{"id":10499,"date":"2019-12-03T07:24:00","date_gmt":"2019-12-03T10:24:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=10499"},"modified":"2020-03-24T07:33:49","modified_gmt":"2020-03-24T10:33:49","slug":"060-agressividade-x-violencia-politicamente-correto-e-floco-de-neve","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/060-agressividade-x-violencia-politicamente-correto-e-floco-de-neve\/","title":{"rendered":"060 &#8211; Agressividade X Viol\u00eancia &#8211; Politicamente Correto e Floco de Neve"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"10499\" class=\"elementor elementor-10499\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">060 \u2013 Agressividade X Viol\u00eancia \u2013 Politicamente Correto e Floco de Neve<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano 03\/12\/2019<\/h4><h4>A filosofia de boteco, por vezes, acerta em cheio. Ela diz com muita corre\u00e7\u00e3o que \u201cuma coisa \u00e9 uma coisa e outra coisa \u00e9 outra coisa\u201d, intui\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria dos princ\u00edpios l\u00f3gico e ontol\u00f3gico da identidade.<\/h4><h4>Assim, de ver que \u201cviol\u00eancia\u201d \u00e9 viol\u00eancia e \u201cagressividade\u201d \u00e9 agressividade, sem que um seja seis e o outra apenas meia-d\u00fazia. A confus\u00e3o sem\u00e2ntica \u00e9 bastante danosa, particularmente em contextos tomados pela chaga miopizante do \u201cpoliticamente correto\u201d.<\/h4><h4>\u201cViol\u00eancia\u201d vem de viola\u00e7\u00e3o\/transgress\u00e3o\/cruzamento da fronteira do proibido. \u00c9 fazer o que \u00e9 errado. Viol\u00eancia sempre \u00e9 inaceit\u00e1vel, sem possibilidade de concess\u00e3o. Ali\u00e1s, pode se ter como sin\u00f4nimos \u201cviol\u00eancia\u201d = \u201cao que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel de conceder\u201d.<\/h4><h4>\u201cAgressividade\u201d vem de azedo\/arisco\/\u00e1spero\/hostil\/atritivo. \u00c9 colidir, destruir, repelir, etc\u2026 \u00e0 f\u00f3rceps e sob as vistas. H\u00e1 agressividade tanto justa quanto injusta. H\u00e1 inclusive deveres de agredir.<\/h4><h4>\u00c9 evidente que agressividade injusta \u00e9 viol\u00eancia, mas sem confus\u00e3o entre os conceitos em si, at\u00e9 porque h\u00e1 muita viol\u00eancia-n\u00e3o-agressiva (inclusive as piores delas s\u00e3o at\u00e9 \u201cd\u00f3ceis\u201d) e porque parte da agressividade ocorre no territ\u00f3rio n\u00e3o apenas do \u201cmeramente toler\u00e1vel\u201d, mas mesmo do obrigat\u00f3rio.<\/h4><h4>Ao uso adequado da for\u00e7a agressiva contra objeto certo, forma e proporcionalidade adequadas, se d\u00e1 o nome de \u201cvirilidade\u201d ou \u201ccoragem\u201d, categorias de a\u00e7\u00e3o. \u00c0 omiss\u00e3o ou in\u00e9pcia da capacidade de bem agredir se d\u00e1 o nome de \u201ccovardia\u201d, categoria de paix\u00e3o.<\/h4><h4>N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 \u201ccoisa de n\u00e9scio\u201d n\u00e3o discernir uma coisa da outra, \u00e9 manifesta\u00e7\u00e3o de\u00a0nihilismo\u00a0c\u00ednico e mesmo um ato de viol\u00eancia inculcar inibi\u00e7\u00e3o \u00e0 atua\u00e7\u00e3o puramente natural da agressividade quando pertinente. \u00c9 um esquema violento deixar as pessoas passivas (at\u00e9 para ser violadas!), pois \u00e9 pr\u00f3prio do humano desenvolvido o princ\u00edpio de a\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>Maria Montessori\u00a0(1.870 \u2013 1.952) foi certeira no particular: \u201ca primeira ideia que uma crian\u00e7a precisa ter \u00e9 a da diferen\u00e7a entre o bem e o mal. E a principal fun\u00e7\u00e3o do educador \u00e9 cuidar para que ela n\u00e3o confunda o bem com a passividade e o mal com a atividade\u201d.