{"id":10494,"date":"2019-11-29T06:46:00","date_gmt":"2019-11-29T09:46:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=10494"},"modified":"2020-03-24T06:58:56","modified_gmt":"2020-03-24T09:58:56","slug":"059-medo-da-liberdade-politica-e-sadomasoquismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/059-medo-da-liberdade-politica-e-sadomasoquismo\/","title":{"rendered":"059 &#8211; Medo da Liberdade, Pol\u00edtica e Sadomasoquismo"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"10494\" class=\"elementor elementor-10494\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">\u00a0059 \u2013 Medo da Liberdade, Pol\u00edtica e Sadomasoquismo<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Artigo de Vicente do Prado Tolezano 29\/11\/2019<\/h4><h4>\u00c9 bom morar num pa\u00eds que autorize seus cidad\u00e3os a, querendo eles, ir livremente ao exterior, a expressar suas ideias, a decidir com quem casa e quantos filhos ter\u00e1, a eleger sua profiss\u00e3o, escolher sua f\u00e9, leituras, amizades, etc \u2026 \u00c9 ruim morar em pa\u00edses que pro\u00edbam ou restrinjam esses atos. O grande problema humano, contudo, n\u00e3o reside nessa quest\u00e3o.<\/h4><h4>As liberdades apontadas acima se dizem \u201cliberdades circunstanciais ou pol\u00edticas\u201d, vari\u00e1veis de sociedade a sociedade, por \u00e9pocas e por x, y ou demais fatores que obviamente nos impactam muito, eis que \u201csomos n\u00f3s e nossas circunst\u00e2ncias\u201d, conforme ajuste que fazemos ao asserto do not\u00e1vel espanhol Ortega y Gasset (1.883 \u2013 1.955 d.C.).<\/h4><h4>Afirmamos que esse \u00e9 um sentido fraco de liberdade, ao menos para os fins propostos neste artigo, orientado \u00e0 \u201cliberdade metaf\u00edsica ou essencial\u201d, ou seja, a parte do \u201cn\u00f3s\u201d na conjun\u00e7\u00e3o com as circunst\u00e2ncias, a qual, ainda que aditiva, n\u00e3o tira a primazia do \u201cn\u00f3s\u201d sobre as \u201ccircunst\u00e2ncias\u201d.<\/h4><h4>A rigor, VIVER, no sentido humano e rigoroso, \u00e9 o resultado da articula\u00e7\u00e3o ativa (agir deliberativo) entre cada \u201ceu\u201d e \u201csuas circunst\u00e2ncias\u201d, num esquema em que se a primazia for das circunst\u00e2ncias, n\u00e3o h\u00e1 que se falar em \u201cvida em sentido pr\u00f3prio\u201d, mas de coisa de \u201cvivos-mortos\u201d.<\/h4><h4>O \u201ceu-vivo\u201d h\u00e1 de aceitar\/assimilar as circunst\u00e2ncias para as vencer, seja parte em s\u00edntese vitalizante ou parte em excre\u00e7\u00e3o purgativa num processo sucessivo e ininterrupto de delibera\u00e7\u00f5es intransfer\u00edveis a quem seja.<\/h4><h4>Vem do alem\u00e3o Erich Fromm (1.900 \u2013 1.980 d.C.) o asserto l\u00facido de que \u201ca liberdade caracteriza a exist\u00eancia humana como tal\u201d, claro que dizendo sobre a liberdade essencial.<\/h4><h4>O pensador alem\u00e3o, ali\u00e1s, n\u00e3o vislumbrava grandes diferen\u00e7as ao problema efetivo da liberdade essencial se as circunst\u00e2ncias pol\u00edticas forem de um regime totalit\u00e1rio fascista ou de uma democracia, podendo o humano ser humano (livre) ou descartar sua liberdade (servo) em qualquer regime.