{"id":10198,"date":"2019-03-08T22:24:00","date_gmt":"2019-03-09T01:24:00","guid":{"rendered":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/?p=10198"},"modified":"2021-03-20T15:28:53","modified_gmt":"2021-03-20T18:28:53","slug":"047-desamor-e-masoquismo-corporativo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/casadacritica.com.br\/site\/047-desamor-e-masoquismo-corporativo\/","title":{"rendered":"Desamor e Masoquismo Corporativo"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"10198\" class=\"elementor elementor-10198\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-7fa0fdf elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"7fa0fdf\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-25fce29f\" data-id=\"25fce29f\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c9f79db elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c9f79db\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><span style=\"color: #ff0000;\">MASOQUISMO CORPORATIVO<\/span><\/strong><\/h3>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-3c8aeb08 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"3c8aeb08\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-3421052f\" data-id=\"3421052f\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8e9d005 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"8e9d005\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<h4><span style=\"color: #000000;\">Autor: Vicente do Prado Tolezano<\/span><\/h4><h4>Se imagin\u00e1ssemos um campeonato de lugares com mais masoquistas por metro quadrado, seguramente imaginar\u00edamos o dito \u201cmundo corporativo\u201d com o trof\u00e9u de campe\u00e3o.<\/h4><h4>Toda tristeza (emo\u00e7\u00e3o que indica perda) \u00e9 muito mais nefasta quando \u00e9 prazerosa (emo\u00e7\u00e3o que indica presen\u00e7a, mas fugidia). Mutatis mutandis, todos falsos amores ou amizades s\u00e3o piores que \u00f3dios ou inimizades claras, todo veneno ado\u00e7ado \u00e9 pior que os azedos e por a\u00ed v\u00e3o mir\u00edades de exemplos poss\u00edveis de div\u00f3rcio entre apar\u00eancia e realidade.<\/h4><h4>A estrutura do masoquismo \u00e9 de \u201cperda de si\u201d obnubilada com alguma migalha prazerosa (totalmente imagin\u00e1ria, \u00e0s vezes). Os masoquistas t\u00eam uma capacidade imensa de romantizar\/idealizar\/subterfugiar suas mis\u00e9rias e, muitas vezes, tratam at\u00e9 como uma miss\u00e3o sagrada o atendimento aos s\u00e1dicos.<\/h4><h4>A pr\u00f3pria afirma\u00e7\u00e3o de que \u201csou oprimido\u201d pode ter forte conota\u00e7\u00e3o glamourosa. \u201cCad\u00ea meu opressor querido?\u201d \u00e9 o mantra ressonante intra mentis dos masoquistas. Se acontecer de n\u00e3o acharem um opressor, inventam-no.<\/h4><h4>O mundo corporativo n\u00e3o lhes \u00e9, precisamente, sequer casa, mas LAR para chamar de seu, cujos moradores chamam-se \u201ccolaboradores\u201d.<\/h4><h4>A personagem Carlitos, interpretada pelo mestre Charles Chaplin, no \u201cTempos Modernos\u201d (1936) garantiu assento no rol dos cl\u00e1ssicos pela fidedignidade da den\u00fancia da vida laboral \u201cagressiva, n\u00e3o criadora\/est\u00e9ril e conformativa\u201d que chegava nos prim\u00f3rdios capitalistas e com vontade de ficar.<\/h4><h4>As condi\u00e7\u00f5es ambientais de tom cinza chumbo, de amontoados de gente, o tratamento agressivo-bruto, quase \u201ca vara\u201d, e bem com os pr\u00f3prios COLAPSOS NERVOSOS eram expl\u00edcitos e a tristeza do oper\u00e1rio n\u00e3o era vinculada a prazeres, mas bem ao reverso. O jogo de \u201cme engana que eu gosto\u201d era dif\u00edcil de ser jogado.<\/h4><h4>Muito mais f\u00e1cil identificar predom\u00ednio de SOFRIMENTO SACRIFICIAL naqueles contextos de \u201ctempos modernos\u201d que nas corpora\u00e7\u00f5es desta contemporaneidade de \u201ctempos l\u00edquidos\u201d, cujo predom\u00ednio, conforme nossa tese, \u00e9 de MASOQUISTAS.