{"id":10734,"date":"2020-03-31T10:08:39","date_gmt":"2020-03-31T13:08:39","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=10734"},"modified":"2020-03-31T10:32:32","modified_gmt":"2020-03-31T13:32:32","slug":"063-amizade-e-companheirismo-ouro-e-bijouteria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/063-amizade-e-companheirismo-ouro-e-bijouteria\/","title":{"rendered":"063 &#8211; Amizade e Companheirismo &#8211; Ouro e Bijouteria"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"10734\" class=\"elementor elementor-10734\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">063 &#8211; Amizade e Companheirismo &#8211; Ouro e Bijouteria<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano 10\/01\/2020<\/h4><h4>Amizade para consigo \u00e9 condi\u00e7\u00e3o para que tenhamos amigos externos de verdade, pois, a rigor, eles s\u00e3o um \u201coutro eu\u201d, mas integrativo do nosso \u201ceu\u201d.<\/h4><h4>O esquema \u00e9 tal que qualquer melindre que tenhamos de nos auto inspecionar elide a possibilidade de amizades com \u201cA\u201d mai\u00fasculo, aquelas que s\u00e3o fundadas apenas em virtude e no car\u00e1ter pessoal dos envolvidos.<\/h4><h4>Do \u201cA\u201dmigo, se espera sinceridade amorosa agigantada e, no mais das vezes, ele goza da permiss\u00e3o de ser um grande \u201cdesmancha-prazeres\u201d por excel\u00eancia das nossas ilus\u00f5es e acomoda\u00e7\u00f5es no fito de prover o nosso crescimento.<\/h4><h4>Em precis\u00e3o, a possibilidade de amizade \u00e9 um pr\u00eamio \u00e0s pessoas virtuosas e de car\u00e1ter bom, pois viciados em geral e pessoas de car\u00e1ter quebradi\u00e7o n\u00e3o t\u00eam amigos, ainda que \u201cn\u00e3o raro\u201d estejam rodeados de pessoas, at\u00e9 \u201cditas\u201d amigas. Pessoas injustas mas poderosas, por exemplo, est\u00e3o rodeadas de bajuladores, interesseiros ou meramente servis, mas de nenhum amigo.<\/h4><h4>Ter amigos n\u00e3o \u00e9 condi\u00e7\u00e3o para a sobreviv\u00eancia; \u00e9 condi\u00e7\u00e3o, sim, para a \u201cvida boa\u201d, tal que n\u00e3o \u00e9 nenhum exagero afirmar que viver sem amigos \u00e9 viver mal, pois \u00e9, em grande medida, \u201cviver sem amor\u201d.<\/h4><h4>Amizade \u00e9 esp\u00e9cie do g\u00eanero amor, bem espiritual, que, em si, \u00e9 raro e a esp\u00e9cie amizade a mais rara, pois, al\u00e9m de demandar benevol\u00eancia ativa e desinteressada de algu\u00e9m em prol de outro, demanda a mesma rreciprocidade.<\/h4><h4>Ou seja, podemos amar at\u00e9 caritativamente algu\u00e9m num esquema unilateral, mas isso n\u00e3o implica o amor de amizade. Tampouco o amor de par goza da mesma agudeza de sinceridade que a amizade prov\u00ea. Rar\u00edssimo, ali\u00e1s, que o amor de par n\u00e3o implique algum senso de \u201cinteresse\u201d, ainda que l\u00edcito, mas que \u00e0 amizade n\u00e3o pertine.<\/h4><h4>Numa vida desprovida de amigos, a posse de virtudes \u00e9 at\u00e9 poss\u00edvel, mas deveras \u00e1rdua, quase est\u00f3ica ou espartana. Com amigos, h\u00e1 a \u201cfrui\u00e7\u00e3o\u201d efetiva de ser virtuoso, retomando o senso de pr\u00eamio do bom a que j\u00e1 aludimos e tamb\u00e9m \u00e9 com amigos se evitam deslizamentos para estados de car\u00eancia existencial, num esquema em que o EU efetivo desabrocha e valha a pena viver.<\/h4><h4>Claro que a conviv\u00eancia com os outros \u00e9 condi\u00e7\u00e3o absoluta para a sobreviv\u00eancia humana &#8211; somos sociais. Havemos de estabelecer muitas rela\u00e7\u00f5es de \u201ccompanheirismo\u201d que tantas vezes se chamam \u201camizade\u201d, mas s\u00f3 em acep\u00e7\u00e3o lato sensu.<\/h4><h4>Rigorosamente, companheirismo \u00e9 \u201cestabelecer companhia\u201d para certos movimentos. Arist\u00f3teles (384 &#8211; 322 a.C.) dividia o companheirismo em duas classes por crit\u00e9rios de objetivos: a) para o prazer; b) por utilidade.<\/h4><h4>O prazer alcan\u00e7a tamb\u00e9m o senso do que hoje chamamos por afinidade. Companhias por prazer, como s\u00f3i \u00f3bvio, pisam nas superf\u00edcies humanas e cessam por absoluto ao cessar a fonte ou a aprecia\u00e7\u00e3o do prazer. \u201cSai-se da tribo quando n\u00e3o rola mais\u201d conforme se diz na coloquialidade. Zygmunt Baumann teve essas rela\u00e7\u00f5es em vistas quando cunhou o termo \u201camizades l\u00edquidas\u201d.