{"id":10511,"date":"2020-01-10T07:54:00","date_gmt":"2020-01-10T10:54:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=10511"},"modified":"2020-03-31T10:40:13","modified_gmt":"2020-03-31T13:40:13","slug":"062-os-tempos-e-o-sagrado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/062-os-tempos-e-o-sagrado\/","title":{"rendered":"062 &#8211; Os Tempos e o Sagrado"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"10511\" class=\"elementor elementor-10511\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">062 &#8211; Os Tempos e o Sagrado<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano 10\/01\/2020<\/h4>\n<h4>S\u00e3o 3 os tempos: cronol\u00f3gico, c\u00edclico e primordial. S\u00e3o 3 tamb\u00e9m as atitudes perante o sagrado: dessacraliza\u00e7\u00e3o absoluta (quase imposs\u00edvel), sacraliza\u00e7\u00e3o d\u00e9bil\/inconsciente\/substituta e sacraliza\u00e7\u00e3o propriamente.<\/h4>\n<h4>O primeiro tempo \u00e9 o tempo da mat\u00e9ria e, muito propriamente, n\u00e3o existe sen\u00e3o como um conceito da percep\u00e7\u00e3o e quantifica\u00e7\u00e3o do movimento das coisas, num esquema em que n\u00e3o \u00e9 verdade que o giro da Terra sobre si gasta 24 horas, mas sim que o dito giro \u00e9 que \u00e9 a conven\u00e7\u00e3o de 24 horas.<\/h4>\n<h4>Ainda que o exemplo invoque \u201cgiro da Terra\u201d, a perspectiva cronol\u00f3gica \u00e9 linear, com contagem por numeral ordin\u00e1rio ad infinitum, tal que o passado passou de forma bruta e com morte absoluta. \u00c9 o piso dos tempos.<\/h4>\n<h4>O tempo c\u00edclico, a sua vez, permite certo retorno do passado, temperando a brutalidade do tempo cronol\u00f3gico. Nenhum novo ver\u00e3o\/inverno\/outono\/primavera \u00e9 absolutamente de todo novo e eles nos impregnam senso de reinstala\u00e7\u00e3o para viver mais, mas tamb\u00e9m, em certo sentido, em tempo j\u00e1 vivido.<\/h4>\n<h4>Mutatis mutandis, com novo amor, novo emprego, novo projeto, etc., passa-se o mesmo. Todo r\u00e9veillon evoca uma \u201crenova\u00e7\u00e3o\u201d das expectativas do porvir, mas com a luz de que outras renova\u00e7\u00f5es suceder-se-\u00e3o.<\/h4>\n<h4>\u00c9 pr\u00f3prio do movimento em ciclo que todo ponto ser\u00e1 novamente repassado e muitas vezes. Brota-se um in\u00edcio de percep\u00e7\u00e3o de \u201cqualidade\u201d do tempo. A percep\u00e7\u00e3o do tempo c\u00edclico suaviza o peso da morte cronol\u00f3gica e at\u00e9 fisiologicamente outorga moderada sensa\u00e7\u00e3o de expans\u00e3o vital.<\/h4>\n<h4>O tempo linear \u00e9 tempo absolutamente dessacralizado; em si mesmo \u00e9 profano. A quintess\u00eancia do sagrado \u00e9 justamente uma erup\u00e7\u00e3o qualitativa que \u201cdiscerne uma mat\u00e9ria de uma mat\u00e9ria homog\u00eanea\u201d fora do senso exclusivo de quantidade. Dessa forma, uma montanha, rio, pedra, peda\u00e7o de p\u00e3o, est\u00e1tua, s\u00e3o \u201csagradas\u201d em contraste a montanha, rio, pedra, peda\u00e7o de p\u00e3o, est\u00e1tua, meramente \u201cprofanas\u201d e por crit\u00e9rio n\u00e3o material, mas m\u00edstico, portanto, por uma heterogeneiza\u00e7\u00e3o qualitativa n\u00e3o f\u00edsica.