<\/h4><h4>Sujei\u00e7\u00e3o a situa\u00e7\u00f5es agressivas, castradoras, humilhantes, etc\u2026 de trabalho pode ser demasiado louv\u00e1vel em condi\u00e7\u00f5es absolutamente OBJETIVAS em que TERCEIROS dependam essencialmente dos frutos dessa sujei\u00e7\u00e3o e tanto que n\u00e3o exista, efetivamente, outros meios de trabalho mais saud\u00e1veis dispon\u00edveis.<\/h4><h4>O sacrif\u00edcio acima se chama AMOR, o qual sempre \u00e9 OBJETIVO e a TERCEIROS tem vistas.<\/h4><h4>Tristezas \u2013 mais frequentemente desprazeres \u2013 sacrificiais t\u00eam cond\u00e3o de lastrear estado de FELICIDADE, pr\u00f3prio dos amorosos. Ali\u00e1s, FELIZ (e forte) \u00e9 s\u00f3 e s\u00f3 \u201caquele cuja personalidade \u00e9 doadora\u201d, nem a doa\u00e7\u00e3o seja o seu sacrif\u00edcio, por vezes mais valioso que se fossem bens materiais.<\/h4><h4>O contexto denunciado pelo \u201cTempos Modernos\u201d \u00e9 de explora\u00e7\u00e3o\/desumanidade contra os laboristas, mas num contexto de sacrif\u00edcio\/esfor\u00e7o destes, de regra provedores de fam\u00edlia, situa\u00e7\u00e3o pela qual se deploram as condi\u00e7\u00f5es, mas se as \u201centende\u201d. Mais ainda, o foco era aos laboristas de piso, prolet\u00e1rios propriamente.<\/h4><h4>O mundo corporativo, desta contemporaneidade n\u00e3o apenas moderna, mas tamb\u00e9m l\u00edquida, n\u00e3o purgou aquelas mazelas da vida laboral \u201cagressiva, n\u00e3o criadora\/est\u00e9ril e conformativa\u201d. Ao reverso, as incrementou com muita efic\u00e1cia, trocando a vara pela bajula\u00e7\u00e3o rasa. Noutras palavras: p\u00f4s mais mel no veneno para que as tristezas tenham prazeres associados.<\/h4><h4>A linguagem corporativa n\u00e3o \u00e9 rude na forma, pois docilmente se curva ao politicamente correto e at\u00e9 por isso mesmo agride \u00e9 na sem\u00e2ntica c\u00ednica. Toda bajula\u00e7\u00e3o (de cargo, status, t\u00edtulo, estrangeirismos, possibilidades de consumo e emp\u00e1fias mil) nutre muito bem o jogo de \u201cme engana (que sou querido e empoderado) que eu gosto\u201d sob uma fingida amenidade lingu\u00edstica.<\/h4><h4>Aldous Huxley (1894-1963) em seu \u201cAdmir\u00e1vel Mundo Novo\u201d j\u00e1 indicava o esquema do colaborador: bem alimentado, bem trajado, sexualmente satisfeito e, contudo, sem personalidade, sem qualquer contato com seus semelhantes a n\u00e3o ser o mais superficial. Ou seja, o v\u00e9u \u00e9 tal que o colaborador pode \u2013 e ami\u00fade \u00e9 o caso \u2013 transferir para a corpora\u00e7\u00e3o os seus afetos! O novo canto das sereias \u00e9 o tal do ENDOMARKETING.<\/h4><h4>\u00c9 pr\u00f3prio de obtusos confundir algum prazer com felicidade ou tratar prazer como prova da aus\u00eancia de tristeza, quando normalmente o oposto \u00e9 o caso (vidas tristes \u00e9 que s\u00e3o pedintes de prazer).<\/h4><h4>Regra que quase nunca falha \u00e9 a que diz que quando algu\u00e9m se convence de falsos valores (vanitas \u2013 vaidade), torna-se orgulhoso. Os colaboradores bradam orgulho de suas mis\u00e9rias, particularmente os workaholic! N\u00e3o nos constam, por sua vez, not\u00edcias de que os oper\u00e1rios do prim\u00f3rdio fossem orgulhosos.<\/h4><h4>Queres ver gente estudada (advogados, m\u00e9dicos, engenheiros, psic\u00f3logos etc\u2026) esterilizada? Ponha-os na corpora\u00e7\u00e3o. V\u00e3o \u201cdesaprender suas ci\u00eancias\u201d e substitui-las-\u00e3o por procedimentos internos \u2013 validando-os, ali\u00e1s \u2013 e\u00a0\u00a0 at\u00e9 com autofagia de suas pot\u00eancias pessoais.<\/h4><h4>L\u00e1, as justificativas de conformidade sempre gritam mais que os argumentos de raz\u00e3o. Rigorosamente, na corpora\u00e7\u00e3o \u00e9 lugar de funcionar e n\u00e3o de significar nem decidir, a despeito que gente estudada teria por fim \u00fanico RESOLVER assuntos (com significa\u00e7\u00e3o e decis\u00e3o).