{"id":11385,"date":"2020-04-20T14:46:38","date_gmt":"2020-04-20T17:46:38","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=11385"},"modified":"2020-04-20T14:51:13","modified_gmt":"2020-04-20T17:51:13","slug":"064-ego-personalidade-e-distopia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/064-ego-personalidade-e-distopia\/","title":{"rendered":"064  &#8211; Ego, Personalidade e Distopia"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"11385\" class=\"elementor elementor-11385\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">064 &#8211; Ego, Personalidade e Distopia<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano 20\/04\/2020<\/h4><h4>Crian\u00e7as podem ficar nuas sem quaisquer solenidades, apreens\u00f5es ou perda da espontaneidade. Vivem no que se chama \u201cestado de inoc\u00eancia\u201d. Est\u00e3o absolutamente instaladas no seu presente, no seu aqui e agora, distantes de quaisquer consequencialismos. Est\u00e3o sem medo, ansiedade ou equivalente a n\u00e3o ser que uma amea\u00e7a concreta e imimente venha \u00e0 sua frente, pois n\u00e3o \u201cprojetam\u201d nada.<\/h4><h4>Nesse estado, s\u00e3o desprovidas de toda \u201cidentidade\u201d e, portanto, s\u00e3o quem s\u00e3o absolutamente, expressando sua plena \u201cpersonalidade\u201d.<\/h4><h4>Identidade e personalidade se articulam entre si como uma gangorra. Se uma est\u00e1 no alto, a outra est\u00e1 embaixo e vice-versa.<\/h4><h4>O \u201cestado de inoc\u00eancia\u201d perde-se logo e a ele n\u00e3o se pode mais voltar. \u00c0 dimens\u00e3o do \u201caqui\u201d e \u201cagora\u201d agregam-se a do tempo que se recorda e a de proje\u00e7\u00f5es do porvir. Adv\u00e9m tamb\u00e9m o problema da mentira, daquele div\u00f3rcio entre o que \u00e9 e o que parece ser. Os medos podem ser antecipados \u00e9 descoberta, claro, traum\u00e1tica, mas inevit\u00e1vel.<\/h4><h4>Quebrado o pote da inoc\u00eancia, entre o sujeito e a realidade toma assento a dimens\u00e3o cogitativa, que permite questionar se tudo que \u00e9 \u00e9 mesmo ou s\u00f3 \u00e9 como ilus\u00e3o e, mais, as opera\u00e7\u00f5es projetivas do futuro n\u00e3o param.<\/h4><h4>A mente cria um problema e tamb\u00e9m ela prov\u00ea tamb\u00e9m uma certa solu\u00e7\u00e3o, que \u00e9 a identidade, uma capacidade de conceituar as coisas numa articula\u00e7\u00e3o entre g\u00eaneros e esp\u00e9cies por um crit\u00e9rio de \u201cestabilidade\u201d (precisamente \u201cestabilidade de movimento\u201d).<\/h4><h4>Uma coisa identificada \u00e9 mais familiar, diminui o fardo do medo com uma proje\u00e7\u00e3o (ou expectativa) dos movimentos dela. Obviamente, tudo o que \u00e9 conceituado tamb\u00e9m \u00e9, de certa forma, preconceituado. Conceitua\u00e7\u00e3o pode padecer de muitos erros, tal que as cren\u00e7as\/proje\u00e7\u00f5es de movimento do identificado tamb\u00e9m surpreendam.<\/h4><h4>Ademais, em se tratando de pessoas, \u00e9 perfeitamente poss\u00edvel a ado\u00e7\u00e3o de \u201cidentidade falsa\u201d, justamente para ser o meio de manipula\u00e7\u00e3o ou ludibrio com que o estranho \u201cbaixa a guarda\u201d, confia, e se &#8230; \u00e1i!.