<\/h4><h4>O solo afetivo da agressividade \u00e9 a ira e o da viol\u00eancia \u00e9 o \u00f3dio. Fossem moedas, a outra face insepar\u00e1vel da ira seria a vontade e a do \u00f3dio seria a inveja.<\/h4><h4>Ira \u00e9 eco sentimental de inc\u00f4modo por alguma \u201csitua\u00e7\u00e3o de desarmonia\u201d ou por alguma falta que melhor harmonizasse nalgum contexto. \u00c9 impulso de largada para a vontade reparar\/ajustar\/propor e outorga senso de pot\u00eancia e afirma\u00e7\u00e3o da personalidade. Uma pessoa voluntariosa \u00e9 iracunda.<\/h4><h4>A vontade do iracundo (pleonasmo para \u00eanfase) faz fronteira com a posi\u00e7\u00e3o\/reposi\u00e7\u00e3o da harmonia crida. Atente-se que rancor ou esp\u00edrito de rixa s\u00e3o degenera\u00e7\u00f5es da ira porque est\u00e3o num lusco fusco de aten\u00e7\u00e3o que sai da \u201csitua\u00e7\u00e3o\u201d e vai para os \u201coutros\u201d.<\/h4><h4>A ira bem dirigida, bem elaborada \u00e9 etapa do fluxo ao nosso desenvolvimento vital e volitivo e que nos permite \u2013 e nos exige \u2013 valer da agressividade em casos justificados de defesas leg\u00edtimas (da vida, bens morais ou materiais).<\/h4><h4>A falta da ira implica angustiante abatimento vital, e depress\u00e3o inclusive, por sujei\u00e7\u00e3o passiva \u00e0s circunst\u00e2ncias. N\u00e3o crer na capacidade de ira pr\u00f3pria ou pensar-se tolhido de ser agressivo diante de hostilidades injustas, martela um sentimento de vida n\u00e3o vivida em nosso interior como se d\u00e1 ante a frustra\u00e7\u00f5es de tudo o que \u00e9 natural mesmo e passa a ser uma \u201cviol\u00eancia contra si\u201d. A rigor, esse \u00e9 o esquema ps\u00edquico do masoquista.<\/h4><h4>Ser agressivo quando se deve ser \u00e9 express\u00e3o de for\u00e7a n\u00e3o s\u00f3 material, mas existencial. S\u00ea-lo quando n\u00e3o \u00e9 o caso ou o ser desajustadamente, a mais de poss\u00edvel viol\u00eancia, \u00e9 ato de fraqueza. O \u00f3dio \u00e9 a express\u00e3o externa da inveja e n\u00e3o se associa com inc\u00f4modo com desarmonia, mas com o oposto, a harmonia\/sucesso\/felicidade\/valor do \u201coutro\u201d.<\/h4><h4>O invejoso sofre n\u00e3o porque algu\u00e9m lhe tenha feito algum mal (o que seria pr\u00f3prio da ira), mas s\u00f3 pelo fato de algu\u00e9m ter sucesso, alegria, riqueza, independ\u00eancia, etc \u2026 Sente-se existencialmente afrontado sem um nexo causal direto contra, mas projetivo contra o outro e por causa do outro. A gravidade \u00e9 evidente, pois n\u00e3o busca sequer uma \u201charmoniza\u00e7\u00e3o\u201d de uma situa\u00e7\u00e3o, mas uma \u201cdestrui\u00e7\u00e3o\u201d.<\/h4><h4>Exemplifiquemos com invoca\u00e7\u00e3o de Antoine de Saint-Exup\u00e9ry\u00a0(1.900 \u2013 1944) que no seu cl\u00e1ssico: \u201cO Pequeno Pr\u00edncipe\u201d, atentava que n\u00e3o se deve ter ojeriza a todas as rosas (caso de \u00f3dio) por uma\u00a0que o feriu com seu espinho (eventual caso de ira).<\/h4><h4>As rosas, logo elas que s\u00e3o as mais belas flores, s\u00e3o o \u201coutro\u201d que n\u00e3o pode existir. O espinho de uma delas \u00e9 s\u00f3 subterf\u00fagio. O \u201coutro\u201d pode ser coletivo ou individual. O odioso\/invejoso n\u00e3o busca podar espinhos (coisa que um iracundo poderia fazer), mas destruir o odiado\/invejado, porque ele \u00e9 como ele \u00e9.<\/h4><h4>Est\u00e1 a\u00ed a cepa da viol\u00eancia em sentido estrito. Incomodar-se com o outro pelo que o outro \u00e9 consigo ou por si sempre, \u00e9 viola\u00e7\u00e3o da ordem do ser. O \u00f3dio ser\u00e1 a materializa\u00e7\u00e3o destrutiva decorrente desse inc\u00f4modo, que poder\u00e1 se dar at\u00e9 por meio de agressividade injusta, no sentido de colis\u00e3o atritiva expl\u00edcita ou por meios ardilosos de difama\u00e7\u00e3o, enganadores, simb\u00f3licos, etc\u2026<\/h4><h4>Repetimos que a viol\u00eancia nunca \u00e9 aceit\u00e1vel, pouco importando se ela \u00e9 agressiva ou n\u00e3o. \u00c9 sempre insana e \u00e9 um problema de constitui\u00e7\u00e3o da pessoa invejosa. Noutros artigos, vamos investigar a psicog\u00eanese da inveja.