<\/h4><h4>Na corpora\u00e7\u00e3o, as \u201capar\u00eancias de solu\u00e7\u00e3o\u201d bastam e tal que os nascimentos de personalidades s\u00e3o abortados, pois s\u00f3 resolver com significa\u00e7\u00e3o e decis\u00e3o \u00e9 \u201cprodu\u00e7\u00e3o propriamente dita\u201d. Fora disso, tudo \u00e9 posi\u00e7\u00e3o defensiva das \u201cgentes que n\u00e3o s\u00e3o\u201d.<\/h4><h4>Poucas coisas garantem tanto a ru\u00edna d\u2019almas como a COMPLIANCE, o moderno esquema de CONFORMIDADE que o mundo corporativo emprega e como tem gente que \u201cgosta de ser conforme\u201d, mesmo os estudados e por conta de uma difusa e falsa sensa\u00e7\u00e3o de \u201cpertencimento\u201d.<\/h4><h4>S\u00e3o MASOQUISTAS, conformam-se ao inv\u00e9s de se formarem, com car\u00edssima conta de n\u00e3o ser por si. Todo masoquista, por sua vez, \u00e9 altamente EGO\u00cdSTA, precisa da proje\u00e7\u00e3o adaptativa de EGO para a prec\u00e1ria manuten\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es inaceit\u00e1veis em si.<\/h4><h4>Todo o mundo corporativo e todo o mundo l\u00edquido de que faz parte, mormente nos extratos estudados, se funda em EGO puro. Todos que n\u00e3o vertem a constitui\u00e7\u00e3o de sua personalidade, precisam das muletas eg\u00f3icas e naturalmente se tornam ego\u00edstas, trazendo o ego ao centro.<\/h4><h4>Esse movimento n\u00e3o se verificava nos oper\u00e1rios de prim\u00f3rdio, que sofriam em SACRIF\u00cdCIO, mantida a clareza OBJETIVA da dureza.<\/h4><h4>O sofrimento desintegrativo de personalidade que a corpora\u00e7\u00e3o fomenta sob v\u00e9us de prazeres v\u00e3os e a que os masoquistas colaboradores se curvam tende crescentemente ao puro DESAMOR mesmo, pois j\u00e1 at\u00e9 se trata com naturalidade (sen\u00e3o louvor) os milhares que renunciam absoluta (ou parcialmente) a terceiros (fam\u00edlia) para dedica\u00e7\u00e3o integral \u00e0 carreira\/corpora\u00e7\u00e3o!!!<\/h4><h4>As gera\u00e7\u00f5es mais novas est\u00e3o bombardeadas pela pr\u00e9-disposi\u00e7\u00e3o ego\u00edsta-masoquista-corporativa, sem se dar conta, em ren\u00fancias SUBJETIVAS do ser no sentido pr\u00f3prio. A \u201cforma\u00e7\u00e3o de personalidade\u201d e a \u00a0\u201cuniversalidade do mandamento do amor\u201d podem ser locu\u00e7\u00f5es at\u00e9 estranhas a eles, orientados \u00e0 forma\u00e7\u00e3o (instru\u00e7\u00e3o!) ao mercado corporativo, exigente mais de ortopedia castradora servil que de intelig\u00eancia, e que confundem amor com o apenas \u201cpoliticamente correto\u201d, reafirmando as agress\u00f5es sem\u00e2nticas.<\/h4><h4>A constata\u00e7\u00e3o de ang\u00fastia de n\u00e3o ser pode tardar a chegar, mas chega, seja por depress\u00e3o, seja por apatia, seja pelos colapsos nervosos como o de Carlitos, mas chega. Masoquismo \u00e9 giro no vazio e o ser pede sucessiva substancializa\u00e7\u00e3o.<\/h4><h4>Evidentemente que o esquema acima \u00e9 simplista e que h\u00e1 gente dragada pelos ambientes corporativos por \u201csacrif\u00edcio amoroso mesmo\u201d. Essa gente precisa de muita RESERVA MENTAL para se preservar e deve estar em maior vulnerabilidade que o Carlitos esteve.<\/h4><h4>A maioria, contudo, gosta de jogar o jogo de me engana que eu gosto, sem qualquer reserva mental ou mesmo com cren\u00e7a na ilus\u00e3o corporativa. Ali\u00e1s, \u00e9 pr\u00f3prio do masoquista insistir que o s\u00e1dico, no fundo, gosta dele.<\/h4><p>SP, 08\/03\/19<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-766641bc elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"766641bc\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-238151d\" data-id=\"238151d\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-7ceb8f17 elementor-widget-divider--view-line elementor-widget elementor-widget-divider\" data-id=\"7ceb8f17\" 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Toda tristeza (emo\u00e7\u00e3o que indica perda) \u00e9 muito mais nefasta quando \u00e9 prazerosa (emo\u00e7\u00e3o que indica presen\u00e7a, mas fugidia). 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