<\/h4><h4>O judeu nu e espoliado que se portou ereto na c\u00e2mara de g\u00e1s exerceu in extremis sua liberdade plenamente metaf\u00edsica, para muito al\u00e9m dos instintos n\u00e3o s\u00f3 greg\u00e1rios, mas at\u00e9 org\u00e2nicos, conforme Viktor Frankl (1.905 \u2013 1.997 d.C) exemplificou e mesmo testemunhou.<\/h4><h4>Quem n\u00e3o conhece, por sua vez, pessoa que se acabrunha na cama e se dedica \u00e0s lam\u00farias sem fim por conta de uma mancha na testa? Ou a que goza de preparo intelectual mas se \u201capega\u201d s\u00f3 a trabalhos muito subalternos, recebedores de ordens\/tarefas\/instru\u00e7\u00f5es detalhad\u00edssimas pr\u00f3prias de analfabetos funcionais. Ou a masoquista que entra em desespero se souber que seu s\u00e1dico vai parar de lhe bater ou humilhar!<\/h4><h4>S\u00e3o das situa\u00e7\u00f5es de (descartes de) liberdade acima tratada de que ora nos ocupamos e que n\u00e3o t\u00eam nexo com as liberdades circunstanciais, sen\u00e3o no subterf\u00fagio expiat\u00f3rio.<\/h4><h4>Afirmamos que as defesas exacerbadas das liberdades pol\u00edticas e circunstanciais s\u00e3o, no mais das vezes, subterf\u00fagios apenas diversionistas-escapistas, algo como uma transfer\u00eancia pseudo-compensat\u00f3ria, sen\u00e3o mesmo bode expiat\u00f3rio, pelo n\u00e3o enfrentamento do problema humano real, que \u00e9 o puro medo da liberdade essencial individual.<\/h4><h4>Essa, ali\u00e1s, \u00e9 a l\u00f3gica medular do ativismo pol\u00edtico (n\u00e3o confundir com \u201cparticipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica\u201d), o qual combina em si os dois mais comuns mecanismos de fuga da liberdade, que s\u00e3o: 1) a submiss\u00e3o a um chefe\/autoridade; 2) conformidade a um grupo.<\/h4><h4>\u00c9 \u00f3bvio que temos rela\u00e7\u00f5es de super\/subalternidade, bem como vida greg\u00e1ria.<\/h4><h4>A quest\u00e3o escapista se torna o caso quando o indiv\u00edduo d\u00e1\/transfere voluntariamente \u00e0s dimens\u00f5es externas o poder decis\u00f3rio da pr\u00f3pria vida e preserva para si s\u00f3 a fantasia de que decidiria alguma coisa, ou que \u201cespontaneamente\u201d integrasse grupo ou aderisse a chefes ou a pessoa (s), num esquema de \u201csimbiose\u201d. Passa a ser o \u201cser s\u00f3 de circunst\u00e2ncias\u201d.<\/h4><h4>A disposi\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica de um indiv\u00edduo, em estrutura, s\u00e3o as mesmas de um grupo de pessoas, tendendo a ser pior nesse. O esquema de um masoquista que se descarta para servir ao s\u00e1dico \u00e9 facilmente, e em tantos casos visto, tamb\u00e9m um esquema coletivizado.<\/h4><h4>Todo masoquista, adjetivo apropriado a todo que descarta sua liberdade, produz a narrativa de fantasia ou m\u00e1gica expiat\u00f3ria, incluindo at\u00e9 que seria sua miss\u00e3o sagrada servir ao s\u00e1dico. Nos esquema grupais, cada um dos membros refor\u00e7a a narrativa, que vira \u201cdogma\u201d ap\u00f3s tantos ecos rec\u00edprocos.<\/h4><h4>Internamente, o que se passa, tal como Fromm mapeou, s\u00e3o estruturas ps\u00edquicas de sentimento de impot\u00eancia e insignific\u00e2ncia, que podem chegar a um ponto da pessoa n\u00e3o conseguir sequer \u201ccogitar de se ver ou se ouvir\u201d.