<\/h4><h4>Essa identidade tamb\u00e9m chama, nas pessoas, de EGO, cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 estabilizar rela\u00e7\u00f5es sociais num esquema de ordena\u00e7\u00e3o de proje\u00e7\u00f5es rec\u00edprocas de poderes e expectativas. Uma simples veste ou traje carrega consigo cargas de rea\u00e7\u00f5es-proje\u00e7\u00f5es.<\/h4><h4>Advogados rec\u00e9m formados normalmente s\u00e3o tomados de medo com seus misteres e n\u00e3o por outra raz\u00e3o costumam bradar com seu \u201ct\u00edtulo de Doutor\u201d, que, na sua personalidade nada impacta, mas altera a IDENTIDADE\/EGO com que ele vai atritar socialmente, j\u00e1 esperando certas idissioncracias de outros, que, por sua vez tamb\u00e9m esperam\/projetam certas idiossincracias do jovem \u201cDr.\u201d. Cada qual, a seu modo, busca uma proje\u00e7\u00e3o mais ou menos est\u00e1vel \u201cdos encontros humanos\u201d.<\/h4><h4>\u201cQuem \u00e9 voc\u00ea?\u201d \u00e9 pergunta tantas vezes cretina, mas que n\u00e3o por isso deixa de ser\u00a0 das mais comuns. A\u00ed, se responde: sou advogado, sou sushiman, sou turista, sou bl\u00e1-blu-blu, etc &#8230;, entre tantas qualifica\u00e7\u00f5es semanticamente desconexas com algo concreto, MAS que psicologicamente outorga sensa\u00e7\u00e3o ilus\u00f3ria ao perguntador que \u201ch\u00e1 algu\u00e9m mais conhecido\u201d, ainda que somente se tenha ouvido \u201cbl\u00e1-blu-blu\u201d ou outro nonsense qualquer.<\/h4><h4>N\u00e3o se assuste, leitor, com o poder que as ilus\u00f5es t\u00eam, isso no sentido de dizer o qu\u00e3o intenso \u00e9 a busca humana por elas.<\/h4><h4>H\u00e1 um sentido da indispensabilidade da IDENTIDADE EG\u00d3ICA para viabilizar a vida greg\u00e1ria e ordenar as cadeias de mando, de distribui\u00e7\u00e3o material, etc &#8230;, mas a linha divisiva disso para uma plena DISTOPIA coletiva \u00e9 muito fina.<\/h4><h4>Imagina o nosso \u201cjovem doutor\u201d que, al\u00e9m do t\u00edtulo de douto queira, como \u00e9 comum, se assenhorar do t\u00edtulo de \u201cchefe de departamento\u201d, de \u201cconselheiro de n\u00e3o sei quem\u201d, de \u201cmembro honor\u00edfico da Sociedade do \u00d3cio Ocioso Dourado\u201d entre mir\u00edades de penduricalhos de egos expandidos. A consequ\u00eancia ser\u00e1 seu afastamento, sen\u00e3o at\u00e9 perda, da personalidade.<\/h4><h4>A IDENTIDADE\/EGO opera na nossa dimens\u00e3o social, sempre de \u00edndole relativa, pois somos seres sociais \u201crelativamente aos demais\u201d. A personalidade \u00e9 que \u00e9 absoluta e que, pois, \u00e9 o nosso SER EM SI e POR SI no bom sentido, libert\u00e1rio, do termo.<\/h4><h4>Porque as pessoas t\u00eam graus densos de car\u00eancia existencial, o apego eg\u00f3ico, ao ponto de que o pr\u00f3prio sujeito passa, at\u00e9 hipnoticamente, a acreditar que ele \u00e9 o falso centro aplaudido pelos outros \u00e9 t\u00e3o comum, sem deixar de ser devastador.<\/h4><h4>H\u00e1 bens sociais (honra, respeitabilidade, status, reconhecimento, etc &#8230;) e esses bens outorgam \u201cprazeres\u201d. Pessoas de intelig\u00eancia atrofiada (a maioria), contudo, confundem prazer com \u201cfelicidade\u201d, a qual, contudo, s\u00f3 decorre da \u201cassun\u00e7\u00e3o da personalidade\u201d.