{"id":10505,"date":"2019-12-18T07:38:00","date_gmt":"2019-12-18T10:38:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=10505"},"modified":"2020-03-24T07:52:02","modified_gmt":"2020-03-24T10:52:02","slug":"061-vida-bem-sucedida-x-vida-boa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/061-vida-bem-sucedida-x-vida-boa\/","title":{"rendered":"061 &#8211; Vida bem sucedida x vida boa"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"10505\" class=\"elementor elementor-10505\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">061 &#8211; Vida bem sucedida x vida boa<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano 18\/12\/2019<\/h4><h4>A rela\u00e7\u00e3o entre \u201cvida bem-sucedida\u201d e \u201cvida boa\u201d, tirante exce\u00e7\u00f5es, \u00e9 disjuntiva, ou seja, articulam-se entre si com \u201cou\u201d das bifurca\u00e7\u00f5es e n\u00e3o com \u201ce\u201d das adi\u00e7\u00f5es.<\/h4><h4>Sucesso \u00e9 da categoria da rela\u00e7\u00e3o, pois \u201cdepende\u201d de \u201coutros\u201d para validar-lhe, seja por aplausos, reconhecimento ou mesmo temor. Bondade \u00e9 categoria da subst\u00e2ncia, tendente do absoluto.<\/h4><h4>Estatisticamente, o problema mais comum das gentes \u00e9 o \u201cproblema do outro\u201d: ficar abaixo do outro, superar o outro, comparar-se com o outro, impressionar o outro, dominar o outro, proteger-se do outro e por a\u00ed vai.<\/h4><h4>Multid\u00f5es n\u00e3o se importam de estar no fundo do po\u00e7o desde que muitos outros tamb\u00e9m tenham l\u00e1 ca\u00eddo, sen\u00e3o mais fundo ainda.<\/h4><h4>Para ser \u201cmais\u201d que o outro, pode valer at\u00e9 competi\u00e7\u00e3o do \u201cmais pior\u201d. Na impossibilidade de ganhar na virtude que se ganhe no v\u00edcio: o mais prom\u00edscuo, o mais negligente, o mais canalha, o mais ignorante, o mais fracassado, etc \u2026<\/h4><h4>A disposi\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica subjacente ao tema do \u201csucesso\u201d \u00e9 o orgulho, nem que seja orgulho, com profundidade de \u00eaxtase, e conforme dito, da pr\u00f3pria mis\u00e9ria.<\/h4><h4>\u201cEu sou X coisa e com muito orgulho\u201d, \u00e9 brado\/refr\u00e3o t\u00e3o sistematicamente empregado pelas pessoas, que n\u00e3o se apercebem do qu\u00e3o miser\u00e1vel \u00e9 ter orgulho, pois \u00e9 negar a liberdade, ainda que seja por meio de afirma\u00e7\u00e3o nominal de (pseuda) for\u00e7a perante algu\u00e9m.<\/h4><h4>Ou seja, ainda que fosse orgulho por algo bom, o aterramento a outro j\u00e1 implica fim de uma espontaneidade de liberdade.<\/h4><h4>Todo orgulho \u00e9 orgulho de alguma ou v\u00e1rias \u201cidentidades\u201d, mais falsas ou menos falsas, mas jamais propriamente verdadeira. Essa identidade pode se chamar ego, persona ou r\u00f3tulo, a variar as prefer\u00eancias lexicais.<\/h4><h4>Sob rigor, este articulista \u201cn\u00e3o \u00e9 o Vicente Tolezano\u201d, mas sim \u201cse chama\u201d Vicente Tolezano. Igualmente, \u201cn\u00e3o \u00e9 advogado\u201d, mas \u201cestudou direito e exerce a advocacia\u201d.<\/h4><h4>Toda identidade do articulista (pol\u00edtica, familiar, futebol\u00edstica, etc \u2026) \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o de proje\u00e7\u00e3o difusa com o vicente-tolezano-que-\u00e9-efetivamente-quem-ele-\u00e9. \u201cIdentidade\u201d, cognitivamente, \u00e9 conceito l\u00f3gico, que presta justamente para co-relacionar conceitos entre si a partir de \u201cproje\u00e7\u00f5es de movimentos ativos ou passivos\u201d que se espera daquilo que foi conceituado desta ou daquela forma. Quem tiver interesse, que pesquise a \u201c\u00e1rvore de Porf\u00edrio\u201d, que p\u00f5e cada conceito \u201cno seu lugar\u201d.<\/h4><h4>Na dimens\u00e3o greg\u00e1ria, \u201cidentidade\u201d \u00e9 proje\u00e7\u00e3o imag\u00e9tica de movimentos humanos mais ou menos esperados do sujeito vinculado a ela, co-relacionando esse sujeito com os demais sujeitos do mundo, mostrando o \u201clugar dele\u201d para com os demais, ou seja, \u00e9 PODER \u201cprojetado\u201d e que quase nunca se realiza sen\u00e3o no \u00eaxtase ilus\u00f3rio interior do orgulhoso, tamb\u00e9m chamado de \u201cjact\u00e2ncia\u201d.<\/h4><h4>O tal do empoderamento que tanto se est\u00e1 a falar sob os ventos do politicamente correto \u00e9 s\u00f3 esse esquema de encher de orgulho algu\u00e9m por vincula\u00e7\u00e3o a uma identidade, que pode ser outorgada por ades\u00e3o a um grupo, a uma classe, a um t\u00edtulo, a uma medalha, a uma condi\u00e7\u00e3o, a um reconhecimento insincero a uma afirma\u00e7\u00e3o igualmente insincera de algu\u00e9m sobre si mesmo.