{"id":10238,"date":"2019-03-22T17:56:00","date_gmt":"2019-03-22T20:56:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=10238"},"modified":"2020-03-20T18:07:22","modified_gmt":"2020-03-20T21:07:22","slug":"048-retorica-e-humildade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/048-retorica-e-humildade\/","title":{"rendered":"048 &#8211; Ret\u00f3rica e Humildade"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"10238\" class=\"elementor elementor-10238\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-41b176b elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"41b176b\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1315b4b\" data-id=\"1315b4b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7136ec6 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7136ec6\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">048 \u2013 Ret\u00f3rica e Humildade<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ed8d5b7 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ed8d5b7\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3bca0f8\" data-id=\"3bca0f8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7d28675 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"7d28675\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4>Autor: Vicente do Prado Tolezano 22\/03\/2019<\/h4><h4>Exemplos de 2 palavras excessivamente comuns, mas desconhecidas e bem interligadas: \u201cret\u00f3rica\u201d e \u201chumildade\u201d.<\/h4><h4>No senso comum, tantas vezes, a primeira (\u201cret\u00f3rica\u201d) \u00e9 vista como a \u201carte da engana\u00e7\u00e3o\u201d e a segunda como \u201ctimidez\/fraqueza\/humilha\u00e7\u00e3o, etc\u2026\u201d, ou seja, com vieses pejorativos da sem\u00e2ntica pr\u00f3pria delas.<\/h4><h4>\u00c9 fato que a arte ret\u00f3rica \u00e9 mal afamada j\u00e1 que costuma ser companhia das piores pessoas poss\u00edveis (t\u00f3xicas). \u00c9 s\u00f3 falar \u201cisso \u00e9 ret\u00f3rica\u201d que tal \u00e9 decodificado como \u201cisso \u00e9 engana\u00e7\u00e3o\u201d ou, em hip\u00f3teses mais brandas que \u201cisso \u00e9 tolice\u201d.<\/h4><h4>Sucede, contudo, que as melhores pessoas poss\u00edveis (amorosas) s\u00e3o necessariamente useiras e vezeiras da arte ret\u00f3rica. Isso \u00e9 pouco percebido tanto porque s\u00e3o poucos os amorosos em compara\u00e7\u00e3o aos t\u00f3xicos quanto que a bondade tende mais \u00e0 sutileza que a maldade. Os pr\u00f3prios amorosos, por sua vez, muitas vezes n\u00e3o entendem que praticam ret\u00f3rica mesmo inconscientemente.<\/h4><h4>No sentido puramente cl\u00e1ssico, \u201carte ret\u00f3rica\u201d \u00e9 a arte dedicada \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e ao cultivo da VONTADE e das MOTIVA\u00c7\u00d5ES humanas[1] e num esquema em que \u201co agir segue o ser\u201d, que, parafraseando, quer dizer que \u201ceduca-se a vontade para bem-querer e da\u00ed o bem-fazer vir\u00e1\u201d e n\u00e3o \u201cinstrui-se a feitura do bem para da\u00ed a boa vontade decorrer\u201d, tal como expressiva parte da psicologia moderna preconiza.<\/h4><h4>Para colocar em exemplos: como persuadir algu\u00e9m que se droga a n\u00e3o mais se drogar?<\/h4><h4>A tentativa mais frequente e igualmente mais ineficaz \u00e9 argumentar com o drogado sobre a fisiologia, sobre qu\u00edmica, sobre os efeitos delet\u00e9rios org\u00e2nicos etc\u2026 Tendem a ser palavras ao vento essa instru\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m aponta para o v\u00e1cuo de efeitos prender a pessoa para que se acostumasse a f\u00f3rceps com a abstin\u00eancia.<\/h4><h4>A \u00fanica coisa que pode persuadir o drogado a n\u00e3o mais se drogar \u00e9 \u201cter um motivo\u201d, normalmente de satisfa\u00e7\u00e3o emocional. Por exemplo, que ele tenha que n\u00e3o se drogar para \u201cpoder ter x, y ou z\u201d, outras rela\u00e7\u00f5es sociais, para ser amado\/aceito\/reaceito num lugar x etc\u2026<\/h4><h4>O motivo n\u00e3o pode ser introjetado tal como as informa\u00e7\u00f5es. O retor tem que fazer operar uma \u201cnegocia\u00e7\u00e3o intrapessoal\/sint\u00e9tica\u201d no seu audit\u00f3rio (no caso, o drogado) tal que ele consiga ficar vivencialmente (nem que por imagina\u00e7\u00e3o) exposto aos \u201cestados emocionais pr\u00e9 e p\u00f3s delibera\u00e7\u00e3o proposta\u201d e, ent\u00e3o, ser persuadido.