<\/h4><h4>Estamos efetivamente dizendo que h\u00e1 fuga da felicidade para pseudo contentamentos meramente eg\u00f3icos, coisa mais frequente que peixes no mar!<\/h4><h4>A constitui\u00e7\u00e3o da personalidade \u00e9 um esfor\u00e7o muito grande para a retomada da inoc\u00eancia perdida, a qual ainda que n\u00e3o sa logre, pode-se dela ficar mais perto.<\/h4><h4>Estar aqui, agora, espontaneamente presente em si e consigo, despido de egos \u00e9 \u201ccomovente\u201d. Pode despertar choro de alegria. Chama-se tamb\u00e9m de experi\u00eancia de encontro ou instala\u00e7\u00e3o na realidade. Ela supera o medo n\u00e3o por uma pseudo entrega de estabilidade nas pessoas, mas por uma \u201cestabilidade em si\u201d, decorrente diretamente da instala\u00e7\u00e3o na realidade objetiva. As m\u00edsticas chamam isso de F\u00e9 e Esperan\u00e7a.<\/h4><h4>A vida social pede e entrega distopias para ser vi\u00e1vel. \u201cComunidade, Identidade e Estabilidade\u201d era, n\u00e3o sem raz\u00e3o, refr\u00e3o na sociedade dist\u00f3pica que Aldous Huxley (1894 &#8211; 1963) concebeu no cl\u00e1ssico Admir\u00e1vel Mundo Novo.<\/h4><h4>Imagina um mundo em que h\u00e1 \u201cn\u00f3s\u201d sem os \u201ceus\u201d. Exatamente essa \u00e9 a perspectiva dist\u00f3pica, de fora do lugar, fora de si e num esquema em que todos os circundantes podem estar sob o mesmo processo tamb\u00e9m. Plat\u00e3o (428 \u2013 348 a.C.) j\u00e1 brindara a humanidade com a cl\u00e1ssica Alegoria da Caverna advertindo para a distopia. O romance N\u00f3s, de Yevgeny Zamyatin, 1984, de George Orwell, entre outros primores liter\u00e1rios tamb\u00e9m atentam ao fen\u00f4meno da for\u00e7a hipn\u00f3tica do ego.<\/h4><h4>Independentemente de se a sociedade se tornar\u00e1 uma distopia totalit\u00e1ria absoluta, \u00e9 fato que muitos j\u00e1 est\u00e3o em distopia por ren\u00fancia de suas personalidades dentro do esquema que apontamos acima, sem embargos de outros esquemas, a exemplo da idolatria, da atitude masoquista, etc &#8230;<\/h4><h4>Existe uma regra pr\u00e1tica para os identificar: dispa, destrua, desqualifique ou ironize as roupas ego-identit\u00e1rias deles. Fale para o nosso jovem Doutor que o t\u00edtulo dele impressiona provavelmente s\u00f3 a m\u00e3e dele e ningu\u00e9m mais e assaque uma grande risada. Se o MEDO, abatimento ou perda de estima dele emergir com a sua fuga da situa\u00e7\u00e3o ou um ataque err\u00e1tico contra voc\u00ea, \u00e9 caso de gente despersonalizada e \u201cfora de si\u201d.<\/h4><h4>A sua vez, desqualificar gente bem personalizada \u00e9 como dar muro na parede. Ser\u00e1 o personalizado que vai rir de ti, num tipo de riso feliz inocente igual \u00e0 crian\u00e7a nua.<\/h4><h4>T\u00e3o simples e t\u00e3o cruel assim se pertencer ou fugir de si.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" 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do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6f47b3e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6f47b3e\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element 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