<\/h4><h4>O medo da liberdade \u00e9, ao cabo, um profundo medo do \u201cmist\u00e9rio sombrio do si\u201d, projetado como um vazio que a externalidade s\u00f3 pseudo preenche, nem que seja por chicote, humilha\u00e7\u00e3o, servilismo, conformidade passiva, etc \u2026, que seriam mais brandos ao masoquista que o \u201cimp\u00e9rio da consci\u00eancia\u201d.<\/h4><h4>Nos casos muito extremos, at\u00e9 dor de automutila\u00e7\u00e3o f\u00edsica como diversionismo para n\u00e3o se ver nem se ouvir pode vir a ser o caso. Casos extremos n\u00e3o s\u00e3o o mesmo que raridades superlativas \u2026<\/h4><h4>\u00c9 \u00f3bvio que h\u00e1 muitas grada\u00e7\u00f5es sutis e complexas no esquema do auto descarte da liberdade ou castra\u00e7\u00e3o de potenciais, variando desde o primeiro degrau do t\u00edmido vergonhoso de si, passando pelos inseguros, pelos m\u00faltiplos tipos de masoquistas simbi\u00f3ticos, at\u00e9 o \u00faltimo degrau do automutilador odioso de si.<\/h4><h4>Flutua\u00e7\u00f5es na disposi\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica tamb\u00e9m podem ocorrer por quest\u00f5es circunstanciais diversas e a um ponto em que n\u00e3o h\u00e1 exagero em dizer que n\u00e3o existam pessoas corajosamente livres, mas sim, precisamente, que existam pessoas ex covardes servis. Nelson Rodrigues (1.912 \u2013 1.980) abonava precisamente essa abordagem testemunhava isso sobre si.<\/h4><h4>N\u00e3o existisse a capacidade de superar, \u00f3bvio que em grada\u00e7\u00f5es, o \u201cmist\u00e9rio sobre o si\u201d, com regozijo de estar consigo, n\u00e3o haveria que se falar em liberdade essencial, pois s\u00e3o a mesma coisa.<\/h4><h4>N\u00e3o chame o livre, no sentido de quem significa-se apropriadamente e tira de si os potenciais para atuar, de ego\u00edsta, pois, via de regra, n\u00e3o \u00e9 sua tend\u00eancia. A pr\u00e1tica de amor, ali\u00e1s, s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel aos absolutamente livres, tal que a maior liberdade \u00e9 DAR pelo exerc\u00edcio desinteressado de DAR. Uma qualidade comum no livre \u00e9 ele achar que \u201cningu\u00e9m deve nada para ele\u201d. Imposs\u00edvel pensar em algu\u00e9m amoroso sem que esteja acendendo velas nas sombras de si.<\/h4><h4>O servo-masoquista, pela inseguran\u00e7a, \u00e9 sempre INTERESSADO e, portanto, tem um anel com o ego\u00edsmo.<\/h4><h4>Tudo que o servo-masoquista v\u00ea, \u00e9 pela lente de refor\u00e7o da perspectiva de avaliar se o outro \u00e9 tamb\u00e9m servo\/livre e em que grau, para \u201cajustar\u201d seu agir de sobreviv\u00eancia\/narrativa\/fantasia pseudo preenchedora do vazio.<\/h4><h4>Ele pode perfeitamente manipular at\u00e9 o s\u00e1dico para seguir sendo seu s\u00e1dico, ou ser masoquista numa m\u00e3o e s\u00e1dico na outra, coisa, ali\u00e1s, comum.<\/h4><h4>Fromm tinha raz\u00e3o ao afirmar que \u201co medroso de liberdade nunca \u00e9 solid\u00e1rio\u201d. Normalmente, eles acham que s\u00e3o, de algum jeito, credores dos demais, repetindo a semelhan\u00e7a n\u00e3o meramente coincidente com os ativistas pol\u00edticos.<\/h4><h4>Tamb\u00e9m Nelson Rodrigues tinha raz\u00e3o ao afirmar sobre a liberdade essencial que ela \u201c\u00e9 mais importante que o p\u00e3o\u201d e em qualquer pa\u00eds ou regime pol\u00edtico, acrescentamos n\u00f3s.<\/h4><h4>\u00a0<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" 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