<\/h4><h4>O processo da arte ret\u00f3rica, mapeado com brilhantismo por Arist\u00f3teles (384 \u2013 322 a. C.) e incrementado teoricamente por C\u00edcero (106 \u2013 43 a. C.) \u00e9 muito amplo (a mais dif\u00edcil das artes) e n\u00e3o ser\u00e1 reduzido neste singelo artigo, sen\u00e3o para o destaque de seu miolo que \u00e9 o senso de uma \u201cnegocia\u00e7\u00e3o intrapessoal\/sint\u00e9tica com exposi\u00e7\u00e3o aos estados emocionais pr\u00e9 e p\u00f3s delibera\u00e7\u00e3o\u201d, locu\u00e7\u00e3o essa agigantada e que pode ser resumida numa palavra: TRANSFORMA\u00c7\u00c3O.<\/h4><h4>Toda subida de degrau \u201cnos n\u00edveis da motiva\u00e7\u00e3o\/vontade\u201d \u00e9 uma transforma\u00e7\u00e3o, tal que a \u201ccarga ou n\u00edvel de ser\u201d do sujeito passa a outro patamar. No exemplo drogado, um incremento no n\u00edvel motivacional\/volitivo tende n\u00e3o apenas a lhe prover a liberdade do problema imediato da droga, mas a mais que isso tamb\u00e9m.<\/h4><h4>O esquema pr\u00f3prio da alma humana \u00e9 tal que as a\u00e7\u00f5es melhoram porque o sujeito se transforma e n\u00e3o \u00e9 que ele se transforma porque suas a\u00e7\u00f5es se alteraram! Exatamente por isso, somos ser espiritual sob a LEI DA INICIATIVA e n\u00e3o meramente ser animal-material sob a LEI DA IN\u00c9RCIA. Transformar algu\u00e9m, nesse sentido, \u00e9 ATO DE AMOR e perfeitamente contido nas \u201cobras de miseric\u00f3rdia espirituais\u201d pregadas pelas tradi\u00e7\u00f5es crist\u00e3s e seguramente por outras sob outros nomes.<\/h4><h4>\u00c9 \u00f3bvio que existe a m\u00e1 ret\u00f3rica, a qual pode fazer o seu o audit\u00f3rio retroceder na escada dos n\u00edveis de motiva\u00e7\u00e3o\/vontade e vemos isso todo dia. O que \u00e9 important\u00edssimo destacar \u00e9 que \u201cret\u00f3rica perversa n\u00e3o se rebate com argumenta\u00e7\u00e3o l\u00f3gica\/racionalista, mas apenas se rebate com boa ret\u00f3rica\u201d. Essa advert\u00eancia j\u00e1 vinha de Arist\u00f3teles, sen\u00e3o mesmo de predecessores.<\/h4><h4>Agora, a interliga\u00e7\u00e3o entre as duas palavras: porque as pessoas caem tanto nas arapucas da m\u00e1 ret\u00f3rica? A resposta mais aplic\u00e1vel \u00e9: por FALTA DE HUMILDADE.<\/h4><h4>O sentido pr\u00f3prio de \u201cHUMILDADE\u201d bebe do senso de \u201cACEITA\u00c7\u00c3O\u201d, num vi\u00e9s virtuoso, de \u201cbem perceber\/reconhecer objetivamente suas pr\u00f3prias limita\u00e7\u00f5es ou fraquezas e agir de acordo com elas\u201d.<\/h4><h4>A HUMILDADE est\u00e1 em baixa e, como j\u00e1 visto, \u00e9 pejorativamente decodificada como \u201ctimidez\/fraqueza\/humilha\u00e7\u00e3o etc\u2026\u201d porque socialmente valoramos o seu oposto, que \u00e9 o v\u00edcio do ORGULHO, pr\u00e1tica de PROJE\u00c7\u00c3O de poderes em face\/contra outros, poderes normalmente \u201cfor\u00e7ados\u201d ou at\u00e9 inexistentes.<\/h4><h4>ORGULHO, ali\u00e1s, \u00e9 pai e m\u00e3e da maldade e \u00e9 o que fez anjos dar ouvidos \u00e0 ret\u00f3rica demon\u00edaca retrocedendo em n\u00edvel de ser.<\/h4><h4>O humilde \u00e9 forte porque se p\u00f5e limites objetivos tendentes ao real e, assim, pode ser \u201ctocado pela boa ret\u00f3rica\u201d, que, como j\u00e1 dito, passa por assumir vivencialmente o efetivo estado\/n\u00edvel de motiva\u00e7\u00e3o (de ser) para cotejar com outro e proceder \u00e0 s\u00edntese da intranegocia\u00e7\u00e3o transformadora NAS V\u00cdSCERAS.<\/h4><h4>O orgulhoso \u00e9 fraco porque tende a n\u00e3o se reconhecer como \u00e9. Ouvir\u00e1 facilmente a falsa ret\u00f3rica, assumindo, na partida da exposi\u00e7\u00e3o, estados que vivencialmente n\u00e3o s\u00e3o seus e tal que \u00e9 imposs\u00edvel a transforma\u00e7\u00e3o; s\u00f3 gira em falso e NO TEATRO. A profiss\u00e3o mais ret\u00f3rica que existe \u00e9 a de TERAPEUTA (a segunda \u00e9 a de POETA), contrariando as respostas r\u00e1pidas de que seria a de advogado ou de vendedor.