<\/h4><h4>O mundo social opera sob uma distribui\u00e7\u00e3o rixosa de pares de identidade-orgulhos, sendo que \u201csucesso\u201d \u00e9 quem vence\/destaca ou finge que vence\/destaca a rixa nos limites em que ela \u00e9 posta. Na ponta oposta, do \u201cfracasso\u201d, a disposi\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica \u00e9 da \u201chumilha\u00e7\u00e3o\u201d, sensa\u00e7\u00e3o de ter perdido para o \u201corgulhoso\u201d.<\/h4><h4>As rixas podem ser entre sujeitos reais ou mesmo entre um sujeito real e outros existentes s\u00f3 em fantasia. Mas o papel da rela\u00e7\u00e3o para com \u201coutro\u201d subsiste no \u00e2nimo movente, tantas vezes orientado a humilhar outras pessoas s\u00f3 imaginariamente e \u201cpara colocar cada um no seu lugar\u201d.<\/h4><h4>\u00c9 cruel que sequer o \u201cvencedor\u201d \u00e9 s\u00f3lido. S\u00e3o longe da raridade os casos p\u00fablicos em que sucessos foram s\u00f3 abra\u00e7os \u00edntimos na ang\u00fastia, pois, no cabo, quem tem sucesso n\u00e3o \u00e9 uma pessoa, mas uma identidade\/imagem dela.<\/h4><h4>Ou seja, riqueza material, ocupa\u00e7\u00e3o de cargo de destaque, beleza superlativa, fama, etc \u2026 ou a maior canalhice, a maior promiscuidade ou mais viciado, etc \u2026 podem at\u00e9 \u201chumilhar os outros\u201d, efetiva ou imaginariamente, sem que outorgue efetiva bondade a quem por elas se identifica, sen\u00e3o na ilus\u00e3o jactante.<\/h4><h4>Bus\u00edlis central: \u201co outro n\u00e3o existe\u201d como fonte de bondade, num esquema em que a centralidade da vida pela perspectiva do \u201coutro\u201d decorre de s\u00f3 medo de solid\u00e3o e sentimento de impot\u00eancia de bastar-se.<\/h4><h4>\u201cIdentidades\u201d, nessa esteira, s\u00e3o s\u00f3 subterf\u00fagios do processo dissociativo do Eu efetivo. Caso extremo foi de Narciso que tratou sua imagem n\u00e3o apenas como meio para impressionar ou se articular com outros, mas como se \u201co Eu dele fosse a imagem que ele criou e por quem se apaixonou\u201d!<\/h4><h4>Na dimens\u00e3o da \u201cvida bem-sucedida\u201d nada \u00e9 o que parece ser e tal que todas as apar\u00eancias de amor s\u00e3o s\u00f3 apar\u00eancias mesmo, pois subjaz interesse orgulhoso.<\/h4><h4>A vida come\u00e7a a ser boa na medida em que as \u201cidentidades\u201d perdem vi\u00e7o cedendo vezes sucessiva \u00e0 \u201cpersonalidade\u201d, processo que Carl Jung (1.875 \u2013 1.961) chamou de individua\u00e7\u00e3o, Arist\u00f3teles (384 \u2013 322 a.C.) de substancializa\u00e7\u00e3o e a m\u00edstica crist\u00e3 chama de desmundaniza\u00e7\u00e3o, tirando sua centralidade do horizonte da alteridade para a verticalidade dum Eu n\u00e3o criado pelo Eu, mas descoberto pelo Eu, cuja fonte \u00e9 metaf\u00edsica.<\/h4><h4>O discernimento l\u00facido entre vida bem-sucedida e vida boa foi registrado expressamente por Arist\u00f3teles. Plat\u00e3o (429 \u2013 348 a.C) esbo\u00e7ara o esquema numa met\u00e1fora em que a \u201cvida de le\u00f5es\u201d equivaleria \u00e0 vida de sucesso e a \u201cvida de ave\u201d \u00e0 vida boa nos termos aristot\u00e9licos.<\/h4><h4>Toda personalidade \u00e9 um m\u00ednimo de identidades, pois lhe \u00e9 pr\u00f3prio n\u00e3o prestar contas aos outros sobre que expectativas, ilus\u00f3rias ou razo\u00e1veis, esses devem ter. Logo, tamb\u00e9m \u00e9 m\u00e1ximo de heterogeneidade e incompat\u00edvel com senso de igualdade.<\/h4><h4>A \u00fanica coisa efetivamente forte no mundo s\u00e3o as personalidades humanas, sendo o resto fogo morno ou fogo frio mesmo. S\u00f3 quem, por op\u00e7\u00e3o \u00edntima, est\u00e1 \u201cmorto para os outros\u201d \u00e9 livre e pode fazer a coisa mais gratificante e corajosa do mundo que \u00e9 AMAR, pois amar exige a \u201cdesvincula\u00e7\u00e3o do outro\u201d.<\/h4><h4>Assim, amor \u00e9 vereda ao absoluto e distante das coisas relacionais. O amoroso essencial n\u00e3o tem rela\u00e7\u00f5es para com o amado, que \u00e9 apenas o \u201cbenefici\u00e1rio\u201d daquele.<\/h4><h4>Se um amoroso efetivo oferta p\u00e9rolas e o benefici\u00e1rio as rejeita, estraga ou esnoba, recolhe-as e d\u00e1-lhes outro destino. Claro que alguma tristeza passageira tocar-lhe-\u00e1. Se, contudo, advier rancor, sentimentos de despeito ou de humilha\u00e7\u00e3o, etc \u2026, era s\u00f3 orgulho que havia debaixo da superf\u00edcie.<\/h4><h4>Vida boa \u00e9 integrativa do Eu absoluto e diminui as diferen\u00e7as entre o Eu na solid\u00e3o e o Eu na multid\u00e3o e que outorga ao Eu a melhor companhia que \u00e9 ele mesmo, ligado apenas ao transcendental.