<\/h4><h4>Por utilidade, n\u00e3o se compreende meramente a conota\u00e7\u00e3o negativa de \u201cinteresseira\u201d, mas as rela\u00e7\u00f5es de troca justas inclusive, como s\u00f3i propriamente ao trabalho, rela\u00e7\u00f5es que tendem ao raso e cessam quando do \u201ccompanheiro\u201d cessam utilidade ou vantagens, eis que, em efeito, cuida de dimens\u00e3o funcional-ferramental das pessoas.<\/h4><h4>A maioria das rela\u00e7\u00f5es humanas \u00e9 de companheirismo e \u00e9 natural mesmo que assim seja, posta nossa condi\u00e7\u00e3o material. Em maiores ou menores graus, o EU n\u00e3o \u00e9 N\u00da nessas rela\u00e7\u00f5es e n\u00e3o necessariamente h\u00e1 uma falta grave nisso; o Eu a\u00ed se veste com roupas de ocasi\u00e3o chamadas de EGO ou IDENTIDADE ou ainda PERSONAS, como se queira.<\/h4><h4>Amigos s\u00e3o se ter poucos mesmo e at\u00e9 porque, num sentido, imp\u00f5em alguma exclus\u00e3o social, como \u00e9 pr\u00f3prio de qualquer bem espiritual. Amizades rumam ao bastante espiritual e companheirismo \u00e0 adapta\u00e7\u00e3o ou mesmo limita\u00e7\u00e3o material e a um ponto em que a sinceridade efetiva, o ch\u00e3o da amizade, tende at\u00e9 a inviabilizar o companheirismo, raz\u00e3o porque nudez n\u00e3o \u00e9 caso nessas rela\u00e7\u00f5es.<\/h4><h4>Prazer, interesse e ilus\u00e3o t\u00eam em comum a efemeridade. \u00c9 \u00f3bvio que o car\u00e1ter de algu\u00e9m pode mudar, mas \u00e9 o mais permanente e profundo de n\u00f3s, tal que a amizade propriamente dita \u00e9 fundada no car\u00e1ter da\u00ed tende \u00e0 longevidade, m\u00e1xime porque ela mesmo nutre e renutre reciprocamente os car\u00e1cteres dos amigos.<\/h4><h4>Quem brada ter um milh\u00e3o de amigos provavelmente n\u00e3o tem nenhum. Quem tem ouro guarda-o discretamente e quem tem bijouterias exibe-as ostensivamente e, de certa forma, deixa claro que quer que os demais pseudo confirmem que as bijouterias fossem j\u00f3ias. A\u00ed e exatamente a\u00ed mora o perigo do companheirismo, que \u00e9 ser tomado como o que n\u00e3o \u00e9.<\/h4><h4>Quem n\u00e3o conhece x, y e z milhares de casos de frustra\u00e7\u00f5es de algu\u00e9m achar que tinha \u201camigo\u201d, mas s\u00f3 tinha companheiro de prazer ou de utilidade, n\u00e3o discernidos por mera ingenuidade?<\/h4><h4>Uma pessoa at\u00e9 virtuosa, ou seja, com condi\u00e7\u00f5es de ter amizades, mas afetivamente carente faz esse tipo de confus\u00e3o conceitual companheirismo\/amizade muito facilmente, podendo se frustrar, sen\u00e3o mesmo ser usada.<\/h4><h4>O outro lado da moeda de que a amizade \u00e9 \u201cpr\u00eamio\u201d a virtuosos, como n\u00e3o pode ser diferente, vem que \u00e0 maioria s\u00f3 caber\u00e3o rela\u00e7\u00f5es de companheirismo, j\u00e1 que, ao cabo, a NUDEZ do pr\u00f3prio EU lhes \u00e9 um tabu, tabu esse normalmente compartido de forma t\u00e1cita nas \u201crela\u00e7\u00f5es horizontais\u201d.<\/h4><h4>A prova e corol\u00e1rio disso e que o leitor pode checar diretamente \u00e9 que quem trata seus companheiros como amigos n\u00e3o aguenta \u201csolid\u00e3o\u201d, mesmo de curta dura\u00e7\u00e3o, pois essa, ao cabo, justamente exibe o EU ao EU, ou seja, justamente aquilo a que quem n\u00e3o tem amigos com \u201cA\u201d grande tende a n\u00e3o ter desenvolvido. As mir\u00edades de rela\u00e7\u00f5es \u201ccompanheiras\u201d tendem s\u00f3 a dessensibilizar o desencontro do EU com o EU provendo jogos simbi\u00f3ticos.<\/h4><h4>Ao cabo, voltamos ao in\u00edcio: amizade \u00e9 tanto meio de descoberta pura do EU como consequ\u00eancia da\u00ed decorrente. Quem tem amigos tem condi\u00e7\u00f5es inclusive de suportar longos per\u00edodos de solid\u00e3o, pois \u00e9 jogo libert\u00e1rio.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" 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Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6f47b3e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6f47b3e\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4f8963a\" data-id=\"4f8963a\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div 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