/h4><h4>\u00c9 importante aten\u00e7\u00e3o a que um car\u00e1ter cultivado na racionalidade deliberativa n\u00e3o s\u00f3 outorga t\u00f4nus para o autocontrole anti-desejante, mas, <strong>mais e melhor ainda, ela faz inclusive que a dimens\u00e3o desejante\/sugestiva se esvaia<\/strong>!<\/h4><h4>Naturalmente, uma pessoa resolutiva deseja\/sugere-se sucessivamente menos e, pois, menos vezes ter\u00e1 que se confrontar em luta interior para neutralizar impulsos meramente materiais.<\/h4><h4>A aplica\u00e7\u00e3o da raz\u00e3o, nessas situa\u00e7\u00f5es, ter\u00e1 menos conota\u00e7\u00e3o de \u201cato for\u00e7ado\u201d, dando espa\u00e7o a um senso de harmonia e uma nova forma de prazer de se autocontrolar\/dirigir quanto aos afetos.<\/h4><h4>Quem quer mais deseja menos. Quem nada ou pouco quer, deseja muito, ilimitada e at\u00e9 contraditoriamente. Nutre-se a virtude e diminui a necessidade de combate do v\u00edcio. O consumismo \u00e9 apenas um exemplo banal disso.<\/h4><h4>Se a resolutividade se d\u00e1 frequentemente, passa-se como se, em termos biol\u00f3gicos, a homeostase subisse ou se, em termos alqu\u00edmicos, a sublima\u00e7\u00e3o aumentasse.<\/h4><h4>O foco: a intelig\u00eancia, particularmente a de fim deliberativo, \u00e9 NECESSIDADE VITAL HUMANA, tal que n\u00f3s at\u00e9 nos constitu\u00edmos (fazemo-nos nascer) tanto quanto mais delibera\u00e7\u00f5es efetivas tomamos.<\/h4><h4>Vida propriamente humana, porque espiritual, pede a profundidade deliberativa, pr\u00f3pria da categoria da a\u00e7\u00e3o, que \u00e9 a mesma da liberdade. Fora disso, poder\u00e1 parecer humana, mas ser\u00e1 ou servil ou mesmo bestial, mas \u00e9 op\u00e7\u00e3o moral em todo caso.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" 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Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6f47b3e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6f47b3e\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4f8963a\" data-id=\"4f8963a\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div 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Passam-se predominantemente na nossa dimens\u00e3o material e integram a categoria da paix\u00e3o. T\u00eam extens\u00e3o exata da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":13446,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[85,50,49],"tags":[44,510,159],"class_list":["post-13445","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-artigos-amor-consciencia-e-liberdade","category-artigos-educacao","tag-aristoteles","tag-vicente-do-prado-tolezano","tag-vontade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13445","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13445"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13445\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13450,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13445\/revisions\/13450"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13446"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13445"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13445"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13445"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}