<\/h4><h4>Machado de Assis (1.839 \u2013 1.908) denunciou a infelicidade do negacionismo da personalidade humana no cl\u00e1ssico A IGREJA DO DIABO em que at\u00e9 identidades maldosas e bem-sucedidas precisavam fazer alguma bondade nem que fosse clandestinamente.<\/h4><h4>Melanie Klein (1.882 \u2013 1.960) apontou que \u201ca sa\u00fade mental n\u00e3o \u00e9 compat\u00edvel com a superficialidade\u201d. Nada, registramos n\u00f3s, \u00e9 mais superficial que imagens-identidades de si para se articular com imagens-identidades de outros.<\/h4><h4>Ama a Deus, a ti como filho Dele e a quem puder aceitar o teu amor. No mais, siga Fernando Pessoa (1.888 \u2013 1.935) tal que qualquer \u201cinc\u00f3gnita da tua identidade\u201d, seja problema s\u00f3 dos outros mesmo: \u201cRega as tuas plantas, Ama as tuas rosas. O resto \u00e9 a sombra De \u00e1rvores alheias.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ba4128 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"9ba4128\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-8934 size-medium\" src=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-300x300.png 300w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-1024x1024.png 1024w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-150x150.png 150w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3-768x768.png 768w, https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Design-sem-nome-3.png 1080w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-162d43e\" data-id=\"162d43e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ef0d6db elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ef0d6db\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><span style=\"color: rgb(0, 0, 0);\">Vicente do Prado Tolezano \u00e9 graduado em direito pe\u00e7a PUC\/SP e Mestre em Filosofia pela Faculdade do Mosteiro de S\u00e3o Bento de S\u00e3o Paulo, com investiga\u00e7\u00e3o sobre a Metaf\u00edsica de Arist\u00f3teles. \u00c9 diretor da Casa da Cr\u00edtica e da Tolezano Advogados.<\/span><br><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6f47b3e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6f47b3e\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4f8963a\" data-id=\"4f8963a\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element elementor-element-6809389\" data-id=\"6809389\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d6f396e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"d6f396e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4 style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\"><a style=\"color: #ffffff;\" href=\"http:\/\/casadacritica.com.br\/site\/cadastre-se-para-receber-newsletter\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>CADASTRE-SE AQUI PARA RECEBER NOSSA NEWSLETTER<\/strong><\/a><\/span><\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd8b09d\" data-id=\"cd8b09d\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>061 &#8211; Vida bem sucedida x vida boa Autor: Vicente do Prado Tolezano 18\/12\/2019 A rela\u00e7\u00e3o entre \u201cvida bem-sucedida\u201d e \u201cvida boa\u201d, tirante exce\u00e7\u00f5es, \u00e9 disjuntiva, ou seja, articulam-se entre si com \u201cou\u201d das bifurca\u00e7\u00f5es e n\u00e3o com \u201ce\u201d das adi\u00e7\u00f5es. Sucesso \u00e9 da categoria da rela\u00e7\u00e3o, pois \u201cdepende\u201d de \u201coutros\u201d para validar-lhe, seja por [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":6827,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[85,50],"tags":[44,219,182,101,130,269,449,450,448,375,145,447,446,444,445],"class_list":["post-10505","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-artigos-amor-consciencia-e-liberdade","tag-aristoteles","tag-eu","tag-felicidade","tag-fernando-pessoa","tag-identidade","tag-jung","tag-machado-de-assis","tag-melanie-klein","tag-o-outro","tag-orgulho","tag-politica","tag-porfirio","tag-sucesso","tag-vida-bem-sucedida","tag-vida-boa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10505","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10505"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10505\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10510,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10505\/revisions\/10510"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6827"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10505"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10505"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10505"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}