<\/h4><h4>A ira nasce por conta de algo de fora. O \u00f3dio nasce por conta de algo de dentro e a situa\u00e7\u00e3o externa \u00e9 s\u00f3 subterf\u00fagio, tal que se n\u00e3o fosse a rosa, o odioso acharia outra \u201cbola da vez\u201d, preferencialmente entre aqueles que n\u00e3o tem capacidade de ira. Outro meio de separar ira de \u00f3dio \u00e9 que o iracundo segue adiante ap\u00f3s os seus atritos e o odioso estaciona sua vida em rela\u00e7\u00e3o ao odiado, pois num sentido o odioso \u201cn\u00e3o sai de si\u201d.<\/h4><h4>Muitas vezes, a viol\u00eancia ela \u00e9 dif\u00edcil de ser discernida e pode estar no meio de ba\u00fas de ternuras. Por exemplo, pais que, at\u00e9 inconscientemente, invejam filhos por causa do sucesso\/liberdade deles (efetivos ou s\u00f3 poss\u00edveis) existem em n\u00famero expressivo. Violam-nos em esquemas castradores para que n\u00e3o vivam a vida na plenitude. Essa, ali\u00e1s, \u00e9 das maiores viol\u00eancias poss\u00edveis.<\/h4><h4>N\u00e3o raro, urge intelig\u00eancia fina para entender a viol\u00eancia, pois pode ser metasens\u00edvel. Idem para judicar se a agressividade \u00e9 justa ou injusta (violenta).<\/h4><h4>Gente inteligente consegue captar que o \u201cpoliticamente correto\u201d \u00e9, no mais das vezes, viol\u00eancia que ecoa no mundo da inveja, inveja da for\u00e7a e liberdade alheias e seu meio \u00e9 a censura acr\u00edtica-c\u00ednica \u00e0 agressividade\/virilidade\/iniciativa, etc\u2026 \u00e9 para fazer que os outros vivam vidas menores ou meramente passivas.<\/h4><h4>O fruto que a violenta \u00e1rvore do politicamente correto j\u00e1 deu \u00e9 a chamada \u201cgera\u00e7\u00e3o floco de neve\u201d, composta pelos incapazes de ira \u2013 os hipersens\u00edveis acovardados, coitadistas e impotentes, pr\u00f3prios da camada 4 \u2013 e pelos capazes s\u00f3 de ira meramente fingida \u2013 os arrogantes, rebeldes sem causa e tamb\u00e9m impotentes, pr\u00f3prios da camada 5.<\/h4><h4>\u00a0<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-1d965a3 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"1d965a3\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">A reprodu\u00e7\u00e3o do texto \u00e9 livre, devendo ser citada a fonte e preservada a unidade do pensamento.<\/span><\/strong><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-2a24acf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"2a24acf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd5d84e\" data-id=\"cd5d84e\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-9ba4128 elementor-widget 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#000000;\">Tem forma\u00e7\u00f5es complementares diversas na \u00e1rea da Gest\u00e3o, Psican\u00e1lise, Media\u00e7\u00e3o, Filosofia Clinica, L\u00f3gica e Argumenta\u00e7\u00e3o e outras sobre a Alma Humana.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6f47b3e elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6f47b3e\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4f8963a\" data-id=\"4f8963a\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column 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Ela diz com muita corre\u00e7\u00e3o que \u201cuma coisa \u00e9 uma coisa e outra coisa \u00e9 outra coisa\u201d, intui\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria dos princ\u00edpios l\u00f3gico e ontol\u00f3gico da identidade. 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