<\/h4><h4>Um terapeuta veterano j\u00e1 sabe, em poucas sess\u00f5es, o \u201cn\u00f3 existencial\u201d do paciente. Seu trabalho n\u00e3o \u00e9 debater com ele. \u00c9 praticar ret\u00f3rica, no exato sentido que est\u00e1 exposto acima e que bebe dos cl\u00e1ssicos. \u00c9 fazer o pr\u00f3prio paciente captar seu n\u00edvel de motiva\u00e7\u00e3o\/vontades e seus estados, que decorrem disso, cotejando com novos estados decorrentes de novos n\u00edveis para que o paciente INTRANEGOCIE, SINTETIZE-SE ou TRANSFORME-SE, ou seja, eleve-se volitivamente.<\/h4><h4>Imagina, agora, conduzir esse processo com um paciente ORGULHOSO, que exige ser tratado a partir de um patamar de vontade em que n\u00e3o est\u00e1, ou como se ele fosse o que n\u00e3o \u00e9! Sintetizar\u00e1 at\u00e9 boas pe\u00e7as de teatro, mas n\u00e3o a vida. Se o terapeuta for canalha, bajular\u00e1 o paciente praticando a m\u00e1 ret\u00f3rica. Se o terapeuta for bom, recusa participar do teatro.<\/h4><h4>Sempre precisamos de um retor, seja terapeuta, poeta ou \u2026 de n\u00f3s mesmos praticando a autoret\u00f3rica. De qualquer forma, o de que mais precisamos \u00e9 da humildade. Com ela, naturalmente nos inclinamos \u00e0 boa ret\u00f3rica, seja pr\u00f3pria ou de terceiros. Sem ela, naturalmente a m\u00e1 ret\u00f3rica nos achar\u00e1, pois a rigor estaremos procurando-a.<\/h4><h4>[1]\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O discernimento entre \u201cvontade\u201d e \u201cmotiva\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 relevant\u00edssimo, mas transcende os limites deste artigo e, pois, ser\u00e1 objeto de artigos futuros.<\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-0fe62d9 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"0fe62d9\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-09ead34\" data-id=\"09ead34\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div 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#ffffff;\"><a style=\"color: #ffffff;\" href=\"http:\/\/casadacritica.com.br\/site\/cadastre-se-para-receber-newsletter\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>CADASTRE-SE AQUI PARA RECEBER NOSSA NEWSLETTER<\/strong><\/a><\/span><\/h4>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-33 elementor-top-column elementor-element elementor-element-cd8b09d\" data-id=\"cd8b09d\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>048 \u2013 Ret\u00f3rica e Humildade Autor: Vicente do Prado Tolezano 22\/03\/2019 Exemplos de 2 palavras excessivamente comuns, mas desconhecidas e bem interligadas: \u201cret\u00f3rica\u201d e \u201chumildade\u201d. No senso comum, tantas vezes, a primeira (\u201cret\u00f3rica\u201d) \u00e9 vista como a \u201carte da engana\u00e7\u00e3o\u201d e a segunda como \u201ctimidez\/fraqueza\/humilha\u00e7\u00e3o, etc\u2026\u201d, ou seja, com vieses pejorativos da sem\u00e2ntica pr\u00f3pria delas. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":2298,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[85,50],"tags":[373,314,374,375,159],"class_list":["post-10238","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-artigos-amor-consciencia-e-liberdade","tag-cicero","tag-humildade","tag-inercia","tag-orgulho","tag-vontade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10238","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10238"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10238\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10241,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10238\/revisions\/10241"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2298"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10238"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10238"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10238"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}