<\/h4>\n<h4>A percep\u00e7\u00e3o do tempo linear \u00e9 fenom\u00eanica (material, das coisas e mesmo das pessoas tomadas como coisas!) e n\u00e3o condiz com a penetra\u00e7\u00e3o de busca de sentidos subjacentes ou transcendentes.<\/h4>\n<h4>O Bruxo do Cosme Velho, vulgo Machado de Assis, foi certeiro: \u201co adjetivo \u00e9 a alma do idioma, a sua por\u00e7\u00e3o idealista e metaf\u00edsica. O substantivo \u00e9 a realidade nua e crua, \u00e9 o naturalismo do vocabul\u00e1rio\u201d[1].<\/h4>\n<h4>A percep\u00e7\u00e3o do tempo c\u00edclico sobe um degrau na \u201cdiferencia\u00e7\u00e3o qualitativa\u201d, sen\u00e3o a percep\u00e7\u00e3o retentiva\/comparativa externa e senciente de \u201crenova\u00e7\u00e3o\u201d n\u00e3o teria como ser o caso. \u00c9 a antessala da experi\u00eancia sagrada, acess\u00edvel mesmo a pessoas n\u00e3o religiosas de forma difusa.<\/h4>\n<h4>O caso do entusiasmo do homem n\u00e3o religioso para com o r\u00e9veillon \u00e9 exemplo. Ele acha que retoma a \u201cesperan\u00e7a\u201d. Em termos muito precisos, contudo, esperan\u00e7a \u00e9 virtude s\u00f3 teologal, acess\u00edvel nos seus sentidos pr\u00f3prios apenas ao homem religioso. O que se passa com o n\u00e3o religioso no caso \u00e9, precisamente, um aumento de \u201cexpectativas\u201d para com o devir no mundo, distintas da dimens\u00e3o da \u201cesperan\u00e7a\u201d, pois, esta s\u00f3 \u00e9 \u201cpara al\u00e9m do mundo\u201d. 99% das vezes que se fala coloquialmente em \u201cesperan\u00e7a\u201d, cuida de \u201cexpectativa\u201d, tratando-se um termo teologal como se mundano fosse.<\/h4>\n<h4>Este articulista abona a tese de Mircea Eliade (1.907 \u2013 1.986) de que muito raramente pode haver vida absolutamente dessacralizada\/areligiosa mesmo em ambientes agudamente secularizados. Claro que h\u00e1 nega\u00e7\u00e3o da transcend\u00eancia, mas efeitos seguir\u00e3o a ser o caso nem que seja por transfer\u00eancia inconsciente.<\/h4>\n<h4>Machado de Assis foi magistral em anotar essa \u201ceterna contradi\u00e7\u00e3o humana\u201d no conto a Igreja do Diabo retratando que, mesmo aos negacionistas um m\u00ednimo sagrado urge nem que seja \u00e0s escondidas. Quanto a mecanismos de transfer\u00eancia, o exemplo do r\u00e9veillon serve, sem embargo, dos milhares de casos de idolatria presentes a um palmo de dist\u00e2ncia de qualquer um.<\/h4>\n<h4>O tempo primordial (tamb\u00e9m chamado de kair\u00f3s), por sua vez, sobe efetivamente a escada da experi\u00eancia do sagrado, acess\u00edvel exclusivamente ao homem propriamente religioso, pouco relevando a tradi\u00e7\u00e3o religiosa e assim \u00e9 desde as sociedades arcaicas inclusive.<\/h4>\n<h4>A senci\u00eancia da experi\u00eancia sagrada do tempo primordial chama-se \u00eaxtase ou eleva\u00e7\u00e3o. O estado da consci\u00eancia, nessa oportunidade, chama-se transe. Essa experi\u00eancia plena do sagrado n\u00e3o tem ressaibo de mero fluxo nem de recome\u00e7o, mas de regenera\u00e7\u00e3o, de uma totalidade quiditiva atemporal. A vic\u00eancia do sagrado n\u00e3o est\u00e1 num aqui ou num a\u00ed, mas derramada e fusionado no centro do mundo. Nessa situa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 passado nem futuro e, logo, nem recome\u00e7o ou fim. \u00c9 propriamente o cume ontol\u00f3gico de ser na pr\u00f3pria gera\u00e7\u00e3o infinita. Na m\u00edstica Crist\u00e3, chama-se de comunh\u00e3o (ou comunh\u00e3o unitiva) essa experi\u00eancia de entrega e fus\u00e3o teologal.<\/h4>\n<h4>Mircea Eliade registrou que, para anunciar a plenitude do sagrado, \u201cas diversas tradi\u00e7\u00f5es religiosas utilizaram abundantemente o simbolismo da ponte perigosa ou da porta estreita\u201d. Na viv\u00eancia religiosa efetiva, evidentemente, a passagem ao sobrenatural n\u00e3o \u00e9 espacial. A met\u00e1fora alerta a um senso de inacabamento da vida material, cuja conclus\u00e3o \u00e9 transcendente num outro mundo, que, mesmo outro, misteriosamente sustenta ou ordena este, eis que integra o cosmos, mas cosmos, a sua vez, ultrapassa o senso de mero lugar.<\/h4>\n<h4>Atos de delibera\u00e7\u00e3o por f\u00e9, entrega \u00e0 caridade, controle por esperan\u00e7a, tudo em estrito sentido de adora\u00e7\u00e3o teologal\/sagrada, j\u00e1 outorgam efeitos sencientes de regenera\u00e7\u00e3o atemporal, prenunciando um m\u00ednimo de gozo de infinitude, lembram das passagens pela ponte ou porta estreita e tonificam mais a vitalidade que a simples \u201crenova\u00e7\u00e3o do tempo c\u00edclico\u201d.<\/h4>\n<h4>Corrobora, dinamiza e ordena a experi\u00eancia sagrada o rito religioso\/lit\u00fargico, provendo centelhas abrasivas junto ao opaco profano e com a senci\u00eancia de que estamos a tratar e em n\u00edvel propriamente espiritual, com \u00eaxtase, ou seja, para al\u00e9m de mera disposi\u00e7\u00e3o de limites meramente psicol\u00f3gicos como euforia, excita\u00e7\u00e3o, etc., coisa que, por vezes, \u00e9 dif\u00edcil de discernir.<\/h4>\n<h4>O pin\u00e1culo da tonifica\u00e7\u00e3o ritual\u00edstica d\u00e1-se no Templo; ele, em si, j\u00e1 \u00e9 uma porta \u00e0 ponte da travessia dos tempos, mas a vida pode ser ritualizada no cotidiano simples: ora\u00e7\u00e3o, louvor pr\u00e9vio a uma refei\u00e7\u00e3o, ao ato de dormir, \u00e0 inicia\u00e7\u00e3o da inicia\u00e7\u00e3o da puberdade, da epifania de adulto e por a\u00ed vai toda a sabedoria unitiva, existente desde as sociedades arcaicas, relembrando as consci\u00eancias da atitude temporal.<\/h4>\n<h4>Vida desritualizada \u00e9 vida dessacralizada, Imp\u00e9rio do Cronos e da Quantidade. Materialismo intravenoso!<\/h4>\n<h4>Todo acesso, mesmo prec\u00e1rio, \u00e0 transcend\u00eancia como experi\u00eancia de tempo primordial ao tempo transcendente, carrega em si uma morte em rela\u00e7\u00e3o ao profano (por isso assusta), no sentido de menos valorar o tempocronol\u00f3gico e mesmo o \u201clusco fusco\u201d c\u00edclico. A regenera\u00e7\u00e3o primordial \u00e9 o nosso sumo ontol\u00f3gico, sagrado, do \u2018eu\u2019 que vive mais em outro tempo, no sentido de mais fora do tempo num esquema de antecipa\u00e7\u00e3o do tempo sem come\u00e7o nem fim.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 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do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6f47b3e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6f47b3e\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element 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